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Campanha - Junho Vermelho # Junho Vermelho é uma campanha de conscientização sobre o ato de doar sangue: um gesto simples, rápido e praticamente indolor. Para quem realiza a ação, as mudanças podem ser pequenas, mas para quem recebe pode significar tudo: mais uma vida salva. Não há nada no mundo que substitua o sangue humano. Por isso, sempre que uma pessoa necessita de uma transfusão, como em acidentes, procedimentos cirúrgicos e algumas doenças, ela depende da boa ação das pessoas que se dispuseram a doar sangue para abastecer os estoques médicos. A doação de sangue é um gesto humanitário de solidariedade, cidadania, amor ao próximo e bem-estar coletivo. Por isso nós apoiamos essa causa, doe sangue você também e salve vidas. #DoeSangueDoeVida#

pensamento dia

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Frase

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Plutarco ou Lúcio Méstrio Plutarco (em latim: Lucius Mestrius Plutarchus Queroneia, 46 d.C. – Delfos, 120 d.C., foi um historiador, biógrafo, ensaísta e filósofo grego, conhecido principalmente por suas obras Vidas Paralelas e Morália. Pertencente a uma família proeminente, nasceu em Queroneia, na Beócia, a cerca de 30 quilômetros a leste de Delfos. Viajou pela Ásia e pelo Egito, viveu algum tempo em Roma e foi sacerdote de Apolo em Delfos em 95. O seu enorme prestígio valeu-lhe a obtenção de direitos de cidadão em Delfos, Atenas e mesmo em Roma (Mestrius Plutarchus). Plutarco morreu entre os anos 119 e 120 em Delfos. [ https://pt.wikipedia.org/wiki/Plutarco]

 

segunda-feira, 9 de março de 2009

Lucro, o que deve ser feito com ele? Quem responde é Emílio Odebrecht na Folha de São Paulo.

Nesta coluna que o empresario Emílio Odebrecht escreve aos domingos para a Folha de São Paulo o tema é "lucro das empresas". Na verdade ele escreve um excelente texto sobre o destino dos lucros nas empresas.
Vamos conhecer um pequeno treco do artigo?
  • (...) "Se o propósito principal dos acionistas e dos executivos for a distribuição máxima dos lucros, sob a forma de dividendos e altas remunerações, com a ênfase na valorização das ações descasada dos resultados reais alcançados, num claro conflito de interesses, o futuro da empresa estará comprometido. A generosidade de hoje pode sabotar a expectativa de amanhã." (...)
Odebrecht, certamente, sabe o que escreve. Neste texto ele - pela primeira vez - Odebrecht busca passar sua experiência pessoal para os leitores. Deixa de ser um palestrante e assume uma postura de conselheiro experiente passando experiencias e conceitos pessoais para os menos experientes. Ou seja, mais colunista e menos empresário. Espero que ele continue nesta linha e neste estilo.





São Paulo, domingo, 08 de março de 2009




http://www.digirolamo.com.br/images/emilio.jpg
EMÍLIO ODEBRECHT

Reinvestindo os lucros

AS CONHECIDAS dificuldades que grandes empresas americanas vêm enfrentando levaram o governo dos EUA a tomar medidas de ajuda com o uso de vultosas quantias de dinheiro.
Uma das primeiras reações veio da opinião pública daquele país, que se indignou com a revelação das rendas anuais milionárias de executivos de algumas das companhias em apuros.
O fato me motivou a tratar neste artigo do destino que deve ter o lucro de uma organização. Comecemos por esclarecer a importância deste fator.
Servir a seus clientes é a primeira missão de uma empresa. A segunda é transformar a satisfação dos clientes em resultados que assegurem sua sobrevivência, crescimento e perpetuidade.
O futuro de uma empresa, portanto, está atrelado à sua capacidade de gerar riquezas não-econômicas (intangíveis) e riquezas econômicas (tangíveis), das quais o lucro é sua melhor expressão.
A pergunta que se impõe é: o que deve ser feito com esse lucro? Não hesito em responder: a prioridade deve ser o reinvestimento na própria empresa, para a geração de novas riquezas, a criação de mais postos de trabalho e aumento da produtividade -e não dissipado entre acionistas e executivos na forma de remuneração ou benesses.
O reinvestimento dos lucros cria bases para o crescimento contínuo, e o acionista verdadeiramente rico é aquele cuja riqueza é, sobretudo, a própria empresa, e não o patrimônio pessoal.


Se o propósito principal dos acionistas e dos executivos for a distribuição máxima dos lucros, sob a forma de dividendos e altas remunerações, com a ênfase na valorização das ações descasada dos resultados reais alcançados, num claro conflito de interesses, o futuro da empresa estará comprometido. A generosidade de hoje pode sabotar a expectativa de amanhã.
Maximizar o retorno no curto prazo costuma inibir investimentos necessários ao negócio, pondo em risco sua perenidade.
Por isso, acionistas sensatos não estão interessados somente na valorização episódica de seus papéis; não são especuladores, e sim investidores focados no valor futuro de seu patrimônio e em uma segura, contínua e autossustentada geração de dividendos.
São pessoas que pensam e agem dessa maneira, convictas da necessidade de haver equilíbrio entre os interesses dos executivos e acionistas e o reinvestimento produtivo, que mantêm as grandes corporações no rumo certo.
Ofereço estas reflexões principalmente aos jovens empresários, com a modesta esperança de que lhes ajudem a erguer empresas saudáveis, em benefício de toda a sociedade.


EMÍLIO ODEBRECHT escreve aos domingos nesta coluna.


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