07 DE janeiro DE 2026 ||| 4ª feira ||| Dia da fotografia e do fotógrafo ||| existem dois dias no ano em que não podemos fazer nada: o ontem e o amanhã.” (Ghandi) |||

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O Dia do Fotógrafo ou Dia Nacional da Fotografia é comemorado anualmente em 8 de janeiro. A data celebra o profissional responsável em captar uma fração de segundo e eternizá-lo. O fotógrafo pode atuar na publicidade, jornalismo, cinema e ainda no campo artístico. Para isso, o profissional mistura os conhecimentos de técnicas fotográficas (efeitos de luz, ângulo e profundidade) com a sensibilidade e, claro, um pouquinho de sorte. Fotografia A fotografia é uma das maiores invenções da era moderna, transformando completamente a literatura e a comunicação no século XX. No Brasil, a profissão de fotógrafo não é regulamentada, porém há tentativas de oficializar a atividade, criando cursos de ensino superior em fotografia, classificando os profissionais como bacharéis ou licenciados em fotografia. A origem do Dia Nacional da Fotografia O Dia do Fotógrafo está oficialmente registrado em muitos calendários como 8 de janeiro, considerada a data em que a primeira câmera fotográfica chegou ao Brasil, em 1840.


Públio Virgílio Maro (em latim: Publius Vergilius Maro; Andes, 15 de outubro de 70 a.C. — Brundísio, 21 de setembro de 19 a.C.) foi um poeta romano, por vezes reconhecido como o maior poeta da Roma Antiga. Sua magnum opus, a epopeia Eneida, que narra o ato de fundação de Roma pelo herói Eneias, é considerada o épico nacional de Roma. Também sua obra lírica, principalmente as obras Éclogas (ou Bucólicas) e Geórgicas, é frequentemente incluída entre os principais textos da literatura latina. Há ainda uma série de poemas menores, contidos na Appendix vergiliana, atribuídos a ele. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Virg%C3%ADlio)


terça-feira, 3 de março de 2009

Presidente Obama começa a a viver suas próprias circunstâncias.

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Esta charge, do cartunista Kleber, que copiei do Correio Braziliense retrata à perfeição as dificuldades que Barack Obama começa a enfrentar ao "sentar na cadeira" de presidente dos Estados Unidos da America. Dai a razão de haver parodiado a frase lapidar de Ortega e Gasset: "Eu sou eu e minha circunstância, e se não salvo a ela, não me salvo a mim."

O resultado da relação entre as "promessas de campanha" - no caso de nós, seres humanos comuns, poderiamos chamar de planos e intenções - e a realidade cotidiana de quem assume função executiva é bem diferente daquele que imagina a nossa "vã filosofia".

O talento do administrador e do líder (é o caso de Barack Obama, mais líder que administrador) está em saber, como se fora um grande maestro compor, com a partitura inicial de acordes dissonantes, uma magnífica sinfonia e ainda executa-la com a orquestra que ele próprio montou. No caso do fulgurante presidente norte-americano é uma empreitada digna de figurar como o 13º Trabalho de Hércules.

Para os mortais comuns o exemplo de Obama deve ser acompanhado como um espelho das dificuldades que todos os gestores enfrentam quando se iniciam em novas funções executivas. Entre os sonhos, ambições e realidades, as distancias e diferenças são enormes e no mais das vezes imprevisíveis.

Fica o registro e a sugestão. Não observem o trabalho de Barack Obama só como o líder político que ele se propõe a ser (e tem crédito para pensar assim). Vejam-no como o personagem de uma das maiores e privilegiadas circunstancias para um "Estudo de Caso" monumental onde o protagonista é nada mais nada menos o executivo mais poderoso do mundo. Estarei errado ou exagerando? Corrijam-me, por favor.


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