15 de janeiro DE 2026 ||| 5ª feira ||| O Janeiro Branco existe para nos lembrar que saúde mental não é ausência de doença, é presença de bem-estar. ||| "aquele que não perdoa, destrói a ponte sobre a qual, ele mesmo, deve passar” (George Herbert) |||

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janeiro branco

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O Janeiro Branco 2026 é um movimento nacional focado em colocar a saúde mental no centro das prioridades com o tema "Paz. Equilíbrio. Saúde Mental.", convidando à reflexão sobre a pressa, o cansaço emocional e a necessidade de ressignificar o cuidado com a mente, usando os post-its como símbolos de lembretes de autocuidado e transformação de pequenos gestos em bem-estar duradouro. A campanha promove a busca por pausas, limites saudáveis e relações mais humanas, atuando em ambientes de trabalho, escolas e na sociedade em geral, com o objetivo de combater o sofrimento psíquico e promover a dignidade humana.




segunda-feira, 30 de março de 2009

“Quem tem boca vaia Roma” (Xeret@ - New)

Trago ao galpão da Oficina de Gerencia mais um post da brilhante advogada e blogueira, New, que produz o Xeret@, um dos mais premiados blogs na sua categoria (leis e direitos).
Adoro a New. É uma das grandes amigas que fiz na blogosfera. Sempre presente, sempre nos cobrindo de gentilezas e sempre dando força aos seus amigos; assim é a New.
Desta vez escolhi um dos seus posts mais interessantes porque mostra a indignação de um juiz, vitimado pela ação de meliante (roubo), que não se conformou com a sentença, promulgada por um outro colega, que considerou branda. Conheça a história, uma das muitas contadas pela Doutora New no seu blog.


“Quem tem boca vaia Roma”

A conjunção de fatos foi rara: um magistrado gaúcho acordado, no meio da noite, pelos ruídos causados por um ladrão que vasculhava a residência. O meliante foi preso em flagrante e condenado recebendo pena que - na avaliação do cidadão-juiz - foi branda.

Esse mesmo cidadão, vítima da violência que assola o país, publicou - sem arvorar-se ostensivamente de sua condição de magistrado - uma candente matéria paga: "Terra de Ninguém".

O texto foi impactante: "agora eu entendo a revolta da população com a atuação do Poder Judiciário. Realmente, as pessoas estão com a razão quando dizem que em Cruz Alta pode-se furtar, roubar e até matar que ´não dá nada´".

Uma representação disciplinar contra o juiz foi levada a julgamento pelo Órgão Especial do TJRS, no último dia 9. Ficou vencido o relator, que votava pela instauração do procedimento, sendo acolhidas as razões de defesa, para a partir do voto da desembargadora Maria Isabel de Souza, reconhecer que a pública e contudente publicação foi "a reclamação de um cidadão vítima da violência, que não agiu como magistrado, afastando-se, assim, a aplicabilidade da Loman".

Disso resultou o arquivamento da representação. (Proc. administrativo nº 0010-08/002344-1).

Os antecedentes do caso...

2 comentários:

  1. Oiêee!
    Saudades!
    Estive por aqui e li muuuuuuita coisa boa. Acho que sabe o quanto sou sua fã, não é mesmo?
    Agradeço mais uma vez a gentileza, o carinho e os deliciosos confetes. Jamais poderei agradecê-lo na mesma proporção.
    Qto a essa história eu também adorei. A vida tem hora que parece coisa de filme... rsss...
    Beijo muito doces e desejo-lhe uma semana cheia de boas vibrações.

    PS.: Também adoro você e isso é indiscutível.

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Convido você, caro leitor, a se manifestar sobre os assuntos postados na Oficina de Gerência. Sua participação me incentiva e provoca. Obrigado.