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O Dia Mundial da Hipertensão é celebrado todos os anos a 17 de maio desde 2005. Para assinalar a data são realizados rastreios gratuitos à pressão arterial por várias instituições de saúde, de forma a alertar e prevenir a população para as consequências da hipertensão no organismo, com especial destaque para o AVC (Acidente Vascular Cerebral). O objetivo deste Dia Internacional da Hipertensão é combater o flagelo da hipertensão. Hipertensão em Portugal Cerca de 40% da população portuguesa é hipertensa. A hipertensão é uma doença crónica, que pode ser reversível, desde que se adotem hábitos de vida saudáveis. A tensão arterial elevada afeta cada vez mais a população jovem. A hipertensão arterial aumenta o risco de ataques cardíacos, derrames cardiovasculares e insuficiência renal. Pode ainda originar cegueira, irregularidades do ritmo cardíaco e insuficiência cardíaca. O risco de desenvolver estas complicações é maior na presença de outros fatores de risco cardiovasculares, como a diabetes. paciente medindo tensão Reduzir a pressão arterial elevada A pressão arterial elevada pode ser prevenida e tratada, cumprindo alguns rituais saudáveis: Reduzir a ingestão de sal; Fazer uma dieta equilibrada; Evitar a ingestão de álcool e o consumo de tabaco; Praticar exercício físico de forma regular.


Jean de La Bruyère (Paris, 16 de agosto de 1645 – Versalhes, 10 de maio de 1696) foi um filósofo e moralista francês que se destacou pela sua sátira. Biografia La Bruyère é famoso por uma única obra, dos Personagens ou costumes do século (Les Caractères ou les Mœurs de ce siècle) (1688). Este livro, composto de um conjunto de peças curtas de literatura, é uma crônica do espírito essencial do século XVII. La Bruyere foi um dos escritores do passado que destacou o "estilo" da literatura, desenvolvendo um fraseado rítmico em que os efeitos de ruptura são fundamentais. Este estilo incentiva a leitura em voz alta, indicando o estado de atividade dos juízos morais pela operação retórica obtida através da leitura em voz alta para o público. La Bruyere dedica uma seção inteira a caracteres de eloquência perversos. Muitos autores têm seguido o caminho traçado pela estilística La Bruyere desde Marivaux, de Honoré de Balzac e de Marcel Proust, passando por André Gide. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Jean_de_La_Bruy%C3%A8re}

MAIO


 



quinta-feira, 26 de junho de 2008

Eleições no Zimbábue serão um marco histórico?

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Vi esta foto na Folha de São Paulo (sempre ela) e me deu um estalo. Trata-se de um manifestante na África do Sul protestando contra as eleições de amanhã, 2º turno, no Zimbábue.
Quem está acompanhando o noticiário internacional (clique neste ponto, aqui e também aqui) sabe que o atual presidente, Robert Mugabe, ditador no poder desde 1980 (foi primeiro ministro e depois presidente), perdeu o primeiro turno nas eleições realizadas recentemente. Logo após essa derrota, centenas de partidários do candidato da oposição, Morgan Tsvangirai, foram assassinados durante a onda de violência que (ainda) está assolando o país. O vencedor do primeiro turno disse que não disputaria as eleições por falta de segurança e se refugiou na embaixada da Holanda em Harare (capital do Zimbábue) denunciando ao mundo as atrocidades dos partidários de Mugabe. É a África.
E dai? Devem estar perguntando os leitores do blog. O que a Oficina de Gerência tem a ver com esta notícia? Para responder a essa justa indagação vou dividir a resposta em dois itens:
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4Primeiramente me valho do universalismo que permeia quaisquer conceituações de administração e liderança. Este epísódio pode, perfeitamente, ser caracterizado como um... case. Vejamos: Mugabe, há quase 30 anos no poder, está em declínio e não suporta ser substituído. Isto lembra alguma coisa do mundo corporativo? Gente aferrada, ano após ano, à cadeira de presidente? De diretor ou de gerente? Já perderam a validade, mas não largam o osso?
4 Em segundo lugar, o case serve mostrar que Robert Mugabe esqueceu que estamos no século 21 e não mais nos anos 80. Quando um manifestante na África do Sul e a pressão internacional, principalmente dos demais paises africanos, se movem contra as eleições de amanhã no Zimbábue, são novidades que merecem registro no conturbado cenário político daquele continente.
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Antigamente, quem se importaria com isso? Milhões de pessoas já foram assassinadas ali, simplesmente, por ódios tribais e os paises "civilizados" mal protestaram.
Vamos acompanhar este panorama. O que ocorrer, de um jeito ou de outro, marcará uma divisória nas relações entre o primeiro mundo - União Européia e EUA, principalmente - e o continente africano. Se não, vejamos:
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8 No caso de Mugabe insistir em se reeleger sob os protestos internacionais e de seus próprios co-irmãos, mostrará ao mundo que as nações mais desenvolvidas não tiveram poder ou não se interessaram de verdade (essa é a hipótese mais plausível), de degolar adversários para se manter no poder. Enfraquecerá todos os dicursos europeus e americanos contra as desumanas brutalidades que são recorrentes nas terras da África.
8 Se o ditador recuar, o que será uma vitória contra o barbarismo, o mundo ocidental mostrará que o discurso que faz contra as ditaduras e os direitos humanos, na África, são para valer. Será uma clara demonstração de que a realidade, nas nações africanas não serão como antes.
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ATENÇÂO: Alguém duvida que a onda migratória de africanos para paises europeus, principalmente, não traz em seu bojo os resultados de governos como o de Roberto Mugabe, no Zimbábue? A eleição de Mugabe, amanhã, apenas mostrará que a União Européia longe de querer resolver o problema que lhe afeta, escolherá a repressão simples aos imigrantes (leia o post Retrocesso na União Européia. Imigração ilegal será crime.). Uma espécie de "solução final nazista" para resolver esta... perturbação..
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