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Joaquim José da Silva Xavier (Fazenda do Pombal, então sob jurisdição da Vila de São José del-Rei, batizado em 12 de novembro de 1746 – Rio de Janeiro, 21 de abril de 1792), conhecido como Tiradentes, foi um militar e ativista político do Brasil, notabilizado por sua participação na Inconfidência Mineira, conspiração de caráter separatista contra o domínio de Portugal. Atuante nas capitanias de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, destacou-se como um dos principais propagandistas das ideias emancipacionistas em um contexto marcado pela crise da economia mineradora e pelo aumento da pressão fiscal exercida pela Coroa portuguesa. Preso em 1789, foi julgado por crime de lesa-majestade e executado em 1792. Sua morte, inicialmente concebida como instrumento de repressão exemplar, foi posteriormente reinterpretada, sobretudo a partir da República, quando sua figura passou a ser associada ao martírio cívico e consolidada como símbolo político da nação brasileira. O dia de sua execução, 21 de abril, foi instituído como feriado nacional, e seu nome foi inscrito no Livro dos Heróis da Pátria. Sua trajetória e execução foram posteriormente reinterpretadas pela historiografia e pela memória política brasileira, que o consagraram como um dos principais símbolos da identidade nacional. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Tiradentes}




quarta-feira, 16 de abril de 2008

Exemplo de gestor menor que a função.



Não deixarei passar a oportunidade de exibir aos frequentadores da Oficina de Gerência mais um exemplo dos enormes prejuízos que um gerente despreparado pode causar à sua corporação.
Esse episódio do Diretor Geral da ANP é uma confirmação de como gerentes, sem a competência necessária para efetivo exercício das funções a eles designadas, podem causar prejuízos reais quando não se comportam de acordo com as posições que ocupam.
Vejamos, abaixo, o texto que copiei do site Estadão.com sobre as, já folclóricas, declarações do dirigente: .
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"RIO - O diretor-geral da Agência Nacional de Petróleo (ANP), Haroldo Lima, afirmou nesta segunda-feira, 14, que a área chamada "Pão de Açúcar" localizada na Bacia de Santos, pode acumular até cinco vezes o volume de petróleo encontrado pela Petrobras em Tupi. Segundo ele, informações preliminares das empresas concessionárias que estão operando na área indicam que este volume poderia chegar até 33 bilhões de barris de óleo recuperáveis."
Veja também:
Petrobras dispara com notícia sobre descoberta. É hora de comprar?
Acompanhe online a cotação das ações da Petrobras
Descoberta de Tupi aumenta reservas de petróleo e gás do País em 50%
A história e os números da Petrobras
A maior jazida de petróleo do País
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Para se ter uma idéia da confusão em que a maior autoridade do assunto petróleo, no Brasil - o Diretor Geral da Agencia Nacional do Petróleo - colocou a maior empresa petrolífera da América Latina, a Petrobrás, entre neste link e navegue pelas notícias das conquências do ato despropositado. Uma simples frase, motivada claramente pela vaidade e pelo despreparo daquele gestor.
Quem vai pagar os prejuízos de sua ação ou investigar suas motivações? É secundário. Já foi feito e pior, sem garantia de que não se repetirá.
Tenho certeza de que os altos dirigentes do Governo Federal devem estar de "cabelo em pé" pela "proeza" do diretor da agência. Entretanto, pelo que se lê do noticiário dizem que não podem fazer nada contra o gestor incompetente. Será?
Lembro que, no ano passado por muito menos (ou quase) o Diretor-Geral na ANAC (lembram-se?) foi pressionado, por conta da crise aérea, a pedir demissão do cargo com toda a sua diretoria, pelo Ministro da Defesa. Bom, isso não é da nossa conta.
Quero apenas ressaltar o risco de se colocar amigos ou "indicados de amigos" em funções importantes e de caracterização eminentemente técnicas. Não pensem que isso acontece só no serviço público. Não! Na iniciativa privada é muito comum, também. As consequências são as mesmas. Dou-lhes um exemplo: a quebra da Transbrasil. Outro? A falência da VASP e da Varig. Isso só para ficar no segmento das empresas aéreas. Todas quebraram por falta de gestão profissional, dirigidas por parentes do primeiro dono ou amigos dos conselheiros etc.
Este tipo de atitude por parte de quem comanda é perniciosa e deve ser reprimida com todas as forças. Fora os amadores e os incompetentes! Não permitam, se estiverem em posição de bancar a reação, que sua empresa, seu departamento ou mesmo seu clube, sua escola ou o que seja, venham a ser dirigidas por "amigos do rei". Os resultados serão tão mais perniciosos quanto mais importante for o cargo que "ele" vier a ocupar.
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