||| 17 de setembro DE 2026 ||| 5ª feira ||| dia internacional da musica country ||| *Reflexão: "A personalidade pode abrir portas, mas somente o caráter consegue mantê-las abertas." -- Elmer G. Letterman . |||

 

Bem vindo

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O Dia Internacional da Música Country celebra-se a 17 de setembro. Foi criado na década de 1950 e é comemorado efusivamente todos os anos, com concertos em salas de espetáculos, em diferentes países do A música country surgiu nos Estados Unidos da América, na década de 1920, contando histórias e problemas do quotidiano. Usando harmonias guiadas pelo banjo, guitarra e harmónica, este é um dos estilos musicais mais populares nos Estados Unidos e mesmo no mundo. Para celebrar o Dia Internacional da Música Country pode vestir-se a rigor, com umas calças ou saia de ganga, e colocar um chapéu e umas botas de cowboy e assistir a um concerto country. Também pode ouvir música country por casa ou no trabalho. Caso não conheça este estilo musical, este é o dia ideal para ouvir algumas músicas country. Cantores country famosos Hank Williams Garth Brooks Dolly Parton Loretta Lynn Johnny Cash Bob Dylan Willie Nelson Emmylou Harris Roy Clark Patsy Cline John Denver Elvis Presley

pensamento dia

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Frase

Frase
Steven Paul Jobs (São Francisco, 24 de fevereiro de 1955 – Palo Alto, 5 de outubro de 2011) foi um inventor, empresário e magnata norte-americano do setor da informática. Notabilizou-se como cofundador, presidente e diretor-executivo da Apple Inc. e por revolucionar seis indústrias: computadores pessoais, filmes de animação, música, telefones, tablets e publicações digitais. Além de sua ligação com a Apple, foi diretor-executivo da empresa de animação por computação gráfica Pixar, e acionista individual máximo da The Walt Disney Company. Morreu no dia 5 de outubro de 2011, aos 56 anos de idade, devido a um câncer pancreático. Currículo de Steve Jobs "Estou procurando um lugar que necessite de muitas reformas e consertos, mas que tenha fundações sólidas. Estou disposto a demolir paredes, construir pontes e acender fogueiras. Tenho uma grande experiência, um monte de energia, um pouco dessa coisa de ‘visão’ e não tenho medo de começar do zero". No final da década de 1970, Jobs, em parceria com Steve Wozniak e Mike Markkula, entre outros, desenvolveu e comercializou uma das primeiras linhas de computadores pessoais de sucesso, a série Apple II. No começo da década de 1980, ele estava entre os primeiros a perceber o potencial comercial da interface gráfica do usuário guiada pelo mouse, o que levou à criação do Macintosh. Após perder uma disputa de poder com a mesa diretora em 1985, Jobs foi demitido da Apple e fundou a NeXT, uma companhia de desenvolvimento de plataformas direcionadas aos mercados de educação superior e administração. A compra da NeXT pela Apple em 1996 levou Jobs de volta à companhia que ele ajudara a fundar, sendo então seu CEO de 1997 a 2011, ano em que anunciou sua renúncia ao cargo, recomendando Tim Cook como sucessor. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Steve_Jobs)

 

sábado, 7 de março de 2009

Trombose e vampirismo (Clóvis Rossi - Folha de S.Paulo)

"Nascido na cidade de São Paulo em 1943, Clóvis Rossi é colunista, repórter especial e membro do Conselho Editorial da Folha de S. Paulo. Trabalhou no Jornal do Brasil e foi editor-chefe do Estado de S. Paulo. Teve participação em diversas coberturas internacionais de grande repercussão, tanto pelo Estadão como pela Folha, da qual foi correspondente em Buenos Aires e Madri.
Escreveu vários livros sobre jornalismo, entre eles “Vale a pena ser jornalista? (ed. Moderna, 1986), no qual aborda os prós e os contras da profissão dizendo que, “o que há de bom na profissão é essa coisa de poder ser testemunha ocular da história de seu tempo. O que há de ruim é a exigência até irracional de dedicação plena”.
Clóvis Rossi considera que o jornalista que trabalha em jornal diário é um batalhador, que “precisa matar um leão por dia”. Aos 44 anos de profissão, diz que tem pela frente umas dez mil batalhas, todas interessantes, em grandes assuntos, mas também em pequenos pés-de-página" (...) - (Se tiver interesse de ler o texto na íntegra clique aqui)

Para falar de Clóvis Rossi há que se recorrer aos especialistas. O homem é um dos "monstros sagrados" do jornalismo brasileiro e com justiça. Eu leio seus artigos todos os dias em que são publicados. Quando não tenho tempo de ler o jornal vou à internet e nem que seja com dias de atraso em leio sua coluna na Folha de São. Ele e Eliane Cantanhede são leituras obrigatórias e prazerosas para mim.


Só não os publico todos no blog porque na maioria dos temas que abordados por ele são politicos ou muito técnicos (economia, politica internacional etc.) e fogem ao escopo do interesse da media dos leitores do blog. Entretanto, quando encontro um dos seus textos que cabe no conteudo da Oficina de Gerencia trago-o, ávido por posta-lo, para enriquecer o blog.

É o caso deste, abaixo. "Trombose e vampirismo" é o título dele. Curto, direto e objetivo. É assim que Clóvis Rossi analisa a crise economica mundial e os papeis dos paises emergentes, Brasil entre eles, que gravitam em torno deste sol que esmaece a cada dia.

Vale a pena ler o texto, para quem interesse de compreender a loucura que está na atmosfera do planeta rivalizando com o dioxido de carbono na corrida para asfixiar o planeta.





São Paulo, quarta-feira, 04 de março de 2009







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CLÓVIS ROSSI


Trombose e vampirismo

SÃO PAULO - Nos últimos seis meses, pouco mais, pouco menos, quase todas as más notícias chegam do sistema financeiro, aí incluída uma seguradora como a AIG.

Pior: não se consegue chegar ao coração do problema, que, para usar expressão da ministra francesa de Economia, Christine Lagarde, é a "trombose" no sistema financeiro provocada pelo excesso de ativos ditos tóxicos.

Se programas sofisticados de computador foram usados para os joguinhos de espalhar ativos tóxicos como se fossem sadios, o lógico era supor que se poderia fazer o percurso inverso, ou seja, localizá-los, precificá-los e expulsá-los do sistema por uma das fórmulas que circulam por aí ("banco bom/banco ruim"; estatização de verdade, e não o presente "socialismo de araque", para citar Paul Krugman; ou a quebra pura e simples no caso de bancos que não representem um real risco sistêmico).

Não é o que ocorre. Injeta-se dinheiro público em quantidades intraduzíveis para cérebros humanos, decreta-se que o problema está começando a ser superado apenas para que, dias depois, a "trombose" exija nova intervenção. Toda essa situação parece distante do Brasil, cujos bancos não sofreram "trombose" (até onde se sabe).

Mas está claríssimo que, enquanto não forem desentupidas globalmente as veias do sistema, todos os países emergentes continuarão patinando. Cito o ministro da Fazenda do México, Agustín Carstens, na reunião dos ministros ibero-americanos da área: "As projeções preliminares mostram que os países industrializados terão uma demanda de recursos de cerca de US$ 6 trilhões neste ano [equivale a quase cinco "Brasis"], o que é muito grave em termos de deslocamento de recursos dos países emergentes".

Posto de outra forma: poupados da trombose, os emergentes sofrem de vampirização.

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(este banner da Folha não é publicidade paga à Oficina de Gerencia. Coloco-o no post por uma questão de justiça uma vez que utilizo matéria do jornal no meu blog. É uma contra-partida.)

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