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O Dia Internacional da Família é comemorado anualmente em 15 de maio e foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1993. Mais do que uma homenagem, essa comemoração visa destacar a importância da família na sociedade, promovendo discussões sobre temas que impactam diretamente seu bem-estar, como economia, saúde e relações interpessoais. A família, independentemente de sua configuração, é a base da formação moral, ética e cultural de cada indivíduo. Seja composta por pais e filhos, avós, tios, mães ou pais solteiros, casais do mesmo sexo ou laços afetivos construídos ao longo da vida, ela representa amor, proteção e pertencimento. No Brasil, além da celebração internacional, há também o Dia da Família, comemorado em 8 de dezembro. Ambas as datas reforçam a necessidade de reconhecer e valorizar todas as formas de família, incentivando o respeito, a união e o apoio mútuo como pilares essenciais para uma sociedade mais equilibrada. O Dia Internacional da Família foi instituído pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, durante reunião feita em 20 de setembro de 1993. A data foi celebrada pela primeira vez em 1994. A família é um projeto de Deus para refletir Seu amor e cuidado por nós. Feliz Dia da Família!


Kamal Ravikant é um autor e investidor indiano-americano, conhecido principalmente pelo livro motivacional Love Yourself Like Your Life Depends On It (em português: Ame a si mesmo: sua vida depende disso), que se tornou um best-seller mundial. Além de escritor, ele também atua como venture capitalist no Vale do Silício

MAIO


 



terça-feira, 16 de dezembro de 2008

História do Brasil - Nesta data, em 1993, o Supremo Tribunal Federal confirmou a cassação do Presidente da República, Collor de Mello.

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Jornal do Brasil: Collor fica inelegível por oito anos

O Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou a cassação do ex-presidente Fernado Collor de Mello imposta pelo Congresso em 1992. O político foi afastado do cargo por força de impeachment fundamentado em denúncias de corrupção. Como último recurso para preservar os direitos políticos, renunciou ao mandato antes do início do julgamento pelo Congresso, mas a sessão teve continuidade. A renúncia foi considerada um ato de esperteza política pelos ministros do STF. Collor foi sucedido pelo vice-presidente Itamar Franco, que exercia o cargo interinamente desde o afastamento do presidente em 2 de outubro. Ele ficou inelegível e impedido de exercer qualquer função pública por oito anos. 

O político foi o primeiro presidente da República eleito por voto direto após a ditadura, em 1989. Tomou posse em 15 de março de 1990 e foi obrigado a deixar a presidência em 29 de dezembro de 1992.

Um ano depois de manter a cassação do ex-presidente, o STF absolveu Collor e PC Farias do crime de corrupção passiva. Por 5 votos a 3, os ministros do Supremo Tribunal Federal julgaram improcedente a denúncia do procurador-geral da República, Aristides Junqueira, alegando falta de provas. Foram apresentadas pelo procurador entre outros, os seguintes itens: uma gravação em que PC Farias revela ter cobrado da Mercedes-Benz uma doação para a campanha do ex-deputado Sebastião Curió, em 1990; disquetes de computador apreendidos pela Polícia Federal na Verax, uma das empresas de PC, com os registros da movimentação financeira do esquema de corrupção; e os cheques emitidos pelos fantasmas de PC e depositados na conta da secretária, Ana Acioli, entre outras. A defesa sustentou que não havia nenhum documento comprometedor assinado por Collor, quando este ainda era presidente.
Em 2006, o Collor foi novamente eleito, desta vez, como senador pelo estado de Alagoas.
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