||| 05 de outubro DE 2026 ||| 2ª feira ||| Campanha das cores de outubro: * Rosa: voltada à conscientização e à prevenção do câncer de mama e do colo do útero * Verde: prevenção da sífilis e da sífilis congênita. * Marrom: Conscientização sobre a saúde ocular e prevenção de doenças que causam cegueira * Roxo: Conscientização sobre a síndrome de Rett (ou dislexia em algumas regiões) * Prata: Conscientização sobre o envelhecimento saudável e valorização da pessoa idosa. ||| # Reflexão: "A força mais potente do universo é a fé". -- Madre Teresa de Calcutá . |||

 

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Sir Winston Leonard Spencer Churchill (Woodstock, Oxfordshire, Inglaterra; 30 de novembro de 1874 – Londres, 24 de janeiro de 1965) foi um militar, estadista e escritor britânico que serviu como primeiro-ministro do Reino Unido de 1940 a 1945, durante a Segunda Guerra Mundial, e novamente de 1951 a 1955. Além de dois anos entre 1922 e 1924, foi membro do Parlamento (MP) de 1900 a 1964 e representou um total de cinco círculos eleitorais. Ideologicamente liberal econômico e imperialista, foi durante a maior parte de sua carreira um membro do Partido Conservador, que liderou de 1940 a 1955. Também foi membro do Partido Liberal de 1904 a 1924.Fora do governo durante seus chamados "anos selvagens" na década de 1930, Churchill assumiu a liderança ao pedir o rearmamento britânico para combater a crescente ameaça do militarismo na Alemanha Nazista. Com a eclosão da Segunda Guerra Mundial, ele foi renomeado Primeiro Lorde do Almirantado. Em maio de 1940, tornou-se primeiro-ministro, substituindo Neville Chamberlain. Churchill formou um governo nacional e supervisionou o envolvimento britânico no esforço de guerra dos Aliados contra as Potências do Eixo, resultando na vitória de 1945. Após a derrota dos conservadores nas eleições gerais de 1945, tornou-se líder da oposição. Em meio ao desenvolvimento da Guerra Fria com a União Soviética, alertou publicamente sobre uma "Cortina de Ferro" da influência soviética na Europa e promoveu a unidade europeia. Entre seus mandatos como primeiro-ministro, ele escreveu vários livros contando sua experiência durante a guerra pela qual foi premiado com o Prêmio Nobel de Literatura em 1953. Perdeu a eleição de 1950, mas voltou ao cargo em 1951. No seu segundo mandato preocupou-se com as relações exteriores, especialmente as relações anglo-americanas e a preservação do Império Britânico. { https://pt.wikipedia.org/wiki/Winston_Churchill }

 

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Ser bonito(a) ou ser feio(a)? Eis a questão!

Oportuno, como sempre, este artigo da Débora Martins. Com seu estilo leve e brincalhão ela vai passando seus recados. Este, por exemplo, explora um dos temas mais bem escamoteados, pelas hipocrisias e preconceitos, nos ambientes corporativos. A discriminação pela aparência visual (leia-se "beleza física").
É muito mais freqüente do que se imagina a escolha de profissionais pelo aspecto físico (bonito/feio); "beleza" do rosto (cabelos, boca, dentes, barba...); estatura (alto/baixo); peso (gordo/magro) e tantos outros itens considerados "fundamentais" para determinadas ocupações.
O que seria um absurdo completo é considerado aceitável pelo mercado de trabalho e com isso as (justas) reações são inibidas.
Não há como exercer fiscalização efetiva, pois nenhuma empresa expressa, formalmente, estas "exigências" para se assinar um contrato de trabalho. Mas elas existem e são aplicadas à vontade e impunemente. Sem denúncias objetivas que as comprovem. O culto à beleza física está presente no mundo corporativo tanto quanto em outros universos e tem encerrado ou limitado carreiras brilhantes ; ou alavancado outras, sem méritos profissionais.
Quer exemplo? São comuns, nas conversas (sobre banalidades) entre nós, seres humanos normais, expressões como:
· "Não sei como fulano, tão feio, conseguiu aquele emprego" ou
· "Beltrano é muito feio, não tem a menor chance de ser promovido."

Escrito assim, é muito grosseiro e cruel, mas no dia-a-dia ouvimos disparates como estes sem nos incomodarmos e sequer percebermos o preconceito que encerram.

A continuar assim, um "book" - daqueles que as modelos usam para conseguir empregos nas agências - será parte dos currículos das pessoas comuns em busca de trabalho. Parece exagero? Não é não! Arrisco-me a dizer que ainda não é praxe porque fere a lei e os costumes de forma muito ostensiva e isso a hipocrisia das relações humanas (ainda) não considera aceitável.
O artigo da Débora Martins aborda o tema com a graça e o espírito bem humorado que a caracterizam. Vamos a ele?

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“Só dá gente bonita”

"Há muitos anos ouço pessoas falarem sobre lugares onde só dá gente bonita. Confesso que tenho algumas dúvidas. Afinal, se a pessoa não possuir um rosto simétrico, dentes branqueados a laser, cabelo e roupas super estilosas ela não entra num desses lugares? Será barrada?
Um segurança irá dizer - Sinto muito, o senhor não é bonito. Queira se retirar, por gentileza!
Hum... E os jogadores de futebol? Convenhamos que, em sua grande maioria, não são lá tão bonitos assim, mas eles entram, não entram?
Eu já fui a muitos destes lugares. Opa! Então, sou bonita ou sou jogador de futebol?
Agora fiquei preocupada, quase perdi minha identidade diante de tantos questionamentos. Por mais que eu tente, não consigo (não quero) assimilar o que exatamente esta expressão significa, mas a considero pobre, muito pobre.
O que torna uma pessoa bonita é sua presença de espírito. Você já percebeu que há pessoas que iluminam o ambiente aonde chegam?
Algumas possuem um belo sorriso que encanta e contagia. Também há pessoas que são tão bonitas, mas tão bonitas que conseguem nos transmitir sensações agradáveis simplesmente por estarmos perto delas, só por vê-las, ouvi-las ou tocá-las. É muito gostoso.
Belo é, portanto, o que nos agrada, mas não só aos olhos. Nem todas as pessoas têm rostos e corpos bonitos, mas há pessoas que possuem um magnetismo inigualável, algo que transcende o entendimento do que realmente consideramos belo.
Quando nos afastamos do estereótipo de beleza que a mídia tanto valoriza e nos enfia goela abaixo, todos os dias, percebemos que o que realmente conta é a beleza interior.
“Beleza interior”, expressão gasta, que, no entanto, ainda serve para explicar algo intrínseco do ser humano. Isto porque o que temos de mais belo não se pode comprar, ajeitar ou preservar, mas pode ser aflorado.
Nossa, que profundo! Você percebeu que parei até de brincar? O engraçado é que quando comecei a escrever este texto não imaginava filosofar tanto, estava somente brincando com a idéia de separar as pessoas por castas. Mas, já que me aprofundei, vamos terminar em grande estilo com uma citação de Beethoven:“Não há nada tão belo como aproximarmo-nos da Divindade e espalhar os seus raios pela raça humana”.
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