||| 06 de março DE 2026 ||| 6ª feira ||| dia da revolução pernambucana de 1817 ||| "Não escondas as tuas cicatrizes. Elas fazem de ti aquilo que és.". (Frank Sinatra) |||

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A Revolução Pernambucana, também conhecida como Revolução dos Padres, foi um movimento de caráter liberal e republicano que eclodiu no dia 6 de março de 1817 em Pernambuco, no Brasil. Dentre as suas causas, destacam-se a influência das ideias iluministas propagadas pelas sociedades maçônicas contra o absolutismo monárquico português e os enormes gastos da Família Real e seu séquito recém-chegados ao Brasil — a Capitania de Pernambuco, então a mais lucrativa da colônia, era obrigada a enviar para o Rio de Janeiro grandes somas de dinheiro para custear salários, comidas, roupas e festas da Corte, o que dificultava o enfrentamento de problemas locais (como a seca ocorrida em 1816) e ocasionava o atraso no pagamento dos soldados, gerando grande descontentamento no povo pernambucano. Único movimento por liberdade do período de dominação portuguesa que ultrapassou a fase conspiratória e atingiu o processo de tomada do poder, a Revolução Pernambucana provocou o adiamento da aclamação de João VI de Portugal como Rei e o atraso da viagem de Maria Leopoldina da Áustria para o Rio de Janeiro, mobilizando forças políticas e suscitando posicionamentos e repressões em todo o Reino do Brasil. Foi durante a insurreição de 1817 que a República foi proclamada pela primeira vez em terras brasileiras. A repressão foi violenta. Quatorze revoltosos foram executados pelo crime de lesa-majestade (a maioria enforcados e esquartejados, enquanto outros foram fuzilados), e centenas morreram em combate ou na prisão. Ainda em retaliação, Dom João VI desmembrou a então comarca das Alagoas do território pernambucano (sete anos mais tarde, Dom Pedro I tiraria de Pernambuco as terras que correspondem ao atual Oeste da Bahia como punição pela federação do Equador). Apenas na data de sua coroação, em 6 de fevereiro de 1818, Dom João VI ordenou o encerramento da devassa. Diferentemente da Inconfidência Mineira, cujo mártir Tiradentes era trabalhador braçal, e da Conjuração Baiana, que resultou na execução de quatro jovens negros e pardos, no movimento pernambucano os homens condenados à morte eram em sua maioria brancos e de classes sociais mais abonadas.[ https://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_Pernambucana ]


Joaquim da Silva Rabelo, depois Frei Joaquim do Amor Divino Rabelo, popularmente conhecido como Frei Caneca (Recife, 20 de agosto de 1779 — Recife, 13 de janeiro de 1825), foi um escritor, clérigo católico e político brasileiro. Esteve implicado na Revolução Pernambucana (1817) e foi líder e mártir da Confederação do Equador (1824). Como jornalista, esteve à frente do Typhis Pernambucano. A seu respeito, refere Evaldo Cabral de Mello: "O homem que, na história do Brasil, encarnará por excelência o sentimento nativista era curiosamente um lusitano 'jus sanguinis'." “Quem bebe da minha "caneca" tem sede de liberdade!” Participou ativamente da chamada Revolução Pernambucana (1817),[1] que proclamou uma República e organizou o primeiro governo independente na região. Não há referência a participação sua, diz Cabral de Mello, "nos acontecimentos inaugurais da sedição de 6 de março, como a formação do governo provisório. Assim é que da relação dos eleitores que o escolheram, não consta seu nome. Sua presença só se detecta nas últimas semanas de existência do regime, ao acompanhar o exército republicano que marchava para o sul da província a enfrentar as tropas do conde dos Arcos, ocasião em que, segundo a acusação, teria exercido de capitão de guerrilhas." Era conselheiro do exército republicano do sul, comandado pelo coronel Suassuna. {Em 18 de Dezembro de 1824 ali foi instalada uma comissão militar sob a presidência do coronel Francisco de Lima e Silva (pai do futuro Duque de Caxias) para proceder ao seu julgamento sob a acusação do crime de sedição e rebelião contra as imperiais ordens de sua Majestade Imperial. Com plenos poderes para julgar e condenar sumariamente, o acusado foi condenado à morte por enforcamento {https://pt.wikipedia.org/wiki/Frei_Caneca}


quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Mau humor para que te quero?

Breve Comentário: Cada vez mais os estudiosos das coisas do mundo corporativo procuram se aprofundar nas chamadas "doenças da alma". Coloco o mau humor dentre elas. Não aquele mau humor eventual - por exemplo, das segundas feiras pela manhã - mas o crônico, pegajoso, que identifica as pessoas que o tem, imediatamente, como um ser irado e detestável.
Vou publicar, ainda hoje ou amanhã, cinco vídeos (em seqüência) sobre o mau humor. Trata-se de um programa da GNT, que debateu o assunto com uma psicóloga, uma atriz assumidamente mau humorada e um outro ator. Acho que os leitores vão gostar muito.
O artigo que publico abaixo é um aperitivo deste post. Texto curto, mas direto. Dá conselhos e sugere como não se deixar dominar pela zanga e pelo aborrecimento. Confiram.
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Mau humor para que te quero?
Quem é que ainda não teve um daqueles dias onde o mau humor toma conta de nós e coitados daqueles que nos dirigirem uma só palavra que seja? Todos já tivemos e é horrível, não só para a pessoa que está de mau humor como para os seus colegas de trabalho que, coitados, têm que o aturar durante todo o dia. Conheça o mau humor de perto, enfrente-o e combata-o.
Há quem considere o mau humor uma praga. É contagioso: basta chegar alguém da sua equipe de trabalho com cara feia que passados poucos minutos já não é só uma pessoa com cara feia, são muitas pessoas. Saiba como enfrentar uma pessoa que está de mau humor.
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Precauções
Não sabe identificar os mal-humorados? É fácil. São aquelas pessoas que nunca assumem que são muito pessimistas mas (consideram-se realistas), que respondem sempre com duas pedras na mão e que nem sequer dão bom dia quando chegam ao escritório. Fuja delas.
  1. Não se deixe contaminar pelo mau humor desse seu colega. Evite passar muito tempo com essa pessoa e fale com ela apenas o indispensável e o essencial;
  2. Não argumente sobre determinados assuntos com uma pessoa que esteja de péssimo humor, ela vai com certeza falar, falar, falar, e vai tentar, custe o que custar, convencê-lo de que ela é que está certo. Quanto mais argumentar mais o humor dele piora;
  3. Por vezes o mau humorado só precisa de um pequeno pretexto para iniciar uma discussão. Não entre no jogo dele, deixe-o a jogar sozinho e vá jogar outro jogo para outro campo;
  4. Não vale a pena querer mostrar a estas pessoas o lado cor-de-rosa da vida, como é bom estar bem-humorado e que o mau humor, por vezes, só traz complicações e chatices. Eles são teimosos por natureza e nada os vai demover da sua postura.
Combata o mau humor. Veja o que pode ganhar se for bem-humorado:
  • O humor é uma excelente forma de reduzir o stress;
  • Funciona como um antídoto para as preocupações;
  • Os seus colegas vão vê-lo com outros olhos. A partir do dia em que ganhar um pouco de humor, os seus colegas terão tempo, sempre que você precisar, para uma troca de palavras;
  • Vai ganhar mais amigos. É mais fácil fazer amizades se trouxer estampado no rosto um sorriso ou uma postura de quem está feliz do que se entrar de "trombas" e a resmungar pelo corredor fora;
  • As horas vão passar tão rápido que nem dará por elas passarem;
  • Vai passar a receber convites dos seus colegas para jantares e saídas pós expediente;

Todas as pessoas têm problemas pessoais e é sempre inconveniente resolver os problemas pessoais mais desagradáveis junto aos colegas. Os seus colegas de trabalho não merecem que deposite o seu mau humor para cima deles. Por isso, mantenha-se sempre bem-humorado." (autoria, conforme está no site está consiganada para as iniciais VD)

NOTA: Se tiver interesse leia o artigo diretamente no site de origem: Mau humor para que te quero?

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