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Bem vindo

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A profissão de matemático está associada ao magistério, ou seja, à educação. E é esse o setor que ainda emprega boa parte dos formados que fazem a licenciatura em matemática. Entre as especializações, existe a matemática pura e a aplicada. A primeira é totalmente científica e dirigida a vários tipos de pesquisa. Já a matemática aplicada, propõe-se a resolver problemas práticos da ciência e da tecnologia. Os matemáticos são cientistas que calculam, desenvolvem e resolvem problemas, criam fórmulas e modelos. A matemática pura dedica-se à teoria, criando novos princípios, desenvolvendo relações entre os já existentes, reformulando teorias e ampliando as fronteiras do conhecimento. O avanço da informática abre novas perspectivas para a ciência, permitindo a visualização de soluções de modelos matemáticos na forma de desenhos de estruturas. A matemática aplicada fornece ferramentas, isto é, modelos matemáticos e métodos computacionais, para solucionar problemas de quase todas as áreas do conhecimento, como economia e finanças, engenharia, biologia, medicina, meteorologia, oceanografia, lingüística. Com a prática cada vez mais comum de atividades multidisciplinares, em todas as áreas se comprovam as transformações que ocorrem no mercado de trabalho. Na área de Matemática, essa ciência assume seu caráter diversificado ao romper os limites da educação formal e servir de instrumento fundamental nos setores da engenharia, meteorologia, economia, computação, mercado financeiro e até da medicina. Parabéns a todos os Matemáticos!!

pensamento dia

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Frase

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Albert Einstein (Ulm, 14 de março de 1879 – Princeton, 18 de abril de 1955) foi um físico teórico alemão que desenvolveu a teoria da relatividade geral, um dos pilares da física moderna ao lado da mecânica quântica. Embora mais conhecido por sua fórmula de equivalência massa–energia, E = mc² — que foi chamada de "a equação mais famosa do mundo" —, foi laureado com o Prêmio Nobel de Física de 1921 "por suas contribuições à física teórica" e, especialmente, por sua descoberta da lei do efeito fotoelétrico, que foi fundamental no estabelecimento da teoria quântica. Investigou as propriedades térmicas da luz, o que lançou as bases da teoria dos fótons. Em 1917, aplicou a teoria da relatividade geral para modelar a estrutura do universo como um todo. Suas obras renderam-lhe o status de celebridade mundial enquanto tornava-se uma nova figura na história da humanidade, recebendo prêmios internacionais e sendo convidado de chefes de estado e autoridades. Foi professor da Academia de Ciências de Berlim. Em 1933, quando o Partido Nazista chegou ao poder na Alemanha, estava nos Estados Unidos, onde passou a morar. Desde então, não tornou a residir no seu país de origem. Naturalizou-se estadunidense em 1940. Em agosto de 1939, pouco antes da eclosão da Segunda Guerra Mundial, ajudou a alertar o presidente Franklin D. Roosevelt que a Alemanha poderia estar desenvolvendo uma arma atômica, recomendando aos norte-americanos começarem uma pesquisa semelhante, que se tornaria o Projeto Manhattan. Apoiou os Aliados, opondo-se, no entanto, à utilização de armas nucleares contra o Japão. Mais tarde, com o filósofo britânico Bertrand Russell, assinou o Manifesto Russell-Einstein, que destacou o perigo das armas nucleares. Foi afiliado ao Instituto de Estudos Avançados de Princeton, onde trabalhou até sua morte em 1955. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Albert_Einstein}

 

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Eleições no Zimbábue serão um marco histórico?

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Vi esta foto na Folha de São Paulo (sempre ela) e me deu um estalo. Trata-se de um manifestante na África do Sul protestando contra as eleições de amanhã, 2º turno, no Zimbábue.
Quem está acompanhando o noticiário internacional (clique neste ponto, aqui e também aqui) sabe que o atual presidente, Robert Mugabe, ditador no poder desde 1980 (foi primeiro ministro e depois presidente), perdeu o primeiro turno nas eleições realizadas recentemente. Logo após essa derrota, centenas de partidários do candidato da oposição, Morgan Tsvangirai, foram assassinados durante a onda de violência que (ainda) está assolando o país. O vencedor do primeiro turno disse que não disputaria as eleições por falta de segurança e se refugiou na embaixada da Holanda em Harare (capital do Zimbábue) denunciando ao mundo as atrocidades dos partidários de Mugabe. É a África.
E dai? Devem estar perguntando os leitores do blog. O que a Oficina de Gerência tem a ver com esta notícia? Para responder a essa justa indagação vou dividir a resposta em dois itens:
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4Primeiramente me valho do universalismo que permeia quaisquer conceituações de administração e liderança. Este epísódio pode, perfeitamente, ser caracterizado como um... case. Vejamos: Mugabe, há quase 30 anos no poder, está em declínio e não suporta ser substituído. Isto lembra alguma coisa do mundo corporativo? Gente aferrada, ano após ano, à cadeira de presidente? De diretor ou de gerente? Já perderam a validade, mas não largam o osso?
4 Em segundo lugar, o case serve mostrar que Robert Mugabe esqueceu que estamos no século 21 e não mais nos anos 80. Quando um manifestante na África do Sul e a pressão internacional, principalmente dos demais paises africanos, se movem contra as eleições de amanhã no Zimbábue, são novidades que merecem registro no conturbado cenário político daquele continente.
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Antigamente, quem se importaria com isso? Milhões de pessoas já foram assassinadas ali, simplesmente, por ódios tribais e os paises "civilizados" mal protestaram.
Vamos acompanhar este panorama. O que ocorrer, de um jeito ou de outro, marcará uma divisória nas relações entre o primeiro mundo - União Européia e EUA, principalmente - e o continente africano. Se não, vejamos:
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8 No caso de Mugabe insistir em se reeleger sob os protestos internacionais e de seus próprios co-irmãos, mostrará ao mundo que as nações mais desenvolvidas não tiveram poder ou não se interessaram de verdade (essa é a hipótese mais plausível), de degolar adversários para se manter no poder. Enfraquecerá todos os dicursos europeus e americanos contra as desumanas brutalidades que são recorrentes nas terras da África.
8 Se o ditador recuar, o que será uma vitória contra o barbarismo, o mundo ocidental mostrará que o discurso que faz contra as ditaduras e os direitos humanos, na África, são para valer. Será uma clara demonstração de que a realidade, nas nações africanas não serão como antes.
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ATENÇÂO: Alguém duvida que a onda migratória de africanos para paises europeus, principalmente, não traz em seu bojo os resultados de governos como o de Roberto Mugabe, no Zimbábue? A eleição de Mugabe, amanhã, apenas mostrará que a União Européia longe de querer resolver o problema que lhe afeta, escolherá a repressão simples aos imigrantes (leia o post Retrocesso na União Européia. Imigração ilegal será crime.). Uma espécie de "solução final nazista" para resolver esta... perturbação..
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