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Frase

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Confúcio, (literalmente "Mestre Kong"), nasceu em 551 a.C. no feudo de Lu (atual província de Shandong) e morreu no ano de 479 a.C., aos 71 ou 72 anos, na cidade de Qufu, no antigo Estado de Lu (atual província de Shandong, na China). Foi um pensador, professor e filósofo chinês do Período das Primaveras e Outonos. A filosofia de Confúcio sublinhava uma moralidade pessoal e governamental, os procedimentos corretos nas relações sociais, a justiça e a sinceridade. Estes valores ganharam predominância na China em relação a outras doutrinas, como o legalismo e o taoismo, durante a Dinastia Han (206 a.C. – 220). Os pensamentos de Confúcio foram desenvolvidos num sistema filosófico conhecido por confucionismo. Por nenhum texto ser comprovadamente de autoria de Confúcio e as ideias mais comumente atribuídas a ele terem sido redigidas durante o período entre a sua morte e a fundação do primeiro império chinês em 221 a.C., muitos acadêmicos são muito cautelosos em atribuir asserções específicas ao próprio Confúcio. Os princípios de Confúcio tinham base nas tradições e crenças chinesas comuns. Favoreciam uma lealdade familiar forte, veneração dos ancestrais, respeito com os idosos e a família como a base para um governo ideal. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Conf%C3%BAcio}

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sábado, 14 de junho de 2008

Cony escreve sobre Barack Obama.

Nem me atrevo a escrever qualquer coisa sobre Carlos Heytor Cony. Apenas que sou um leitor permanente de (quase) tudo que ele escreve; principalmente suas crônicas na Folha de São Paulo.
Nesta, publicada ontem (12/junho), Cony disserta sobre o surgimento de Barack Obama (clique aqui também) nos cenários internacional e nos EUA. Pela concisão do texto, privilégio dos grandes mestres e pela abordagem do tema, o artigo é de leitura intransferível. Ou seja, recomendo que você o leia agora e depois diga se não tenho razão.
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Obama e o sonho

Compreendo mas não participo da euforia provocada pela candidatura do Barack Obama à Presidência dos Estados Unidos pelo Partido Democrata. Não acredito que o governo da nação mais poderosa do mundo seja melhor ou mais simpático pelo fato de ser liderado por um negro com idéias liberais e uma biografia interessante e, até onde sabemos, digna de respeito.
O fator racial não deveria contar. Tivemos brancos como Hitler e Stálin, amarelos como Mao, negros como Idi Amin Dada e François Duvalier, todos foram ditadores sanguinários. Cor da pele não deveria significar medida de valor, nem para o bem, nem para o mal.
Agora, não deixa de ser simpática a idéia de a grande nação ser governada por um negro que, há apenas 40 anos, talvez não pudesse se sentar nos mesmos bancos dos ônibus em que os brancos se sentavam. Com ascendência africana, de formação não-cristã, num país em que 80% são cristãos, ele não poderia usar os banheiros públicos destinados aos "Wasp" - os brancos, anglo-saxônicos e protestantes. Seus filhos não poderiam freqüentar as melhores escolas e universidades.
Neste particular, a indicação de Obama deve ser saudada não por ser um candidato melhor do que os demais, mas por representar a superação de um preconceito racial injustificável que perdurou até o fim dos anos 60 do século passado.
No famoso discurso "I have a dream", de Martin Luther King, ele sonhava com uma sociedade igualitária e justa, sem discriminação racial. Não exatamente com um governo presidido por um negro. Mesmo assim, foi assassinado pelo ódio de um branco enlouquecido.
A indicação de Barack Obama indica uma gigantesca e saudável mudança na sociedade norte-americana. Mas nenhuma garantia de que ele será melhor do que os outros.
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