Nossa homenagem ao sete de setembro, dia magno da Independência do Brasil.
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18 de janeiro DE 2026 ||| domingo ||| DIA internacional do riso ||| "aquele que não perdoa, destrói a ponte sobre a qual, ele mesmo, deve passar” (George Herbert) |||
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Victor-Marie Hugo (Besançon, 26 de fevereiro de 1802 – Paris, 22 de maio de 1885) foi um romancista, poeta, dramaturgo, ensaísta, artista, estadista e ativista pelos direitos humanos francês de grande atuação política em seu país. É autor de Les Misérables e de Notre-Dame de Paris, entre diversas outras obras clássicas de fama e renome mundial. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Victor_Hugo)
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Verdade seja dita. Seria lindo se a Independência Brasileira tivesse sido feita desta forma.
ResponderExcluirCaro Anônimo,
ResponderExcluirVocê está correto. A Independência não foi feita assim. Historiadores respeitáveis, cercados dos documentos da época, sabem disso há muito tempo.
A instituição da maçonaria, cuja história está intimamente ligada à (verdadeira) História do Brasil, também já sabe disso. De passagem, todos os principais líderes políticos do Brasil Império e da República eram maçons. Por quê? Porque, naqueles tempos, além da Igreja, a maçonaria era a única associação organizada administrativamente, com hierarquia e ordem. Os homens importantes, que "faziam chover", eram maçons. Inclusive D. Pedro. Está documentado.
Não vou "esticar" essa resposta ao seu gentil comentário, mas apenas acrescentar que não é difícil perceber que a Independência pode ter sido fruto de um esperto (e oportuno) acordo entre pai (D. João) e filho (D. Pedro). Lembremo-nos que por essa época Simón Bolívar (também era maçon) estava em plena atividade nas vizinhanças do Brasil, liderando o movimento pela libertação das Américas do jugo espanhol. Era uma ameaça. Que tal pensar por esse caminho?
Mas o Sete de Setembro é um símbolo e como tal deve ser mantido e venerado. Grande abraço e volte sempre.