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Quinto Horácio Flaco (em latim Quintus Horatius Flaccus, Venúsia, 8 de dezembro de 65 a.C. — Roma, 27 de novembro de 8 a.C.) foi um poeta e filósofo romano, amplamente reconhecido como um dos maiores e mais importantes poetas da Roma Antiga. Sua Odes exerceram grande influência na literatura e língua latina, e seu poema didático Ars Poetica é uma das bases teóricas da poesia de tradição clássica. A obra de Horácio, assim como a de Virgílio, foi patrocinada por Caio Clínio Mecenas com o intuito de reestabelecer a ordem após a consolidação do Império Romano por César Augusto. Por conta disso, ambos os poetas foram considerados, ao longo do séculos, como os maiores da Roma Antiga, no entanto, muitos críticos modernos rejeitam essa posição. [https://pt.wikipedia.org/wiki/Hor%C3%A1cio]


terça-feira, 3 de março de 2009

Albert Sabin, um iluminado da ciencia e criador da vaciona oral contra poliomielite morreu em 1993.

3 de março de 1993 — Sabin combate a pólio

Jornal do Brasil: Albert Sabin
O médico e microbiologista Albert Sabin ficou famoso por desenvolver a vacina oral contra a poliomielite. Sabin foi quem convenceu o governo brasileiro, em 1980, a adotar a vacinação de toda a população infantil em apenas um dia. Desde então esteve várias vezes no Brasil para participar da campanha de combate à doença. Naquela época de 2 mil a 3 mil crianças brasileiras contraíam poliomielite todos os anos. Após os primeiros anos de vacinação em massa as notificações tiveram uma redução drástica e caíram para 45 casos. 

A doença é fatal e causa lesões em um terço das pessoas atingidas Antes da descoberta da vacina em 1960, anualmente no Brasil, 6 mil pessoas morriam ou eram condenados a andar de muletas ou de cadeira de rodas.

O médico abriu mão dos direitos de patente da vacina contra a pólio, para
permitir que crianças de todo o mundo fossem imunizadas. Pelos esforços para erradicação da pólio o cientista recebeu do governo brasileiro, em 1967, a Grã-Cruz do Mérito Nacional.

Antes de trabalhar na vacina da pólio, Sabin chegou a isolar o vírus da dengue, além de deixar importantes estudos sobre a toxoplasmose, câncer e a encefalite japonesa.
A vacina foi criada a partir de uma variedade enfraquecida, mas viva, do vírus da poliomielite. A atenuação do vírus foi feita a partir de inoculações sucessivas e contínuas em células de cultura, que eram mantidas a uma temperatura inferior a do corpo humano — cerca de 30ºC. Após 30 ou 40 inoculações as amostras de vírus só são capazes de se multiplicar a essa temperatura e não provocam mais a doença.
A vacina anterior, de Jones Salk, desenvolvida cinco anos antes da Sabin, usava vírus mortos em formol e era injetável. Já o vírus atenuado é administrado por via oral e é eliminado nas fezes. Por ser disseminado no ambiente pode imunizar pessoas que não tenham sido vacinadas.
A vacina foi testada na ex-União Soviética e no México e depois de aprovada foi produzida oficialmente nos Estados Unidos.

Vida dedicada a pesquisas
Sabin acabou paralítico devido a uma polineurite, doença que atinge as fibras nervosas. O cientista morreu de ataque cardíaco, aos 86 anos, em sua casa em Washington. No mesmo ano, foi fundado o Instituto Sabin de Vacinas, para dar prosseguimento`as suas pesquisas.

O médico nasceu na aldeia polonesa de Bialystok, então pertencente à Rússia, em 26 de agosto de 1906. Mudou-se para os Estados Unidos em 1921 e mais tarde naturalizou-se americano. Em 1931 concluiu o doutorado em medicina na Universidade de Nova York, onde começara a pesquisar a poliomielite. Passou uma temporada em Londres em 1934, como representante do Conselho Americano de Pesquisas.

De volta aos Estados Unidos, tornou-se pesquisador do Instituto Rockfeller de Pesquisas Médicas. Sabin serviu como médico no exército norte-americano durante a Segunda Guerra Mundial e combateu epidemias entre as tropas baseadas na África 

 

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