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No dia 30 de março é comemorado o Dia Mundial da Juventude. O objetivo da data é focar na educação e na conscientização dos jovens sobre as responsabilidades que irão assumir futuramente como representantes do planeta. Em 11 de julho de 2002, o Brasil também criou o Dia Nacional da Juventude, comemorado anualmente em 12 de agosto. Os jovens têm se mobilizado para debater temas como educação, saúde, política, segurança e muito mais. É necessário investir nessa geração, criar oportunidades de emprego, construir políticas públicas e mobilizar a sociedade para se ter cenários favoráveis ao jovem, é necessário fazer mais pela juventude, afinal eles são o futuro.


Peter Ferdinand Drucker (19 de novembro de 1909, Viena, Áustria – 11 de novembro de 2005, Claremont, Califórnia, EUA) foi um escritor, professor e consultor administrativo de origem austríaca, considerado pai da administração ou gestão moderna, sendo o mais reconhecido dos pensadores do fenômeno dos efeitos da globalização na economia em geral e em particular nas organizações — subentendendo-se a administração moderna como a ciência que trata sobre pessoas nas organizações, como dizia ele próprio. Pode-se afirmar que não há management theory (teoria da administração/gestão) que não parta da obra de Drucker. Entre seus livros mais recentes figuram Desafios Gerenciais para o Século XXI, Administrando em Tempos de Grandes Mudanças e Sociedade Pós-Capitalista, todos publicados pela editora Pioneira, atualmente Thomson. Frase famosa de Drucker: “O planejamento não diz respeito às decisões futuras, mas às implicações futuras de decisões presentes”. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Peter_Drucker}


quarta-feira, 2 de abril de 2008

Nesse "jogo" os argentinos nos ganham de goleada...

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Apresento-lhes dois vídeos que mostram um pouco da atual crise argentina. Não vou me atrever a comentar o que está acontecendo por lá. Não me interessa, pelo menos por enquanto.

O propósito de colocar os vídeos aqui é para chamar a a atenção de como o povo argentino - notadamente os portenhos, em Buenos Aires - começam a protestar contra o governo com suas panelas, gerando a onda do "panelaço". O primeiro vídeo chega a ser emocionante. Alguém começa a bater uma panela num edificio qualquer e dai há pouco são dezenas, centenas e milhares que descem às ruas de Benos Aires e de outras cidades. Não precisam de líderes, de partidos políticos, de sindicatos ou o que seja para "patrocinar" o protesto. Só a indignação e a coragem coletivas. É bonito de se ver.

Dessa forma conseguem pressionar os governos. Já derrubaram um presidente. Governo, lá na Argentina, treme (literalmente) nas bases quando o povo bate panela. Particularmente fico com uma inveja danada.

Aqui no Brasil alguém imagina algo semelhante? Me recordo do "dia do luto", quando o então presidente Collor caiu na bobagem de querer manipular o "seu povo", como ele falava e pediu a todo mundo para usar as cores verde e amarelo para mostrar que o apoiava. Foi fantástico! Ele discursou à tarde e no dia seguinte, de manhã, todos estavam usando tirinhas pretas nas antenas dos carros, bandeiras negras, roupas idem etc. Ninguém mandou e não houve "palavra de ordem". Simplesmente uma energia de protesto que uniu a todos em uma sintonia única.

Aconteceu uma vez só (na história recente) e um presidente, cercado por denúncias, foi defenestrado. Na Argentina tornou-se uma tradição. Se o governo vai mal, tome panelaço. Será que chegaremos lá? Por enquanto vamos ver os vídeos e ficar com aquela pontinha de inveja.

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Veja mais notícias sobre a crise argentina nos links abaixo:

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