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Bertrand Arthur William Russell, 3.º Conde Russell (Trelleck, País de Gales, 18 de maio de 1872 — Penrhyndeudraeth, País de Gales, 2 de fevereiro foi um dos mais influentes matemáticos, filósofos, ensaístas, historiadores e lógicos do século XX. Em diversos momentos, considerou-se liberal, socialista e pacifista, embora tenha admitido que jamais pertenceu a essas correntes num sentido profundo. Como divulgador da filosofia, Russell foi respeitado por muitos como um porta-voz da vida racional e da criatividade, embora as suas posturas em vários temas tenham sido controversas. Russell nasceu em 1872, no auge do poderio económico e político do Reino Unido, e faleceu em 1970, vítima de uma gripe, numa época em que o império já se havia desmoronado e o seu poder fora exaurido por duas guerras vitoriosas, mas debilitantes. Russell foi um pacifista e defensor do anti-imperialismo. Inicialmente, chegou a defender a pressão nuclear preventiva como forma de evitar conflitos maiores. Foi preso pelo seu pacifismo durante a Primeira Guerra Mundial. Mais tarde, concluiu que a guerra contra Adolf Hitler era um "mal necessário" e criticou severamente o totalitarismo estalinista, além de condenar o envolvimento dos Estados Unidos na Guerra do Vietname. Recebeu o Nobel de Literatura de 1950, "em reconhecimento dos seus variados e significativos escritos, nos quais lutou por ideais humanitários e pela liberdade de pensamento". [https://pt.wikipedia.org/wiki/Bertrand_Russell]

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domingo, 22 de março de 2009

Brasil na 2ª Guerra Mundial. Taubaté foi o nome do 1º navio brasileiro a ser bombardeado pelo governo nazista da Alemanha. (1941)

22 de março de 1941 — Alemães atacam navio brasileiro

Jornal do Brasil : Vapor Taubaté
O vapor Taubaté, do Lloyd Brasileiro, foi o primeiro de uma série de navios brasileiros atacados pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. A investida resultou na morte do conferente José Francisco Fraga e feriu outros oito tripulantes.
O navio foi atacado no Mediterrâneo, próximo ao Egito, por um avião que, depois de lançar bombas sem conseguir atingi-lo, metralhou a embarcação. O comandante e os oficiais do vapor declararam ao consulado brasileiro em Alexandria que a aeronave trazia as insígnias da força aérea alemã.
Um ano depois os ataques se intensificaram, o que constituiu-se em fator determinante para a entrada do Brasil na Segunda Guerra.
Submarinos alemãs torpedearam um total de 34 navios brasileiros. Só de fevereiro a agosto de 1942, 19 embarcações foram afundadas na costa brasileira, causando a morte de 742 pessoas. A quase totalidade desses navios pertenciam à frota mercante. As exceções foram a corveta Vital de Oliveira e o pesqueiro Shangri-lá. O navio de guerra foi o último a ser torpedeado, em julho de 1944. Das 275 pessoas que compunham a sua tripulação, 99 morreram. O Vital de Oliveira seguia em direção ao Rio de Janeiro, após fazer escalas no litoral do Nordeste e em Vitória. Não houve sobreviventes ao ataque ocorrido em julho de 1943 ao Shangri-lá. Todos os 10 tripulantes do barco morreram.
Os torpedos lançados pelos submarinos causaram a morte de um total de 1.081 pessoas, quase o dobro do número de soldados brasileiros (551), que foram mortos nos campos de batalha na Segunda Guerra Os ataques provocaram pânico em cidades do litoral brasileiro. Nessa época a navegação de cabotagem era o principal meio de locomoção e transporte entre cidades costeiras, principalmente no Nordeste. O objetivo dos alemãs era impedir que as matérias-primas brasileiras transportadas nesses navios chegassem às mãos dos aliados, para o que não hesitavam em atingir civis desarmados. 
Um único submarino alemão, o U-507, comandado pelo capitão Harro Schacht, destruiu três navios brasileiros e matou um total de 551 pessoas. O U-507 foi destroçado por um avião da marinha norte-americana na Bahia de Todos os Santos.

Revolta contra imigrantes
A notícia dos ataques contra navios brasileiros motivou reações violentas por parte da população, que se voltou contra os imigrantes alemães, italianos e japoneses. Em muitas cidades do país ocorreram depredações de estabelecimentos comerciais pertencentes a esses imigrantes, e até tentativas de linchamento.
Depois da entrada do Brasil na Segunda Guerra, os imigrantes japoneses, alemães e italianos passaram a ser vigiados pelas autoridades brasileiras, e costumavam ser considerados suspeitos de espionagem, razão pela qual sofreram toda sorte de arbitrariedades.


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