recorde de visualizações

recorde de visualizações

||| 20 de abril DE 2026 ||| 2ª feira ||| Dia do diplomata ||| "Três regras: não prometa nada quando estiver feliz; não responda nada quando estiver irritado; não decida nada quando estiver triste. (Autor Desconhecido) |||

Bem vindo

Bem vindo

O Dia do Diplomata é comemorado anualmente em 20 de abril no Brasil. A data homenageia o nascimento do Barão do Rio Branco (1850), patrono da diplomacia brasileira. O dia celebra a função de representar o Brasil, negociar interesses nacionais e prestar assistência a brasileiros no exterior, destacando o papel do Itamaraty


Charles-Louis de Secondat, barão de La Brède e de Montesquieu, conhecido como Montesquieu (castelo de La Brède, próximo a Bordéus, 18 de janeiro de 1689 – Paris, 10 de fevereiro de 1755), foi um político, filósofo e escritor francês. Ficou famoso pela sua teoria da separação dos poderes, atualmente consagrada em muitas das modernas constituições internacionais, inclusive a Constituição Brasileira. Aristocrata, filho de família nobre, logo cedo teve formação iluminista com padres oratorianos. Revelou-se um crítico severo e irônico da monarquia absolutista, bem como do clero católico. Adquiriu sólidos conhecimentos humanísticos e jurídicos, mas também frequentou em Paris os círculos da boêmia literária. Em 1714, entrou para o tribunal provincial de Bordéus, que presidiu de 1716 a 1726. Fez longas viagens pela Europa e, de 1729 a 1731, esteve na Inglaterra. Proficiente escritor, concebeu livros importantes e influentes, como Cartas persas (1721), Considerações sobre as causas da grandeza dos romanos e de sua decadência (1734) e O Espírito das leis (1748), a sua mais famosa obra. Contribuiu também para a célebre Enciclopédia, juntamente com Diderot e D'Alembert. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Montesquieu}


quarta-feira, 11 de março de 2009

Alexander Fleming morreu neste dia em 1955. Inventou a penicilina e salvou milhões de vidas. Um iluminado.

11 de março de 1955 — As pesquisas de Fleming

Jornal do Brasil: Alexander Fleming descobre a penicilina
O médico e bacteriologista Alexander Fleming disse várias vezes em público que a descoberta da penicilina, o primeiro antibiótico do mundo, em 1928, aconteceu por mero acaso. "Não inventei nada. A natureza foi quem a fez", declarava. O medicamento revolucionou a medicina e transformou o bacteriologista em herói popular. 
Fleming estudava estafilococos quando resolveu preparar placas para o crescimento dessa bactéria. Sem notar contaminou duas amostras com esporos de fungo. Deixou as placas na bancada e partiu para duas semanas de férias. Quando voltou notou que as placas estavam cheias de fungo. Em vez de jogá-las fora, resolveu observar o bolor que havia nelas ao microscópio. Constatou então que onde o fungo crescia não havia bactérias. Continuou os estudos e conseguiu isolar a toxina produzida pelo fungo inofensivo para o organismo humano, e a testou em diversos tipos de infecções. 
Depois da descoberta, Fleming tornou-se um colecionador fanático de fungos. Revirava as casas dos amigos e cozinhas atrás de outros bolores com efeito antibiótico. Em 1942, uma equipe de Oxford, chefiada por Howard Florey e Ernst Chain, desenvolveu a penicilina como medicamento, que foi usada maciçamente pela primeira vez em pacientes na Segunda Guerra, e salvou milhares de vidas. Os três dividiram o Prêmio Nobel de Medicina de 1945 pela invenção do antibiótico.
Na Primeira Guerra Mundial, Fleming serviu como capitão-médico da Marinha Britânica e especializou-se no estudo e tratamento de ferimentos de guerra nos soldados. Na época ficara profundamente impressionado com a alta taxa de mortes por infecção causadas por bactérias que se instalam nos ferimentos.

Descoberta de enzimas
A primeira descoberta importante do médico foi a lisozima, 1921, uma enzima que impede o crescimento de bactérias. A enzima está presente na lágrima e na saliva humanas, e na albumina do ovo. Flemning nasceu na Escócia e era o sétimo de oito filhos. Ficou órfão de pai aos sete anos e viveu numa fazenda até os 16 anos, quando partiu para Londres para trabalhar com os irmãos e estudar. Depois da formatura, ingressou na equipe de Almroth Wright, um dos pioneiros da vacinação.
Fleming casou-se duas vezes e teve um filho do primeiro casamento. Morreu de enfarte aos 74 anos, em Londres.


Um comentário:

Convido você, caro leitor, a se manifestar sobre os assuntos postados na Oficina de Gerência. Sua participação me incentiva e provoca. Obrigado.