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Milan Kundera (Brno, 1 de abril de 1929 – Paris, 11 de julho de 2023) foi um escritor checo, exilado na França, conhecido por seu livro "A Insustentável Leveza do Ser" (1983). Naturalizado francês desde 1981, a sua cidadania checa fora revogada em 1979. Uma nova cidadania checa foi-lhe fornecida em 2019. Porém, Kundera considerava-se um escritor francês e desejava que a sua literatura fosse estudada como literatura francesa e como tal classificada nas livrarias. Sua obra mais conhecida e aclamada é A Insustentável Leveza do Ser, publicada antes da Revolução de Veludo de 1989, quando o regime comunista da Checoslováquia baniu seus livros. {}


terça-feira, 10 de junho de 2008

Me curvo à publicidade... Vou assistir Sex and the City.


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Muitos leitores do blog, você entre eles, estarão se perguntando porque a Oficina de Gerência está tratando de um tema como o filme "Sex and The City"? Já disse anteriormente e aproveito a oportunidade para reiterar que o blog é uma forma de expressão pessoal de quem o produz (assim eu entendo). Apesar de haver um tema principal - no caso da Oficina é o da administração e suas derivações - o blogueiro se vê desafiado a, regularmente, abordar assuntos diversificados em nome do interesse geral, do entretenimento, do "passar o tempo", da atualidade e da sua própria opinião sobre diversos assuntos. Cinema, por exemplo é um deles.
Além disso, quase tudo, no mundo das notícias e dos fatos, pode ser colocado em torno de temas como administração, gerência, motivação e liderança. Cinema não foge à regra.
Todavia, o que me motivou a escrever este post foram dois aspectos que anotei a respeito deste filme que está em cartaz amparado com enorme publicidade em todo o mundo. O primeiro foi exatamente esta gigantesca e bem administrada campanha mundial que os produtores do filme lançaram antes da sua estréia.
Fui testemunha - porque casualmente estava em Paris e Roma (por favor não entendam isto como pedantismo) - da maciça propaganda do filme nestas metrópoles. Em todas as esquinas e espaços possíveis havia um banner. Nas televisões, jornais e em todas as expressões de mídia. Foram muitos milhões de euros. O segundo aspecto, menos "fashion" que me levou a produzir o post foi um vídeo que capturei do site da Veja.com. O vídeo, apresentado abaixo, traz um comentário de Isabela Boscov (Editora de VEJA responsável pela área de cinema) sobre o filme. Uma crítica demolidora. Pela categoria da comentarista, fico com a opinião dela. Pela publicidade, estou curioso para ver o filme... e deverei faze-lo, apesar de "saber" o que vou assistir. Paradoxo? Sim, mas a vida não é isto, também? Um desdobrar contínuo de comportamentos que bailam entre os temas ordotodoxos e aqueles que são expressões dos parodoxos?
Portanto, vejam o vídeo e tomem suas decisões de ver - ou não - o filme.
Ah! Não deixem de clicar aqui para ver o que o Crow Angel, do Destruidores do Universo (meu consultor preferido para "assuntos cinematógráficos") fala sobre o filme. Uma reportagem completa.
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2 comentários:

  1. Sabe do que tenho sentido falta? Da 'Varanda' e de sua cobertura da campanha para as eleições americanas. Viu a Veja desta semana, com matéria de capa sobre o Obama?

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  2. Caro Ronaldo,
    Coincidentemente, pois não tinha lido seu comentário, acabei de postar sobre as eleições norte-americanas.
    Sobre a "varanda", vou voltar com ela. Também senti falta, mas dei um tempo e... esqueci.
    Grato pelas dicas. Padrinho é isso ai!

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Convido você, caro leitor, a se manifestar sobre os assuntos postados na Oficina de Gerência. Sua participação me incentiva e provoca. Obrigado.