||| 25 de agosto DE 2026 ||| 3.ª feira ||| Dia Nacional da Educação Infantil ||| *Reflexão: "A infância é o chão que a gente pisa a vida inteira." – Lya Luft. |||

 

Bem vindo

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No dia 25 de agosto é celebrado o Dia Nacional da Educação Infantil. A data foi escolhida em homenagem ao nascimento da médica pediátrica e sanitarista brasileira Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança. A oficialização da celebração aconteceu a partir da Lei 12.602/2012, que também institui a Semana Nacional da Educação Infantil. A celebração aproveita a data para trazer à tona debates referentes à educação infantil no Brasil. A fase que atua com crianças de zero a seis anos de idade é a primeira etapa da educação básica. Neste momento, os pequenos são levados a desenvolver diferentes capacidades que os acompanharão até a vida adulta, como: • Motora; • Intelectual; • Sociais. Importância da educação infantil escolar Na educação infantil as crianças começam a ter os seus primeiros contatos com a experiência escolar. Dessa forma, o nível educacional é considerado um dos mais importantes do sistema educacional brasileiro. Com a educação infantil escolar, as crianças começam a interagir fora do convívio familiar. Dessa forma, elas passam a lidar com as diferenças dentro do desenvolvimento integral. Sendo assim, com seu desenvolvimento cognitivo sendo proporcionado com o auxílio dos professores. Todo o conhecimento passado durante a formação da educação infantil, é utilizado como uma base para as demais etapas da educação formal, e permitindo que os pequenos cresçam com mais autonomia e tenham mais sucesso em sua vida escolar e individual. Durante os anos iniciais é possível descobrir os interesses das crianças, bem como sua forma de se expressar, ideias, etc.

pensamento dia

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Frase

Frase
Jean-Jacques Rousseau[a] (Genebra, 28 de junho de 1712 – Ermenonville, 2 de julho de 1778), foi um importante filósofo, teórico político, escritor e compositor genebrino. As ideias de Rousseau influenciaram profundamente todo o Direito e outras áreas das ciências humanas na medida em que desenvolveram e aprofundaram conceitos como Estado, poder e soberania, tais quais conhecemos atualmente. Seu primeiro grande texto filosófico, Discurso sobre as Ciências e as Artes, ganhou o prêmio da Academia de Dijon em 1750, marcando o início de seu sucesso intelectual. Certas características da filosofia de Rousseau já emergiram em sua primeira obra: a dura crítica à civilização, entendida como a causa de todos os males e infelicidade na vida humana em contraste com a predominância da bondade humana em seu estado de natureza. Esses temas foram retomados e desenvolvidos em sua obra posterior, Discurso sobre a Origem e os Fundamentos da Desigualdade entre os Homens, de 1754, mas foi com a obra Do Contrato Social, de 1762, que Rousseau exerceu maior influência, sobretudo por transferir a titularidade de soberania da pessoa do governante para o povo. A filosofia política de Rousseau influenciou o progresso do Iluminismo em toda a Europa, bem como certos aspectos da Revolução Francesa e o desenvolvimento dos pensamentos políticos, econômicos e educacionais posteriores, embora grande parte das reflexões rousseaunianas contraste radicalmente com a corrente iluminista, tendo sido classificada como romântica ou até mesmo como irracionalista por alguns de seus pares. A relação de Rousseau com intelectuais iluministas de sua época, assim como com as instituições da República de Genebra, acabou se deteriorando devido a discordâncias filosóficas, suspeitas e brigas, levando Rousseau ao isolamento quase completo.[https://pt.wikipedia.org/wiki/Jean-Jacques_Rousseau]

 

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Oficina de Gerência com faro jornalístico...


O auto-elogio é antiético. Concordo. Todavia fazer uma autopromoção, de vez em quando, não deve ser condenável. Afinal de contas não devemos cuidar bem da auto-imagem? O que você acha? Faço esta introdução bem humorada para "puxar a brasa para minha sardinha", quer dizer, do blog.
Nesta semana, a morte de D.Ruth Cardoso me motivou a fazer um comentário que considerei "saído do fundo da alma" (D. Ruth Cardoso era uma unanimidade.) no dia 25 logo pela manhã. Pois bem, à noite do mesmo dia o Arnaldo Jabor, no Jornal Nacional ou no Jornal da Globo (não me lembro bem qual deles), comentou a morte de D. Ruth com uma abordagem muito próxima da que foi colocada aqui no post.
No dia 26, a repercussão do desaparecimento de Ruth Cardoso, em toda a mídia - nacional e estrangeira - destacou exatamente a capacidade dela de se descolar da imagem clássica de "primeira dama", mesmo ao lado do "fulgurante" marido presidente. Veja abaixo um trecho da coluna de Eliane Cantanhede daquele dia, na FSPaulo.
[...] "Ruth Cardoso também era profundamente orgulhosa da sua independência, sobretudo intelectual, de um marido tão esfuziante e com tanto poder. Jamais se ouviu dizer de sua interferência num programa de governo, numa decisão do Planalto, num movimento político do presidente. O poder corrompe e deforma, mas Ruth Cardoso entrou e saiu dele com a mesma cara, o mesmo trajar, a mesma discrição e o mesmo respeito por ela própria. Como disse Serra, uma mulher admirável." [....]
Neste mesmo dia (26) a FSPaulo publicou a foto que me motivou a escrever o post Não espere velórios para rever amigos. Novamente, à noite, Jabor fez o seu comentário no mesmo diapasão, destacando a foto (gente, longe de mim aludir que ele esteja lendo o blog me "plagiando"... Brincadeira.).
E finalmente, na Folha de hoje (27), novamente a Eliane Cantanhede faz um comentário a respeito da foto. Publico o artigo inteiro pois não se deve perder oportunidade de ler a melhor colunista da imprensa brasileira (na minha opinião):
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"O abraço
Mortes quase sempre geram muita tristeza, tréguas e pausas para pensar, mesmo nas mais conflagradas famílias. Foi o que a morte de Ruth Cardoso produziu, deixando como marca uma foto emocionante sob o ponto de vista humano e emblemática sob o político: a do abraço, em lágrimas, do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e de seu sucessor, Luiz Inácio Lula da Silva. (grifo do blog)
Um abraço de velhos companheiros, não de atuais adversários, e que não vai mudar a política em nada (principalmente diante das eleições municipais), mas mexeu com corações endurecidos e partidarismos inflexíveis no PT e no PSDB.
Aliados nos tempos do inimigo comum, a ditadura militar, FHC, Lula e seus respectivos grupos e partidos se distanciaram basicamente por diferenças de táticas políticas e de estratégia, aprofundadas ao longo do tempo pela disputa de poder. De aliados passaram a adversários e chegaram a inimigos, capazes de se ferirem cruelmente.
FHC e Lula são o que há de melhor na política brasileira, pela capacidade intelectual de um, a perspicácia do outro, a liderança e a excepcionalidade de ambos. FHC fincou as bases em praticamente todas as áreas para um país muito melhor do que encontrara oito anos antes. Lula pegou o bonde e acelerou.
Os avanços na economia e na gestão, porém, não refletiram em melhorias na prática política nem no refluxo nos escândalos. Os dois, entrincheirados em seus partidos e reféns de suas alianças, conviveram com erros bem parecidos. Mas é justamente por esses erros que se matam uns aos outros. O sujo falando do mal lavado. A diferença é que Lula e os petistas foram implacáveis contra FHC e os tucanos no poder, mas não suportam provar do próprio veneno. Virou uma guerra.
E, se o Brasil bateu no seu teto político com FHC e Lula, o que virá depois? A foto do abraço, tão forte, contundente, remete ao passado, mas não projeta o futuro." (grifo do blog). (elianec@uol.com.br)
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Estarei sendo cabotino ao procurar estes paralelos entre os posts do blog e dois grandes e experientes comentaristas? Se estiver, me desculpem, mas não resisto. Seja por vaidade - que considero positiva nestes casos, seja para mostrar aos leitores que o blog está "antenado" e "up to date" com as notícias em tempo real, vou continuar destacando estes "furos de comentários" (será que isso existe?) na grande imprensa. Um dia eu conto uma série destes episódios na minha "vida paralela de analista".
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