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Frase

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Esopo (Nessebar, 620 a.C. – Delfos, 564 a.C.) foi um escritor da Grécia Antiga a quem são atribuídas várias fábulas populares. A ele se atribui a paternidade da fábula como gênero literário. Sua obra, que constitui as Fábulas de Esopo, serviu como inspiração para outros escritores ao longo dos séculos, como Fedro e La Fontaine. Malgrado sua existência permaneça incerta e pouco se saiba quanto à origem de várias de suas obras, seus contos se disseminaram em muitas línguas pela tradição oral. Em muitos de seus escritos, os animais falam e têm características humanas. Biografia: O fabulista grego teria nascido no final do século VII a.C. ou no início do século VI a.C. Heráclides do Ponto na obra Acerca dos Samios, afirmava que Esopo nascera na Trácia. Em suas origens, porém, várias hipóteses foram formuladas: Frígia, Egito, Etiópia, Samos, Atenas, Sardes e Amório. A hipótese de sua origem africana hoje é bastante creditada: o mesmo nome "Esopo" poderia ser uma contração da palavra grega para "etíope", um termo usado pelos gregos para se referir a todos os africanos subsaarianos. Além disso, alguns dos animais que aparecem nas fábulas de Esopo eram comuns na África, mas não na Europa (devemos ter em mente a diferente distribuição na época de animais como o leão berbere, hoje extinto). Também deve ser notado que a tradição oral de muitos povos africanos (mas também dos povos do Oriente Próximo e dos Persas) inclui contos de fadas com animais personificados, cujo estilo muitas vezes se assemelha ao de Esopo.* Certo é que morreu em Delfos, tendo sido executado injustamente, segundo descreve Heródoto (Histórias, II, 134) e a Suda. Segundo Heródoto, Esopo foi escravo do filósofo Janto (Xanto), um cidadão de Samos, juntamente com uma outra escrava chamada Rodópis [https://pt.wikipedia.org/wiki/Esopo]

 

sexta-feira, 13 de março de 2009

Corrida espacial: os russos dão um show ao enviar a Soyuz com 2 astronautas para se acoplar à estação MIR.


13 de março de 1986 — Soyuz leva 2 cosmonautas à Mir

Jornal do Brasil: Soyuz T-15
A nave tripulada Soyuz-T-15 entrou em órbita terrestre 50 minutos depois do lançamento no Centro Espacial de Baikonur, República do Cazaquistão. No dia seguinte a Soyuz se acoplou à estação orbital Mir, cujo nome significa ao mesmo tempo paz e universo em russo. 
O voo da Soyuz T-15 foi o 59º da história espacial soviética, e foi realizado no 25º aniversário da primeira viagem ao espaço tripulada feita pelos soviéticos.

A União Soviética mostrou ao vivo, pela TV, os cosmonautas Leonid Kizin, 44, e Vladimir Solovyoy, 39, preparando-se para a viagem. A cobertura começou 18 minutos antes do lançamento e estendeu-se até momentos depois da partida.

A transmissão marcou uma mudança de atitude do governo soviético, que só mostrava imagens de viagens espaciais que tivessem sido bem-sucedidas. A única transmissão ao vivo feita pelo soviéticos ocorreu em 1975 quando uma nave do programa Soyuz, transportando dois astronautas, foi lançada para acoplar-se com uma nave Apolo, em que estavam três cosmonautas americanos.

A estação orbital Mir foi lançada no dia 20 de fevereiro, e foi projetada para abrigar longas missões do homem no espaço, em substituição às pequenas cápsulas de laboratório Salyut. 

Pesquisas a bordo da Mir
A bordo da Mir foram realizados 16.500 experimentos em 15 anos de missão em órbita. O complexo orbital era formado por vários módulos que foram acoplados por etapas, pesava 137 toneladas e tinha 40 metros de extensão. Cada astronauta dispunha de uma cabine individual, com saco de dormir, mesa e lavabo. Além de seis docas para receber naves espaciais, a Mir tinha quatro módulos-living, oficina tecnológica, estação de pesquisas biológicas e laboratório médico. 

A partir de 1995, uma série de acidentes graves afetou o funcionamento da estação até que em março de 2001, as autoridades russas decidiram destruir o complexo. Os destroços da Mir afundaram o sul do Oceano Pacífico. 

  

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