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O Dia Nacional do Parkinsoniano é comemorado anualmente em 4 de abril no Brasil, com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre essa doença que afeta diretamente o sistema nervoso central. O que é Parkinson? Parkinson é uma doença neurológica que prejudica a coordenação dos movimentos musculares e o equilíbrio, sendo mais frequente em pessoas a partir dos 60 anos. Entre os sintomas mais comuns estão: tremores involuntários, principalmente nas mãos; rigidez muscular; lentidão dos movimentos; instabilidade postural, aumentando o risco de quedas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), há cerca de 4 milhões de pessoas no mundo com essas doença, o que evidencia sua relevância como questão de saúde pública. mãos idosas amparando outras mãos Importância da conscientização O Dia Nacional do Parkinsoniano não serve apenas para alertar sobre a doença, mas também para: Divulgar informações corretas sobre os sintomas e formas de cuidado; Compartilhar avanços no tratamento, que podem melhorar a qualidade de vida e até aumentar a expectativa de vida dos pacientes; Apoiar pacientes e familiares, incentivando a compreensão, o respeito e a inclusão social; Estimular pesquisas e políticas públicas voltadas para o acompanhamento médico e terapias de reabilitação. Causas e tratamentos A doença ocorre devido à redução significativa da dopamina, um neurotransmissor responsável por transmitir sinais entre as células nervosas. A dopamina é fundamental para que os movimentos voluntários do corpo aconteçam de forma automática, ou seja, sem que precisemos pensar em cada ação dos músculos. Quando essa substância está em falta, especialmente em uma pequena área do cérebro chamada substância negra, o controle sobre os movimentos fica comprometido, surgindo os sintomas típicos da doença. Embora a doença não tenha cura, existem tratamentos medicamentosos, terapias físicas e ocupacionais que ajudam a controlar os sintomas, melhorar a mobilidade e manter a independência dos pacientes.




domingo, 15 de fevereiro de 2009

Antártida tem sua colonização iniciada por famílias chilenas (1984)

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15 February, 2009 | Enviado por: denisedealmeida
Jornal do Brasil: 15 de fecereiro de 1984
Seis famílias chilenas, 12 adultos e seis crianças, viajaram para a Antártida onde permanecerão por dois anos como colonizadores do continente gelado. 

O primeiro grupo de civis a habitar a região foi acomodado em um acampamento batizado de Vila das Estrelas, erguido próximo ao aeroporto Tenente March, na Ilha Rei George. As casas de metal de três quartos são parecidas com contêineres. 

Os arquitetos estudaram materiais resistentes ao frio para construir as habitações especialmente para a experiência. Foram construídos também um banco, um supermercado e uma agência dos correios.

A Argentina e o Chile praticavam uma política oficial de anexação do Continente e da Península Antártida, área que fica mil quilômetros ao sul do Cabo Horn. Em 1940 o Chile publicou um decreto que fixava seus limites sobre a região.

O Tratado da Antártida, 1959, suspendeu todas as reivindicações territoriais no Pólo Sul e determinou o uso exclusivo da região para fins pacíficos. Não são permitidos testes nucleares, depósito de lixo radiativo e manobras militares na região. 

Desde 1961 o continente é regido pelas normas desse acordo. O Brasil foi um dos últimos países a aderir ao tratado (1975), com o Programa Antártico Brasileiro, que instalou na Antartida a estação de pesquisas científicas Luiz Antônio Carvalho Ferraz. Os primeiros oito módulos da base foram implantados em 1984, também na ilha do Rei George. 

A camada de gelo acumulada durante milhares de anos na Antártida é um verdadeiro arquivo natural, que guarda informações importantes sobre a formação e a história natural do nosso planeta, incluindo registros sobre o clima e a composição da atmosfera em eras passadas. O Brasil mantêm o lado de outros 26 países estações de pesquisa na região. 

Deserto cobiçado pelos países

A Antártida é o lugar mais frio do Planeta, e também o mais seco. Devido à falta de chuvas, é um grande deserto, porém tem indícios de petróleo, carvão e outros minerais valiosos. 

Entretanto, por não se conhecer o impacto que poderia causar a exploração econômica desses recursos, a Conferência de Madrid proibiu, em 1991, a retirada de minérios do Continente Antártico por 50 anos, e criou um comitê para a proteção do meio ambiente.

A preocupação com a poluição é grande. Todo o lixo produzido pelos pesquisadores é processado e retirado de lá. Nenhum corpo estranho ao ecossistema deve ser deixado no continente gelado, nem mesmo um fio de cabelo.


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