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Frase

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Hippolyte Léon Denizard Rivail (Lyon, 3 de outubro de 1804 – Paris, 31 de março de 1869) foi um educador, autor e tradutor francês. Sob o pseudônimo de Allan Kardec, notabilizou-se como o codificador do espiritismo (neologismo por ele criado). Foi discípulo do reformador educacional Johann Heinrich Pestalozzi e um dos pioneiros na pesquisa científica sobre fenômenos paranormais (mais notoriamente a mediunidade), assuntos cuja investigação costumava ser considerada inadequada. Conforme o seu próprio depoimento, publicado em Obras Póstumas, foi em 1854 que o Prof. Rivail ouviu falar pela primeira vez do fenômeno das "mesas girantes", bastante difundido à época, através do seu amigo Fortier, um magnetizador de longa data. Sem dar muita atenção ao relato naquele momento, atribuindo-o somente ao chamado magnetismo animal do qual era estudioso. Durante este período, também tomou conhecimento da psicografia. Ele então teria tido contato com um "espírito familiar", que supostamente teria passado a orientar os seus trabalhos. O pseudônimo "Allan Kardec" foi escolhido porque esta entidade teria revelado que ambos haviam vivido juntos, em uma vida passada, entre os druidas do povo celta, na região da Gália (atual França). A Doutrina Espírita transforma completamente a perspectiva do futuro. A vida futura deixa de ser uma hipótese para ser realidade. O estado das almas depois da morte não é mais um sistema, porém o resultado da observação. Ergueu-se o véu; o mundo espiritual aparece-nos na plenitude de sua realidade prática; não foram os homens que o descobriram pelo esforço de uma concepção engenhosa, são os próprios habitantes desse mundo que nos vêm descrever a sua situação. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Allan_Kardec)

 

terça-feira, 23 de setembro de 2008

E Joe Cocker fecha a noite com "Unchain my Heart" [1987]

Para Joe Cocker eu não faço comentários nem apresentações. Simplesmente foi, e ainda é um dos ídolos marcantes na minha vida. Ele preenche minha alma musical. E a música preferida, acima de (quase) todas é exatamente "Unchain my Heart" que ele canta neste clip. Ela é mágica para mim...
Ás vezes passo meses sem ouvi-la; apenas para, ao escuta-la novamente, ter aquela sensação de ser a primeira vez. Como agora. Creiam, este post é uma reverência que faço a vocês, que freqüentam o galpão da Oficina de Gerência.
q
Unchain my heart baby let me be
cause you don't care please set me
.
unchain my heart baby let me go
unchain my heart
cause you don't love me no more
every time i call you on the phone
some fella tells me your not at home
unchain my heart set me free [...]
.

q

3 comentários:

  1. Estas músicas suas estão a converter-me em adicta a este blogue.

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  2. Olá meu caro Herbert!
    Como cultura é um dos pontos fortes do Oficina, acho que está notícia vai te interessar:
    http://www.oficinadanet.com.br/noticias_web/1904/obra_completa_de_machado_de_assis_em_versao_digital_e_lancada_hoje

    Aliás estou surpreso de não ter visto ainda nada no Oficina sobre o Centenário de Machado de Assis.

    Um grande abraço!

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  3. Caro Ronaldo,

    Até que eu preparei um post sobre o evento, mas foram tantos blogs e sites registrando o centenário de Machado de Assis que eu resolvi deixar de lado. Talvez tenha sido uma falta. Todavia, tenho procurado fazer posts com assuntos que não estejam sendo "hits" na Internet.
    Na minha concepção os blogs não devem replicar os sites de notícias, exceto se forem especializados, sob o risco de se deformarem suas características principais de personalismo, estilo, originalidade e liberalismo.
    Por isso amigo, a sua surpresa tem razão de ser.
    Grande abraço e grato pela dica.

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Convido você, caro leitor, a se manifestar sobre os assuntos postados na Oficina de Gerência. Sua participação me incentiva e provoca. Obrigado.