||| 30 de maio DE 2026 ||| sábado ||| Dia de santa joana d'arc ||| “Tudo parece impossível até que seja feito.” ― Nelson Mandela |||

Bem vindo

Bem vindo

Joana d’Arc (em francês: Jeanne d’Arc) - Domrémy-la-Pucelle, ca. 1412 – Ruão, 30 de maio de 1431) foi uma camponesa e santa francesa canonizada pela Igreja Católica, considerada uma heroína da França pelos seus feitos durante a Guerra dos Cem Anos. Nasceu filha de Jacques d’Arc e Isabelle Romée, numa família camponesa, em Domrémy no nordeste da França. Joana alegava receber visões divinas do arcanjo Miguel, de Santa Margarida e da Santa Catarina, que a instruíram a ajudar as forças de Carlos VII e livrar a França do domínio da Inglaterra. O não coroado Carlos VII enviou Joana junto com um exército para tentar solucionar o Cerco de Orleães. Após apenas nove dias de ação, a batalha terminou com um resultado favorável aos franceses e Orleães foi libertada, elevando assim a reputação de Joana a condição de heroína nacional aos olhos do povo francês. Seguiu-se uma série de vitórias militares para as forças de Carlos VII, que permitiram sua coroação como rei na Catedral de Reims. Como resultado, a moral da população francesa melhorou e a maré da Guerra dos Cem Anos começou a virar em favor dos franceses. Após o fracassado Cerco de Paris, contudo, a popularidade de Joana dentre a nobreza francesa despencou. Em 23 de maio de 1430, ela foi capturada em Compiègne pelos Borguinhões, um grupo de franceses que apoiavam os ingleses. Eles a entregaram nas mãos do governo da Inglaterra, que colocaram seu julgamento nas mãos do bispo Pierre Cauchon, jogando contra ela diversas acusações de cunho religioso. Cauchon a declarou culpada e ela foi sentenciada à morte na fogueira. Joana foi executada em 30 de maio de 1431, aos 19 anos de idade. Sua morte, contudo, a elevou aos status de mártir e fez aumentar o fervor patriótico francês contra os ingleses. Em 1456, um tribunal inquisitorial foi autorizado pelo Papa Calisto III para examinar seu julgamento, revendo suas acusações e proclamando sua inocência, formalmente declarando Joana como uma mártir da igreja. No século XVI ela foi usada como símbolo pela Liga Católica contra os protestantes e, em 1803, Joana foi oficialmente declarada como um símbolo nacional da França por decisão do imperador Napoleão Bonaparte. Ela foi beatificada em 1909 e canonizada em 1920 pelo Vaticano. Joana d'Arc é atualmente uma dos nove padroeiros da França. Ela permanece uma figura popular no país e pelo mundo, sendo retratada em inúmeras peças de literatura, pinturas, esculturas e outras formas de arte, sendo figura central no trabalho de vários escritores, artistas, cineastas e compositores famosos. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Joana_d%27Arc}

pensamento dia

pensamento dia

Frase

Frase
Mohandas Karamchand Gandhi (Porbandar, 2 de outubro de 1869 — Nova Deli, 30 de janeiro de 1948), mais conhecido como Mahatma Gandhi ("Venerável Gandhi", sendo Mahatma um título), foi um advogado estadista, líder espiritual e ativista indiano. Considerado também um líder religioso, além de nacionalista, anticolonialista e especialista em ética política indiana. Ficou conhecido por ter empregado a resistência não violenta para liderar a campanha bem-sucedida pela independência da Índia do Reino Unido e, por sua vez, por inspirar movimentos pelos direitos civis e pela liberdade em todo o mundo. O título honorífico Mahātmā (do sânscrito: "de grande alma", "venerável"), aplicado-lhe pela primeira vez em 1914 na África do Sul, é agora usado em todo o mundo. O aniversário de Gandhi, 2 de outubro, é comemorado na Índia como Gandhi Jayanti, um feriado nacional e em todo o mundo como o Dia Internacional da Não Violência. Gandhi nasceu e foi criado em uma família hindu no litoral de Guzerate, oeste da Índia, e se formou em Direito no Inner Temple, Londres, Inglaterra. É comumente — embora não formalmente — considerado o Pai da Pátria indiana, também chamado de Bapu (Guzerate: carinho por pai, papa). Seguia o princípio da não violência incorporado à desobediência civil, e empregou pela primeira vez a desobediência civil não violenta como advogado expatriado na África do Sul, na luta da comunidade indiana pelos direitos civis. Após seu retorno à Índia em 1915, começou a organizar camponeses, agricultores e trabalhadores urbanos para protestar contra o imposto sobre a terra e a discriminação excessiva. Assumindo a liderança do Congresso Nacional Indiano em 1921, Gandhi liderou campanhas nacionais para várias causas sociais e para alcançar o Swaraj ou o autogoverno. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Mahatma_Gandhi}

 

imagem

imagem

sábado, 21 de junho de 2008

Margrit Schmidt e Ugo Braga, guardem estes nomes.

Um dos meus hábitos mais regulares (quase uma mania) é ler as colunas de jornais, revistas e Internet. Tenho aqueles preferidos, entre os quais não escondo a minha preferência por Eliane Cantanhede, da Folha de São Paulo, onde destaco Clóvis Rossi (Folha), Carlos Chagas (Tribuna da Imprensa), José Nêumane (Estadão), Ricardo Noblat (Blog) e Cláudio Humberto. Estes são os que leio quase todos os dias. De vez em quando, me deparo com alguns nomes, novos, nas colunas de jornais regionais que me chamam a atenção.
Gosto de "guarda-los" para acompanhar suas carreiras. Alguns decolam, outros não. Cito dois exemplos que decolaram: um foi Ricardo Noblat que "conheci" substituindo Vilas Boas Correa no Jornal do Brasil, lá pelos idos de 1980. O outro foi o Cláudio Humberto. Depois da "queda" do governo Collor - ele era o porta-voz da "República de Alagoas" e autor do famoso refrão "bateu-levou" para responder, no mesmo tom, às críticas contra seu chefe - Cláudio Humberto "se exilou" em Portugal.
De repente, lá por volta de 1987 (salvo engano), "descubro - na internet - um browser desconhecido chamado Conesul, abrigando um site com uma coluna trazendo notícias e comentários no velho estilo "bateu-levou". Era Cládio Humberto.
Dai em diante foi só sucesso. Hoje tem seu próprio site e irradia sua coluna por diversos jornais de norte a sul do Brasil. É leitura obrigatória do mundo político.
Hoje, com o blog, posso apresentar publicamente os meus novos escolhidos. São dois.
Margrit Schmidt (E-mail: margrit@jornaldebrasilia.com.br ) já tem uma coluna assinada no Jornal de Brasília (veja imagem). Pela foto é uma jovem e promissora jornalista. Aprecio muito a objetividade do seu texto e a construção das frases (falo, meramente, como leitor). Coloquei, em zoom, um pequeno trecho como exemplo.
Ugo Braga ( ex-editor de Economia do Estado de Minas) é o segundo novo colunista que lhes apresento. Esse jornalista do Correio Braziliense - pelo menos para mim é novidade - substituiu por alguns dias o titular da coluna "Nas Entrelinhas" daquele jornal e, foi admiração à primeira vista. Pelo que pesquisei, Ugo Braga é um profissional experiente, mas no Correio Braziliense, atualmente, trabalha como repórter. Um desperdício. Como todo bom jornalista já brigou com os poderosos e foi demitido por isso.
Pena que ele não tenha uma coluna própria. O seu estilo rápido, cheio de nuanças e ironias - sem perder o foco - me agrada muito. Certamente terá muito sucesso como comentarista. Espero que breve. Também coloquei - em zoom - o logo das colunas que ele assinou e um trecho para que você conheçam o estilo.
Guardem estes nomes.
.

.

...
.
__________________________________________

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Convido você, caro leitor, a se manifestar sobre os assuntos postados na Oficina de Gerência. Sua participação me incentiva e provoca. Obrigado.