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"A presença feminina no mundo atual não ocupa apenas espaços; ela redefine fronteiras. As mulheres são a inteligência que inova, a sensibilidade que lidera e a força que sustenta o progresso de uma sociedade em constante transformação."


Rabindranath Tagore (Calcutá, 7 de maio de 1861 – 7 de agosto de 1941), alcunha Gurudev, foi um polímata bengali. Como poeta, romancista, músico e dramaturgo, reformulou a literatura e a música bengali no final do século XIX e início do século XX. Como autor de Gitânjali, que em português se chamou oferenda Lírica" e seus "versos profundamente sensíveis, frescos e belos", sendo o primeiro não-europeu a conquistar, em 1913, o Nobel de Literatura. As canções poéticas de Tagore eram vistas como espirituais e mercuriais; no entanto, sua "prosa elegante e poesia mágica" permanecem amplamente desconhecidas fora de Bengala. Ele é às vezes referido como "o Bardo de Bengala". Tagore foi talvez a figura literária mais importante da literatura bengali. Foi um destacado representante da cultura hindu, cuja influência e popularidade internacional talvez só poderia ser comparada com a de Gandhi, a quem Tagore chamou 'Mahatma' devido a sua profunda admiração por ele. {}


quarta-feira, 2 de abril de 2008

Nesse "jogo" os argentinos nos ganham de goleada...

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Apresento-lhes dois vídeos que mostram um pouco da atual crise argentina. Não vou me atrever a comentar o que está acontecendo por lá. Não me interessa, pelo menos por enquanto.

O propósito de colocar os vídeos aqui é para chamar a a atenção de como o povo argentino - notadamente os portenhos, em Buenos Aires - começam a protestar contra o governo com suas panelas, gerando a onda do "panelaço". O primeiro vídeo chega a ser emocionante. Alguém começa a bater uma panela num edificio qualquer e dai há pouco são dezenas, centenas e milhares que descem às ruas de Benos Aires e de outras cidades. Não precisam de líderes, de partidos políticos, de sindicatos ou o que seja para "patrocinar" o protesto. Só a indignação e a coragem coletivas. É bonito de se ver.

Dessa forma conseguem pressionar os governos. Já derrubaram um presidente. Governo, lá na Argentina, treme (literalmente) nas bases quando o povo bate panela. Particularmente fico com uma inveja danada.

Aqui no Brasil alguém imagina algo semelhante? Me recordo do "dia do luto", quando o então presidente Collor caiu na bobagem de querer manipular o "seu povo", como ele falava e pediu a todo mundo para usar as cores verde e amarelo para mostrar que o apoiava. Foi fantástico! Ele discursou à tarde e no dia seguinte, de manhã, todos estavam usando tirinhas pretas nas antenas dos carros, bandeiras negras, roupas idem etc. Ninguém mandou e não houve "palavra de ordem". Simplesmente uma energia de protesto que uniu a todos em uma sintonia única.

Aconteceu uma vez só (na história recente) e um presidente, cercado por denúncias, foi defenestrado. Na Argentina tornou-se uma tradição. Se o governo vai mal, tome panelaço. Será que chegaremos lá? Por enquanto vamos ver os vídeos e ficar com aquela pontinha de inveja.

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Veja mais notícias sobre a crise argentina nos links abaixo:

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