||| 24 de julho DE 2026 ||| 6ª feira ||| dia mundial do autocuidado ||| *Reflexão: "Três regras: não prometa nada quando estiver feliz; não responda nada quando estiver irritado; não decida nada quando estiver triste." (Autor Desconhecido) ||| aqueça o inverno de quem mais precisa - doe agasalhos |||

 

Bem vindo

Bem vindo

O Dia Internacional do Autocuidado é celebrado anualmente em 24 de julho. A data destaca a importância de cuidar da própria saúde física, mental e emocional por meio de hábitos saudáveis e escolhas conscientes no dia a dia. Por que o Dia Internacional do Autocuidado é celebrado em 24 de julho? A escolha da data não foi por acaso. O dia 24/7 (24 de julho) simboliza a ideia de que o autocuidado deve estar presente 24 horas por dia, 7 dias por semana, fazendo parte da rotina e não apenas de ocasiões especiais. A mensagem central da campanha é que pequenas atitudes praticadas diariamente podem trazer grandes benefícios para a saúde e ajudar a prevenir problemas futuros. O que é autocuidado? Autocuidado é o conjunto de ações que cada pessoa realiza para preservar ou melhorar a sua saúde e o seu bem-estar. Isso inclui tanto os cuidados básicos com o corpo quanto a atenção à saúde mental, às emoções e aos relacionamentos. Entre as práticas de autocuidado estão: manter uma alimentação equilibrada; praticar atividade física regularmente; dormir o número de horas recomendado; cuidar da higiene pessoal; manter-se hidratado; controlar o estresse; reservar momentos para o descanso e o lazer; realizar consultas e exames preventivos; procurar ajuda profissional quando necessário. O autocuidado também significa reconhecer os próprios limites, respeitar o tempo de descanso e cultivar hábitos que favoreçam o equilíbrio entre a vida pessoal, profissional e social. mulher abraçando-se feliz Os benefícios do autocuidado Incorporar pequenas práticas de autocuidado na rotina pode trazer inúmeros benefícios para a saúde e para a qualidade de vida. Entre eles, destacam-se: redução do estresse e da ansiedade; melhoria da saúde física e mental; aumento da autoestima e da autoconfiança; fortalecimento do sistema imunológico; maior disposição para as atividades do dia a dia; prevenção de doenças crônicas; melhoria da qualidade do sono; aumento da produtividade e da concentração. Como celebrar o Dia Internacional do Autocuidado? Esta é uma ótima oportunidade para rever hábitos e adotar pequenas mudanças que façam diferença no dia a dia. Algumas ideias incluem: preparar uma refeição saudável; fazer uma caminhada ou outra atividade física; reservar um tempo para ler, meditar ou ouvir música; reduzir o tempo de exposição às telas; organizar a rotina para dormir melhor; marcar exames ou consultas que estejam pendentes; conversar com familiares e amigos sobre a importância da saúde física e emocional. (https://www.calendarr.com/brasil/dia-internacional-do-autocuidado/)

pensamento dia

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Frase

Frase
Lev Nikoláievitch Tolstói, também conhecido em português como Liev, Leão, Leo ou Leon Tolstói (Governorado de Tula, 9 de setembro de 1828 – Astapovo, 20 de novembro de 1910) foi um escritor russo, amplamente reconhecido como um dos maiores e mais influentes autores de todos os tempos. Nascido em 1828, em uma família aristocrática, Tolstói é conhecido pelos romances Guerra e Paz (1869) e Anna Karenina (1877), muitas vezes citados como verdadeiros pináculos da ficção realista. Ele alcançou aclamação literária ainda jovem, primeiramente com sua trilogia semiautobiográfica, Infância, Adolescência e Juventude (1852-1856) e por suas Crônicas de Sebastopol (1855), obra que teve como base suas experiências na Guerra da Crimeia. A ficção de Tolstói inclui dezenas de histórias curtas e várias novelas como A Morte de Ivan Ilitch (1886), Felicidade Conjugal (1859), "Guerra e Paz" (1869) e Hadji Murad (1912). Ele também escreveu algumas peças e diversos ensaios filosóficos. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Liev_Tolst%C3%B3i)

 

terça-feira, 10 de março de 2009

A competencia (não reconhecida) de Rubens Barrichello levou-o de volta à F-1


(Clique na imagem e conheça o website oficial de Rubens Barrichello)

Quero aproveitar esta noticia da contratação de Rubens Barrichello pela nova equipe da Fórmula 1, a Brawn GP - comprada da Honda pelo consagrado engenheiro ingles e chefe de equipe campeão Ross Brawn. Quem conhece a Formula 1 sabe quem é Ross Brawn. Para quem não conhece, além de clicar no link assinalado que o levará à Wikipédia saiba que ele dirigiu o time da Honda no ano passado e com a saida da empresa japonesa de cena, na Formula 1, comprou-a (clique aqui) está sendo o dono da nova equipe.

O piloto brasileiro Rubens Barrichello foi contratado na ultima semana por Ross Brawn que preteriu o jovem Bruno Senna, sobrinho do grande Ayrton, que estava na fila, praticamente com a caneta na mão pasa assinar contrato. É ai que quero fixar o meu comentário neste post. Porque Rubinho foi contratado e não o Bruno Sena?

                Brawn com os pilotos da Honda: equipe não está                     definida para 2009
Este era o time que Ross Brawn chefiava na Honda. Ele comprou a equipe e contratou os mesmo pilotos de 2008 para defender seu projeto na Brawn GP: Jenson Button e Rubens Barrichello. Se não fossem competentes acham que os manteria?

Ross Brawn jamais escolheria Barrichello se não tivesse uma confiança muiiito (assim mesmo) grande no Rubinho. Imagine um cara que tem a história dele na Formula 1 – é um autentico e campeão com todas as letras – que havendo comprado um time inteiro da categoria mais competitiva do automobilismo vai desenvolver o projeto de um novo carro.

Coloque nessa panela de pressão a conjuntura da crise economica onde patrocinadores tradicionais, como a propria Honda (que abriu o bico), estão deixando suas equipes a pão e água. E para finalizar pense nos milhões de euros, dólares e libras que estão na mesa de apostas desta roleta onde Brawn está apostando todas as fichas de sua vida e sua carreira. Imaginou isso tudo? Muito bem. Faça a seguinte pergunta, quem ele chamaria para ser parceiro em seu projeto? Algum incompetente? Um piloto meia boca? Um cara fracassado? Ou alguém em quem confiasse para alcançar o sucesso que espera com sua aposta? Obviamente a resposta é a ultima opção. E quem foi esta figura? Ele mesmo, Rubem Barrichello.

Mas, espera ai! Barrichello não é aquele piloto sinônimo de derrota? Aquele personagem de todas as charges constrangedoras e chistes de depreciação? Não é Barrichello aquele que passou pela Ferrari como simples escudeiro do grande campeão Shummacher? Que “entregou” um grande prêmio ao companheiro de equipe, por ordem dos chefes e depois foi execrado pela imprensa do seu país? Ele mesmo. Barrichello dessas histórias e muitas outras. Todas depreciativas e alimentadas pela mídia esportiva brasileira que promove, desde que ele não conseguiu substituir Ayrton Senna no imaginário destes senhores, um massacre lento, gradual, sinistro e permanente contra o piloto brasileiro.

                Barrichello ficou em segundo na manhã de terça

Barrichello ficou em segundo na manhã de terça feira, dia 10. (clique na imagem)


E vocês sabem quem era o chefe da equipe Ferrari quando por lá esteve durante 4 anos e conquistou dois vice-campeonatos de Formula 1 (com o genial Michael Schumacher como campeão) e mais um 3º e um 4º lugares nos dois outros anos? Ele mesmo, Ross Brawn. Depois que Brawn saiu da Ferrari e foi a Honda lá, novamente trabalhou com Rubinho. Ou seja, formam uma dupla, uma “pareja” como diriam os espanhóis.

JustificarRUBINHO

NOTA - leiam a entrevista acima e percebam a garra, a perseverança e a autoestima de Barrichello na luta para conseguir seu objetivo de continuar vivo na sua profissão. Um exemplo a ser seguido.

Logo, é obrigatório deduzir-se que Rubens Barrichello não é esse monte de incompetências que a imprensa brasileira e seus adoradores impingem aos leitores, ouvintes e espectadores. Pelo contrário, é um profissional da mais alta qualidade e respeitadíssimo pelo maior expoente da corporação a que pertence, ou seja, sem novo patrão, Ross Brawn.

Dito isso tudo, quero fixar na mente de vocês, que aguentaram chegar até aqui lendo o texto, que para ser respeitado e reconhecido como eficiente, exímio, hábil e eficaz não é necessário sem campeão. Afora as tremendas injustiças – covardes – que fazem com Barrichello, pode-se dizer que ele é um grande piloto de Formula 1. Já é o recordista de corridas disputadas na categoria de todos os tempos com 259 participações e irá elevar este número para uma marca que dificilmente será atingida. Um incompetente não teria vida tão longa.

http://img.worldcarfans.com/2009/1/large/ross-brawn---honda-racing-f1-team-boss.jpg

Ross Brawn, orgulhoso, exibe seu carro e sua nova imagem como dono de equipe.

Sei que estou indo “contra a corrente” ao mostrar o talento de Rubens Barrichello quando todos à volta o vilipendiam, mas considero que é uma ótima oportunidade para provocar esta reflexão sobre o culto ao campeão como única forma de ser considerado um profissional realizado. Isto é balela e quem apostar nesse viés da vida vai se perder nos descaminhos da frustração e do malogro eternos.

Ah! Por favor, senhores, mais respeito com Rubens Barrichello. Poucos, em qualquer corporação, podem apresentar-se com uma carreira tão plena de trabalho e respeitabilidade quanto a dele no automobilismo.

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