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A data foi instituída pela Lei nº 12.116/2009 e tem como objetivo conscientizar a população sobre a doença, seu tratamento e, principalmente, sobre a sua prevenção. O câncer de mama é uma doença causada pela multiplicação desordenada de células da mama. Esse processo gera células anormais que se multiplicam, formando um tumor. Há vários tipos de câncer de mama. Por isso, a doença pode evoluir de diferentes formas. Alguns tipos têm desenvolvimento rápido, enquanto outros crescem mais lentamente. Esses comportamentos distintos se devem às características próprias de cada tumor. O câncer de mama também acomete homens, porém é raro, representando apenas 1% do total de casos da doença.


Clarice Lispector, nascida Chaya Pinkhasivna Lispector OMC (Chechelnyk, 10 de dezembro de 1920 – Rio de Janeiro, 9 de dezembro de 1977), foi uma escritora e jornalista de origem russo-judaica (asquenazita). Radicada no Brasil desde a primeira infância, naturalizou-se brasileira em 1943. Autora de romances, contos e ensaios, é considerada uma das escritoras brasileiras mais importantes do século XX. Sua obra está repleta de cenas cotidianas simples e tramas psicológicas, reputando-se como uma de suas principais características a epifania de personagens comuns em momentos do cotidiano. Quanto às suas identidades nacional e regional, declarava-se brasileira e pernambucana. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Clarice_Lispector)

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sábado, 21 de março de 2009

Artistas e intelectuais envolvem-se em polemica animada(1959)

21 de março de 1959 — O Manifesto Neoconcreto no JB

Jornal do Brasil: O Manifesto Neoconcreto
Dois dias após a abertura da 1ª Exposição de Arte Neoconcreta no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, o Suplemento Dominical do Jornal do Brasil (SDJB) estampava em suas páginas o Manifesto Neoconcreto. Assinado pelos artistas expositores Lygia Pape, Franz Weissmann, Lygia Clark e Theon Spanúdis, além de Reynaldo Jardim, Ferreira Gullar e Amilcar Castro — estes três, respectivamente, editor chefe do SDJB, editor de artes plásticas e diagramador — o Manifesto estreitava os laços entre o Movimento Neoconcreto e o SDJB.
Criado em 1956 por Reynaldo Jardim, o SDJB foi idealizado para tratar de temas voltados ao universo feminino, mas logo no início mudou as suas pretensões originais. Ainda em 1956, ao conceder um generoso espaço à 1ª Exposição de Arte Concreta, realizada do MAM de São Paulo, o SDJB desencadeou o cisma entre paulistas e cariocas, firmando-se como o centro das discussões do processo de ruptura, principalmente em torno da literatura, da poesia e das artes plásticas. "Tínhamos toda a liberdade e nenhuma interferência para editar, produzir, contestar e revolucionar". Este era o ideal que inspirava Reynaldo Jardim no seu experimento jornalístico - literário, o qual ele definia como uma publicação didática, educativa e atualizadora. O SDJB agitou o cenário cultural brasileiro, e atingiu o seu melhor momento quando, por ocasião da estreia da 1ª Exposição de Arte Neoconcreta, publicou o Manifesto Neoconcreto. O Neoconcretismo nasceu em um período de transformações no Brasil e no mundo. O governo de Juscelino Kubstchek, cujo lema era "50 anos em 5", tinha como meta modernizar o país, e a sociedade brasileira começava a adquirir um perfil urbano.

A rivalidade entre cariocas e paulistas
Os debates acalorados sobre a divisão do movimento entre paulistas e cariocas tiveram um capítulo à parte nas páginas do Suplemento Dominical do Jornal do Brasil. Segundo Lygia Pape, que pertencia ao grupo carioca, a separação do grupo paulista ocorreu porque estes eram "muito racionalistas", enquanto os integrantes do grupo do Rio queriam trabalhar com a "intuição, mais soltos". 
O tema tornou-se uma batalha literária e rendeu muitas discussões, como o manifesto Plano Piloto para a Poesia Concreta, de Haroldo de Campos, Augusto de Campos e Décio Pignatari. 


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