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Bem vindo

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O Dia Nacional do Parkinsoniano é comemorado anualmente em 4 de abril no Brasil, com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre essa doença que afeta diretamente o sistema nervoso central. O que é Parkinson? Parkinson é uma doença neurológica que prejudica a coordenação dos movimentos musculares e o equilíbrio, sendo mais frequente em pessoas a partir dos 60 anos. Entre os sintomas mais comuns estão: tremores involuntários, principalmente nas mãos; rigidez muscular; lentidão dos movimentos; instabilidade postural, aumentando o risco de quedas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), há cerca de 4 milhões de pessoas no mundo com essas doença, o que evidencia sua relevância como questão de saúde pública. mãos idosas amparando outras mãos Importância da conscientização O Dia Nacional do Parkinsoniano não serve apenas para alertar sobre a doença, mas também para: Divulgar informações corretas sobre os sintomas e formas de cuidado; Compartilhar avanços no tratamento, que podem melhorar a qualidade de vida e até aumentar a expectativa de vida dos pacientes; Apoiar pacientes e familiares, incentivando a compreensão, o respeito e a inclusão social; Estimular pesquisas e políticas públicas voltadas para o acompanhamento médico e terapias de reabilitação. Causas e tratamentos A doença ocorre devido à redução significativa da dopamina, um neurotransmissor responsável por transmitir sinais entre as células nervosas. A dopamina é fundamental para que os movimentos voluntários do corpo aconteçam de forma automática, ou seja, sem que precisemos pensar em cada ação dos músculos. Quando essa substância está em falta, especialmente em uma pequena área do cérebro chamada substância negra, o controle sobre os movimentos fica comprometido, surgindo os sintomas típicos da doença. Embora a doença não tenha cura, existem tratamentos medicamentosos, terapias físicas e ocupacionais que ajudam a controlar os sintomas, melhorar a mobilidade e manter a independência dos pacientes.




terça-feira, 22 de abril de 2008

O famoso discurso do General Patton.


Clique na imagem e conheça o site dedicado à memória do General Patton

Este é um post que me deu muito prazer de produzir para o blog. O personagem do general norte-americano George S. Patton é um dos mais fascinantes da história da Segunda Guerra Mundial. 
 Li tudo que eu pude sobre ele e quanto mais lia mais seduzido ficava pela sua figura diferenciada de líder. Principalmente isto: um exemplo, perfeito e acabado, de líder no seu estado mais puro e primitivo. Um comandante de homens e de batalhas. 
Fora dos EUA o General Patton ficou conhecido depois do magnífico filme "Patton", estrelado por George C. Scott. Este filme fez um sucesso tão grande que além de ganhar sete estatuetas do Oscar tornou referência de motivação  - para muitos cursos, livros e consultorias - o famoso discurso que George C. Scott, interpretando magistralmente o General Patton faz às suas tropas antes de leva-las às batalhas. O texto, segundo consta é verdadeiro e era assim, em linguagem rude e direta aos seus soldados, que Patton falava.
Neste discurso ele cunhou a frase que ficou gravada nos livros de citações: "Lembrem que safado nenhum ganhou a guerra morrendo pelo seu país. Ele ganhou fazendo com que o safado do outro lado morra pelo país dele."  
E não me estendo mais porque senão vou ficar falando sobre o General Patton por muito tempo. Confesso que é uma das minhas figuras históricas preferidas. |
Vejam o vídeo (que hoje está difícil de encontrar com legendas) e desfrutem das fotos que foram retiradas do Google Imagens e do IMDb (The Internet Movie Database). Espero que gostem tanto quanto eu.
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Animated Gif Arrows (127)Abaixo, transcrevi com tradução "by Google" o discurso do General Patton para quem quiser arquivá-lo em seus anais.

Sentem-se. 
Eu quero que vocês se lembrem que nenhum bastardo jamais ganhou uma guerra morrendo por seu país. Ganhou-a  fazendo outros bastardos morrerem  pelo país deles. 
Homens essas historias que vocês ouviram de que a América não ia querer lutar, que queriam estar distantes da guerra são um monte de merda, conversa fiada. Os norteamericanos tradicionalmente adoram lutar, todos os americanos de verdade amam o calor do combate.  
Quando vocês eram garotos  todos admiravam o campeão das bolas de gude,  o corredor mais rápido, os craques do futebol, opugilistas mais durões. Os americanos adoram um vencedor e suportam um perdedor. Todos os americanos sempre jogam para ganhar; um homem que perde e ri não vale um caracol. É por isso que os americanos nunca perderam e nunca perderão uma guerra, porque a
mera idéia de perder é odiosa para nós americanos.
Agora, um exercito é um time; ele  vive, come, dorme e luta como um time.Todas essas conversas sobre a individualidade são apenas lixo.Quem escreveu essa besteira sobre o individualismo para o Saturday Evening Post sabe tanto sobre uma sobre uma batalha de verdade  quanto  sabe sobre uma trepada . Nós temos a melhor comida e o melhor equipamento, o melhor espírito e os melhores homens do mundo.Vocês sabem... Eu chego a ter pena dos safados que vamos enfrentar. Por Deus que eu tenho. Não vamos só atirar nos infelizes. Nós vamos arrancar suas entranhas, e então usá-los para lubrificar as esteiras dos nossos tanques; vamos matar esses hunos filhos da puta ​​ aos bandos!Agora, rapazes... alguns de vocês, sei que estão imaginando, estão se perguntando se vão se acovardar  sob o fogo. Não se preocupem. Posso lhes garantir que todos vão cumprir o seu dever. Os nazistas são o inimigo. Caiam em cima deles, derramem o seu sangue, atirem em suas barrigas! Quando enfiarem as mãos em uma massa disforme de sangue que momentos antes era apenas o rosto de seu melhor amigo...saberão o que fazer.

Algo mais para se lembrarem.  Não quero nenhuma mensagem dizendo: " Estamos mantendo a posição".  Não estamos “mantendo” coisa nenhuma! Que os hunos mantenham! Nós avançamos constantemente e não temos interesse em manter coisa nenhuma, exceto o inimigo longe. Nós vamos mantê-lo seguro pelo nariz e dar-lhe um chute na bunda. Nós vamos chutá-lo o tempo todo e passar por eles como faca quente na manteiga. Bem, tem uma coisa que vocês poderão dizer quando voltarem para suas casas e podem agradecer a Deus por isso. Em trinta anos anos quando estiverem sentado em frente à lareira com o seu neto no colo e ele perguntar o que você fez na Segunda Guerra Mundial, não terão que responder..."Eu limpei merda na Louisiana."

Tudo bem seus filhos da puta, vocês agora sabem o que eu penso.  Eu
terei  muito orgulho de comandar vocês em qualquer batalha, em qualquer lugar.
 


É só.

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