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O Dia do Cozinheiro ou Dia da Cozinheira é comemorado anualmente no Brasil em 10 de Maio. A data celebra o profissional (ou não) que se dedica a preparar refeições deliciosas! Com técnica e dedicação, os cozinheiros são responsáveis por fazer maravilhas gastronômicas na cozinha. Os cozinheiros podem atuar em restaurantes, hospitais, empresas ou em escolas, que aliás possuem uma data comemorativa exclusiva - Dia do Merendeiro (a) Escolar, celebrado em 30 de Outubro. Os cozinheiros não precisam ser grandes chefs ou trabalhar em algum lugar para ser reconhecido neste dia. O cozinheiro do lar, que faz as maravilhas que você come todos os dias em casa, também merece os parabéns pelo seu esforço e carinho ao preparar os pratos! cozinheira trabalhando sorridente Origem do Dia do Cozinheiro Não se sabe ao certo o motivo para o Dia do Cozinheiro ser comemorado em 10 de maio. No entanto, um grande motivo para comemoração é a aprovação do Decreto de Lei nº 6.049, de 2005, do deputador Alex Canziani, que regulamenta e oficializa a profissão de cozinheiro no Brasil.


Ernest Miller Hemingway (Oak Park, 21 de julho de 1899 — Ketchum, 2 de julho de 1961) foi um escritor norte-americano, amplamente reconhecido como um dos maiores escritores do século XX e um dos principais expoentes da geração perdida. Seus livros são inspirados nas suas experiência pela Europa e Cuba e na suas atividades como motorista de ambulância durante a Primeira Guerra Mundial e correspondente de guerra durante a Guerra Civil Espanhola. Sua obra foi agraciada com diversos prêmios em vida, como o Prêmio Pulitzer em 1953 e o Nobel de Literatura em 1954. Tomado por diversos problemas de saúde, cometeu suicídio com uma espingarda, calibre 12, em 02 de julho de 1961, aos 61 anos. [https://pt.wikipedia.org/wiki/Ernest_Hemingway]


domingo, 22 de março de 2009

Brasil na 2ª Guerra Mundial. Taubaté foi o nome do 1º navio brasileiro a ser bombardeado pelo governo nazista da Alemanha. (1941)

22 de março de 1941 — Alemães atacam navio brasileiro

Jornal do Brasil : Vapor Taubaté
O vapor Taubaté, do Lloyd Brasileiro, foi o primeiro de uma série de navios brasileiros atacados pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. A investida resultou na morte do conferente José Francisco Fraga e feriu outros oito tripulantes.
O navio foi atacado no Mediterrâneo, próximo ao Egito, por um avião que, depois de lançar bombas sem conseguir atingi-lo, metralhou a embarcação. O comandante e os oficiais do vapor declararam ao consulado brasileiro em Alexandria que a aeronave trazia as insígnias da força aérea alemã.
Um ano depois os ataques se intensificaram, o que constituiu-se em fator determinante para a entrada do Brasil na Segunda Guerra.
Submarinos alemãs torpedearam um total de 34 navios brasileiros. Só de fevereiro a agosto de 1942, 19 embarcações foram afundadas na costa brasileira, causando a morte de 742 pessoas. A quase totalidade desses navios pertenciam à frota mercante. As exceções foram a corveta Vital de Oliveira e o pesqueiro Shangri-lá. O navio de guerra foi o último a ser torpedeado, em julho de 1944. Das 275 pessoas que compunham a sua tripulação, 99 morreram. O Vital de Oliveira seguia em direção ao Rio de Janeiro, após fazer escalas no litoral do Nordeste e em Vitória. Não houve sobreviventes ao ataque ocorrido em julho de 1943 ao Shangri-lá. Todos os 10 tripulantes do barco morreram.
Os torpedos lançados pelos submarinos causaram a morte de um total de 1.081 pessoas, quase o dobro do número de soldados brasileiros (551), que foram mortos nos campos de batalha na Segunda Guerra Os ataques provocaram pânico em cidades do litoral brasileiro. Nessa época a navegação de cabotagem era o principal meio de locomoção e transporte entre cidades costeiras, principalmente no Nordeste. O objetivo dos alemãs era impedir que as matérias-primas brasileiras transportadas nesses navios chegassem às mãos dos aliados, para o que não hesitavam em atingir civis desarmados. 
Um único submarino alemão, o U-507, comandado pelo capitão Harro Schacht, destruiu três navios brasileiros e matou um total de 551 pessoas. O U-507 foi destroçado por um avião da marinha norte-americana na Bahia de Todos os Santos.

Revolta contra imigrantes
A notícia dos ataques contra navios brasileiros motivou reações violentas por parte da população, que se voltou contra os imigrantes alemães, italianos e japoneses. Em muitas cidades do país ocorreram depredações de estabelecimentos comerciais pertencentes a esses imigrantes, e até tentativas de linchamento.
Depois da entrada do Brasil na Segunda Guerra, os imigrantes japoneses, alemães e italianos passaram a ser vigiados pelas autoridades brasileiras, e costumavam ser considerados suspeitos de espionagem, razão pela qual sofreram toda sorte de arbitrariedades.


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