||| 11 de junho DE 2026 ||| 5ª feira ||| junho vermelho - doe sangue ||| * Reflexão: “Nunca é tarde demais para ser o que você poderia ter sido.” (George Eliot) |||

Bem vindo

Bem vindo

Campanha - Junho Vermelho # Junho Vermelho é uma campanha de conscientização sobre o ato de doar sangue: um gesto simples, rápido e praticamente indolor. Para quem realiza a ação, as mudanças podem ser pequenas, mas para quem recebe pode significar tudo: mais uma vida salva. Não há nada no mundo que substitua o sangue humano. Por isso, sempre que uma pessoa necessita de uma transfusão, como em acidentes, procedimentos cirúrgicos e algumas doenças, ela depende da boa ação das pessoas que se dispuseram a doar sangue para abastecer os estoques médicos. A doação de sangue é um gesto humanitário de solidariedade, cidadania, amor ao próximo e bem-estar coletivo. Por isso nós apoiamos essa causa, doe sangue você também e salve vidas. #DoeSangueDoeVida#

pensamento dia

pensamento dia

Frase

Frase
Plutarco ou Lúcio Méstrio Plutarco (em latim: Lucius Mestrius Plutarchus Queroneia, 46 d.C. – Delfos, 120 d.C., foi um historiador, biógrafo, ensaísta e filósofo grego, conhecido principalmente por suas obras Vidas Paralelas e Morália. Pertencente a uma família proeminente, nasceu em Queroneia, na Beócia, a cerca de 30 quilômetros a leste de Delfos. Viajou pela Ásia e pelo Egito, viveu algum tempo em Roma e foi sacerdote de Apolo em Delfos em 95. O seu enorme prestígio valeu-lhe a obtenção de direitos de cidadão em Delfos, Atenas e mesmo em Roma (Mestrius Plutarchus). Plutarco morreu entre os anos 119 e 120 em Delfos. [ https://pt.wikipedia.org/wiki/Plutarco]

 

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Khomeini, ayatollah e líder político/religioso, volta à Pérsia (hoje Irã) e dá início à República Islâmica.

01/2/1979 - A revolução do Irã

Jornal do Brasil: Khomeini retorna do exílio
Emocionado, o ayatollah Khomeini voltou ao Irã depois de 15 anos de exílio na França. O líder religioso xiita assegurou que não permitirá o retorno do xá Reza Pahlavi ao país. Khomeini disse que a revolução iraniana só triunfaria fossem "extirpardas as raízes do colonialismo e arrancadas definitivamente as raízes da monarquia". Essa tarefa coube ao Conselho Revolucionário Islâmico, que instituiu também um governo republicano fundamentado no Corão, livro sagrado dos muçulmanos.

O xá Reza Pahlavi estava no poder desde 1941. O governo do monarca destacou-se pela subordinação ao Ocidente e pela perseguição cruel aos opositores. Na década de 70, o descontentamento do povo com a corrupção, com as despesas supérfluas da corte e com a violenta repressão realizada pela polícia do xá, a temida Savak, chegou ao limite. Embora muitas pessoas estivessem passando fome e não tivessem aonde morar, o governo gastou US$ 300 milhões nas comemorações dos 2.500 anos da fundação do Império Persa. O fato causou a indignação das massas.

Depois das pressões por direitos humanos feitas pelo então presidente norte-americano Jimmy Carter, o xá concordou em libertar 300 prisioneiros políticos, relaxar a censura e reformar o sistema judicial. Em 1978, 2 milhões de pessoas foram às ruas protestar contra o regime. No início de 1979, o xá foi forçado a renunciar e instaurada a República Islâmica.
O novo governo republicano reforçou os códigos de vestimenta feminina e de costumes através de uma severa interpretação das leis do Corão. Milhares de professores foram demitidos e milhares de opositores foram mortos ou presos. O Partido Comunista Iraniano, o Tudeh, que apoiou a revolução, foi banido em 1983.

Iraque invade o Irã
Aproveitando-se da confusão em que se encontrava o país, o Iraque invadiu o Irã um ano e meio depois da revolução, que derrubou o xá. O Iraque ocupou a cidade de Khorramshar onde fica a refinaria de Abadã, sob o pretexto de que o Irã poderia bloquear o transporte do petróleo iraquiano para o Golfo Pérsico. O conflito durou oito anos e as tropas iraquianas foram acusadas de usar armas químicas contra os soldados iranianos. 

O Iraque era financiado pela Arábia Saudita, pelos EUA e pela União Soviética, enquanto o Irã contava com o apoio da Síria e da Líbia. Depois da morte de Khomeini em 1989, o Irã adotou uma política mais moderada.

***************************************************************************

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Convido você, caro leitor, a se manifestar sobre os assuntos postados na Oficina de Gerência. Sua participação me incentiva e provoca. Obrigado.