||| 18 de setembro DE 2026 ||| 6ª feira ||| dia dos simbolos nacionais ||| *Reflexão: "A personalidade pode abrir portas, mas somente o caráter consegue mantê-las abertas." -- Elmer G. Letterman . |||

 

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O Dia dos Símbolos Nacionais é celebrado em 18 de setembro. A data é uma homenagem aos quatro símbolos que representam oficialmente o Brasil: a Bandeira Nacional, o Hino Nacional, as Armas Nacionais e o Selo Nacional. Mais do que elementos usados em cerimônias, documentos e espaços públicos, esses símbolos ajudam a expressar a história, a identidade e os valores da República Federativa do Brasil, sendo reconhecidos tanto dentro quanto fora do país. A importância dos Símbolos Nacionais - Os símbolos nacionais representam o Brasil em diferentes situações, desde solenidades oficiais até competições esportivas e atividades escolares. Eles também ajudam a preservar referências históricas e culturais que fazem parte da identidade brasileira. A forma e a apresentação desses símbolos são regulamentadas principalmente pela Lei nº 5.700, de 1º de setembro de 1971, conhecida como Lei dos Símbolos Nacionais. A legislação estabelece regras para a utilização, a apresentação e as características de cada um deles. A Bandeira Nacional é provavelmente o símbolo brasileiro mais reconhecido. Foi adotada em 19 de novembro de 1889, poucos dias após a Proclamação da República, por meio do Decreto nº 4. Seu desenho possui um significado bastante particular: as estrelas representam o aspecto do céu do Rio de Janeiro em 15 de novembro de 1889, data da Proclamação da República. A disposição das estrelas não é, portanto, apenas decorativa. O lema “Ordem e Progresso”, escrito na faixa branca, tornou-se uma das características mais marcantes da bandeira brasileira. Outro detalhe interessante é que a bandeira deve ser atualizada sempre que um novo estado for criado ou algum estado deixar de existir, com a inclusão ou retirada da estrela correspondente. Há também o Dia da Bandeira, celebrado em 19 de novembro. - As Armas Nacionais, também chamadas de Brasão da República, são utilizadas principalmente em instituições e documentos oficiais. O símbolo reúne diversos elementos, como a esfera celeste, estrelas, uma estrela de cinco pontas, uma espada, ramos de café e tabaco e uma faixa com a inscrição “República Federativa do Brasil”. A legislação determina seu uso em diferentes edifícios e instituições públicas, incluindo os prédios dos Ministérios, do Congresso Nacional, do Supremo Tribunal Federal, das prefeituras e das câmaras municipais. Também é obrigatório seu uso na fachada das escolas públicas. Dessa forma, as Armas Nacionais aparecem como uma espécie de identificação oficial da República em espaços onde o Estado brasileiro está representado. - O Selo Nacional é utilizado para autenticar atos oficiais do governo e também diplomas e certificados emitidos por estabelecimentos de ensino oficiais ou reconhecidos. Seu desenho está relacionado à Bandeira Nacional. O selo apresenta uma esfera celeste semelhante à que aparece no centro da bandeira e, ao redor, a inscrição “República Federativa do Brasil”. Embora seja menos conhecido pelo público do que a bandeira ou o hino, o Selo Nacional está presente em documentos importantes e desempenha uma função oficial de autenticação. - O Hino Nacional Brasileiro é outro importante símbolo da identidade do país. Sua música foi composta por Francisco Manuel da Silva, enquanto a letra atualmente utilizada foi escrita por Joaquim Osório Duque Estrada. O hino é executado em diversas solenidades e cerimônias, inclusive em ocasiões oficiais, eventos esportivos e atividades escolares. A legislação também estabelece regras para sua execução e determina que, em qualquer hipótese prevista em lei, ele seja executado integralmente. Durante a execução do Hino Nacional, a legislação estabelece uma atitude de respeito, com os presentes em pé e em silêncio. O hino possui ainda uma data comemorativa própria: 13 de abril, Dia do Hino Nacional Brasileiro. - Atividades para o Dia dos Símbolos Nacionais O Dia dos Símbolos Nacionais pode ser trabalhado de forma educativa e criativa em escolas e outras instituições. Algumas possibilidades são: pesquisar a história da Bandeira Nacional; identificar as estrelas e os estados que elas representam; conhecer os elementos presentes nas Armas Nacionais; aprender sobre a função do Selo Nacional; ouvir e interpretar o Hino Nacional; criar desenhos, cartazes ou trabalhos sobre os quatro símbolos. A data também pode ser uma oportunidade para conversar sobre identidade, cidadania, história e respeito aos símbolos que representam o país. {https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADmbolos_do_Brasil}

pensamento dia

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Frase

Frase
Sófocles (em grego: Σοφοκλῆς, Sophoklês; 497 ou 496 a.C.- inverno de 406 ou 405 a.C ) foi um dramaturgo grego, um dos mais importantes escritores de tragédia ao lado de Ésquilo e Eurípedes, dentre aqueles cujo trabalho sobreviveu. Suas peças retratam personagens nobres e da realeza. Filho de um rico mercador, nasceu em Colono, perto de Atenas, na época do governo de Péricles, o apogeu da cultura helênica. Suas primeiras peças foram escritas depois que as de Ésquilo e antes que as de Eurípedes. De acordo com a Suda, uma enciclopédia do século X, Sófocles escreveu 123 peças durante sua vida, mas apenas sete sobreviveram em uma forma completa. Por quase 50 anos, Sófocles foi o mais celebrado dos dramaturgos nos concursos dramáticos da cidade-estado de Atenas, que aconteciam durante as festas religiosas Leneana e Dionísia. Sófocles competiu em cerca de 30 concursos, venceu 24 e, talvez, nunca ficou abaixo do segundo lugar; em comparação, Ésquilo venceu 14 concursos e foi derrotado por Sófocles várias vezes, enquanto Eurípides ganhou apenas quatro competições. Suas peças "sobreviventes" são: Ájax - Antígona - As Traquínias - Édipo Rei - Electra - Filoctetes - Édipo em Colono. (https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%B3focles)

 

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Reflexão (ou desabafo) sobre transferência do conhecimento (Ronaldo Costa/ Qualiblog)

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O Ronaldo Costa, do Qualiblog fez um gol de placa ao comentar um artigo do consagrador professor (escritor, conferencista, economista e cientista social) Eduardo Gianetti da Fonseca (veja aqui também) publicado na excelente edição dos 40 anos da revista Veja (clique aqui).
O artigo do Ronaldo acerta o alvo quando põe na mesa um dos maiores problemas da atualidade, no Brasil, e em quase todos os países - emergentes ou não - que deixaram de priorizar a educação em suas políticas e estratégias ao longo da sua história. Falo da valorização da banalidade, da cultura inútil e da, abismal, falta de preparo e conhecimentos - gerais e específicos - por parte das gerações mais jovens.
Eu estava pensando em escrever um texto a respeito, mas o Ronaldo e seu Qualiblog se anteciparam e eu assino embaixo do que ele escreveu. Publico, abaixo, a íntegra do post, mas quem quiser ler o original é só visitar o blog clicando aqui. Parabéns ao Ronaldo Costa.


Reflexão (ou desabafo) sobre transferência do conhecimento



"Estou lendo a edição especial de Veja – 40 anos, comemorativa da revista por seu aniversário de lançamento que ocorreu em 1968 (o meu também). Ela faz uma retrospectiva gigante destacando acontecimentos de lá até a atualidade, uma revista para guardar e que merecia uma capa dura. Mas o assunto em questão não é o aniversário da Veja, mas o artigo de Eduardo Giannetti, composto de citações sobre educação (página 214). Refletindo, observei como foi acertada a escolha do autor, mostrando através das palavras de diversas personalidades a importância desse tema no desenvolvimento de um país.

O que me assombrou, foi a época de origem das palavras: vai de 1803 a 2000! E é espantoso como soam atuais!!! Dois exemplos: (1) “Temos despendido somas imensas com os pobres. E temos todas as razões para crer que essa prática tende a agravar constantemente sua miséria. Mas, na sua educação, que é talvez o único modo ao nosso alcance de realmente melhorar sua condição, e de torná-los homens mais felizes e cidadãos mais pacíficos, temos sido miseravelmente deficientes.”Thomas Malthus, economista inglês, em 1803. (2) “A verdade é que o ensino público (no Brasil) está à orla do limite possível a uma nação que se presume livre e civilizada… / …é que a instrução secundária oferece ao ensino superior uma mocidade cada vez menos preparada para o receber.”Ruy Barbosa, político brasileiro, em 1883.

Para muitas das pessoas que escrevem um blog acredito que uma das intenções é transferir o que sabem para outras pessoas, uma mágica potencializada pela internet de uma forma que a humanidade nunca conheceu! Mas boa parte da população ainda não tem acesso a essa ferramenta e muitos dos que têm, não utilizam todo o seu potencial exatamente pelos motivos descritos nas citações acima, e que foram ditos lá no século XIX!!! Dá para ter uma idéia da gravidade de uma situação que tem sido paulatinamente ignorada pelos governos por décadas a fio? Se em 1883 Ruy Barbosa já alertava sobre a qualidade do ensino no país e suas palavras poderiam ter sido ditas hoje, o que devemos pensar?

Qual a qualidade intelectual que podemos esperar das gerações futuras, e até dessa mesma que vive no momento atual, a nossa juventude? Uma nação soberana e respeitada jamais será constituída por uma massa de pessoas cultural e intelectualmente ignorantes, isso não dá para contestar, mas parece que é intencional: a cada geração, as pessoas detêm menos conhecimento e recebem um ensino pior. Alguém aí já recebeu um comunicado da escola do filho, com erros de português? Eu já! Se quem ensina não estiver capacitado, qual será o impacto disso na formação intelectual do povo? O conhecimento não exercitado ou valorizado degrada, é perecível! Com todo o imenso acervo de informação disponível na internet, o que é mais procurado, avanços nas pesquisas científicas ou fofocas sobre o casamento da atriz global?

Olha só a lista de mais buscados do Yahoo agora, 12/09/2008 – 14:33:

1. Juliana Paes

2. Big Brother Brasil 9

3. Lindsay Lohan

4. Sérgio Mallandro

5. Horóscopo6. Resumo de Novelas

7. Mulher Melancia

8. Deborah Secco

9. Carolina Dieckman

10. Jogos Online

Precisa dizer mais alguma coisa?"

2 comentários:

  1. Bom dia, Herbert!

    Fico feliz que meu artigo tenha chamado sua atenção a ponto de replicá-lo aqui no Oficina! Ganhei o dia ao ver este post! Obrigado por mais essa honra. Aguardo a oportunidade de publicar um texto seu, você sabe...

    Um grande abraço!

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  2. Amigo Ronaldo,
    Pode deixar que o texto vai sair. É que não quero fazer qualquer coisa. Afinal o Qualiblog já está na primeira divisão da blogosfera...
    Quanto ao seu artigo, não é favor nenhum replicá-lo. Você acertou em cheio no seu comentário.
    Grande abraço.

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Convido você, caro leitor, a se manifestar sobre os assuntos postados na Oficina de Gerência. Incentivo ao debate, à informação, à diversidade de opiniões. Obrigado.