||| 02 de junho DE 2026 ||| 3ª feira ||| Campanhas e cores do mês: Junho Vermelho: incentivo à doação de sangue - Junho Laranja: Dedicada à conscientização, prevenção e diagnóstico precoce da anemia e da leucemia - Junho Violeta: Focada no combate e na conscientização contra a violência à pessoa idosa. ||| "Engolimos de uma vez a mentira que nos adula e bebemos gota a gota a verdade que nos amarga". (Denis Diderot) |||

Bem vindo

Bem vindo

No mês de junho, destacam-se três principais campanhas nacionais de conscientização e saúde, cada uma representada por uma cor:Vermelho (Junho Vermelho): Campanha de incentivo à doação de sangue. O movimento visa manter os estoques dos hemocentros abastecidos, uma vez que as doações costumam cair durante o outono e o inverno devido ao aumento das infecções respiratórias. 14 de junho é o Dia Mundial do Doador de Sangue.Laranja (Junho Laranja): Campanha dedicada à conscientização, prevenção e diagnóstico precoce da anemia e da leucemia.Violeta (Junho Violeta): Focada no combate e na conscientização contra a violência à pessoa idosa.

pensamento dia

pensamento dia

Frase

Frase
Robert Louis Stevenson (Edimburgo, Escócia, 13 de novembro de 1850 – Vailima, Ilhas Samoa, 3 de dezembro de 1894), tendo nascido Robert Lewis Balfour Stevenson, foi um influente novelista, poeta e escritor de roteiros de viagem britânico, nascido na Escócia. Escreveu clássicos como A Ilha do Tesouro, O Médico e o Monstro, Raptado e As Aventuras de David Balfour. Considerado um dos mais importantes escritores britânicos do século XIX, está entre os autores mais traduzidos em todo o mundo. Foi, em vida, também um ativista político, crítico social e humanista. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Robert_Louis_Stevenson}

 

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Conheça a História: Madeira-Mamoré foi o retrato da incompetência.


A história da construção da estrada de ferro Madeira-Mamoré é um monumento à má administração e à incompetência. Por mais que historiadores, televisão e jornalistas tentem jogar toneladas de "glamour" sobre ela, não há maneira de livra-la dessa pecha. Infelizmente os governos não aprendem e continuaram, ao longo da história a jogar o dinheiro público pela janela com projetos sem estudos de viabilidade e sem planejamento. Vide Rodovias Transamazônica e Belém-Brasília e atualmente, o famoso projeto da Transposição do São Francisco.
Belos projetos se perderam ou se perderão nas suas finalidades pelo mau planejamento, pelo açodamento e pela politização dos investimentos.
A Madeira-Mamoré - cuja história se deu no início do século - ainda é um símbolo da malversação dos recursos públicos; ela é o ícone mais conhecido dessa montanha de incompetências.
O vídeo abaixo conta um pouco dessa história. Vale a pena clicar no play e aprender um pouco com a insensatez dos homens públicos e dos investidores fracassados.
Se estiver interessado clique neste link para conhecer um pouco mais sobre a Madeira-Mamoré e aqui para ir à página do YouTube onde vários vídeos sobre o tema podem ser vistos.

°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°
.
"Visando aproximar as regiões produtoras de látex, em pleno auge da comercialização internacional da borracha, o projeto atendia também aos desejos das autoridades preocupadas com a ocupação da Amazônia. Houve algumas tentativas ainda no século XIX, que fracassaram por falta de verba, infra-estrutura técnica e hesitação frente às difíceis condições da caracterização ambiental da região (chuvas e cheias dos rios, vegetação densa, variedade das doenças tropicais).
Em 1907, a empreitada foi iniciada, contando com a experiência da companhia americana May, Jekyll & Randolph, que já havia produzido projetos semelhantes em Cuba e na Guatemala. Para construir cerca de 364 km de estrada-de-ferro, foram arregimentados perto de 30 mil homens, das mais diversas nacionalidades e de inúmeras regiões do Brasil. Muitos abandonavam a viagem no caminho, ao ouvirem os rumores sobre as condições de vida na região do rio Madeira." [...]
(clique aqui para ler o texto na íntegra)

.
°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°




Nenhum comentário:

Postar um comentário

Convido você, caro leitor, a se manifestar sobre os assuntos postados na Oficina de Gerência. Sua participação me incentiva e provoca. Obrigado.