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Victor-Marie Hugo (Besançon, 26 de fevereiro de 1802 – Paris, 22 de maio de 1885) foi um romancista, poeta, dramaturgo, ensaísta, artista, estadista e ativista pelos direitos humanos francês de grande atuação política em seu país. É autor de Les Misérables e de Notre-Dame de Paris, entre diversas outras obras clássicas de fama e renome mundial. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Victor_Hugo)


quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Excelente iniciativa. Com certeza vai se difundir.

Assisti, hoje pela manhã, à reportagem transmitida pelo "Bom Dia Brasil" jornal matinal da TvGlobo cujo vídeo coloquei abaixo. Estava me preparando para sair - televisão ligada - quando vi a chamada para a matéria.
Fiquei curioso e esperei para ver. Não me arrependi. Além da reportagem, o que mais me chamou a atenção foi a idéia. Maravilhosa!
Empresas aproveitando seus veteranos, ex-empregados - já aposentados ou prestes a se aposentar - para passar suas experiências profissionais ou como aposentados para os funcionários que estão ou iniciando ou encerrando suas carreiras. Que beleza!
Confesso que já tinha pensado nisso muitas vezes, mas não conhecia as experiências bem sucedidas que a reportagem aponta. Como dirigente não fui competente para dar corpo à idéia.
Espero que outras corporações - penso na minha ex-empresa, Codevasf - possam copiar o exemplo. Por minha experiência de dirigente e um recém-chegado ao mundo dos aposentados, sempre lamentei o enorme cabedal de conhecimento que era jogado ao vento quando os técnicos se retiravam das suas atividades e "penduravam as chuteiras". Um desperdício de conhecimento. Uma "queima de arquivos vivos".
Lembro que o setor de recursos humanos ainda tentou algum movimento no sentido de aproveitar o conhecimento dos aposentados, mas não passou disso. Uma mera tentativa. Nos órgãos de governo (todos os níveis e poderes) este processo não existe. Pelo menos não tenho notícia. As dificuldades são (quase) intransponíveis. Principalmente porque não há continuidade de gerenciamento nas instituições. A maciça maioria é comandada, governo após governo, por pessoas indicadas politicamente e que não se interessam pelos seus destinos. É um paradoxo, mas é a verdade.
Acho que o tema está começando a tomar forma no mundo corporativo. É uma (ótima) novidade e todos os que trabalham devem se preocupar, o mais cedo possível, com a questão.
Não deixem de ver a reportagem e façam suas próprias ilações.
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