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Descoberta do Brasil ou descobrimento do Brasil é a designação tradicional do episódio da chegada da armada comandada por Pedro Álvares Cabral ao litoral da América do Sul em 1500, evento que resultou na incorporação do território à esfera de domínio do Reino de Portugal e marcou o início da presença europeia contínua na região que viria a constituir o Brasil. O avistamento da costa ocorreu nas imediações do Monte Pascoal, sendo a nova terra denominada inicialmente Ilha de Vera Cruz e, posteriormente, Terra de Santa Cruz. A data tradicional de 22 de abril de 1500 baseia-se na Carta de Pero Vaz de Caminha e corresponde a 3 de maio de 1500 no calendário gregoriano. A viagem cabralina integrava o movimento das navegações portuguesas voltadas à rota marítima para as Índias, aberta por Vasco da Gama em 1498, e inseria-se no processo mais amplo da expansão ultramarina europeia dos séculos XV e XVI, associado à formação do sistema comercial atlântico e à difusão do cristianismo. No plano jurídico e ideológico, a apropriação das novas terras foi posteriormente relacionada ao princípio conhecido como doutrina da descoberta, segundo o qual as monarquias cristãs reivindicavam soberania sobre territórios não cristãos, frequentemente desconsiderando as populações autóctones. [https://pt.wikipedia.org/wiki/Descoberta_do_Brasil]


Umberto Eco (Alexandria, 5 de janeiro de 1932 — Milão, 19 de fevereiro de 2016), foi um escritor, filósofo, professor, semiólogo, linguista e bibliófilo italiano de fama internacional. Foi titular da cadeira de Semiótica e diretor da Escola Superior de ciências humanas na Universidade de Bolonha. Ensinou temporariamente em Yale, na Universidade Columbia, em Harvard, Collège de France e Universidade de Toronto. Colaborador em diversos periódicos acadêmicos, dentre eles colunista da revista semanal italiana L'Espresso, na qual escreveu sobre uma infinidade de temas. Eco foi, ainda, notório escritor de romances, entre os quais "O nome da rosa" e "O pêndulo de Foucault". Junto com o escritor e roteirista Jean-Claude Carrière, lançou em 2010 "N’espérez pas vous débarrasser des livres" (publicado em Portugal com o título "A Obsessão do Fogo", e no Brasil como "Não contem com o fim do livro"). [https://pt.wikipedia.org/wiki/Umberto_Eco]


segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Futuro presidente Obama escolhe Hillary Clinton para sua equipe. Problemas ou soluções à frente?

Transcrevo, na íntegra, a página do site da revista Época que noticiou a indicação de Hillary Clinton para compor o gabinete do presidente eleito dos EUA, Barack Obama. Ela irá exercer a importante função de Secretária de Estado que equivale ao nosso Ministro das Relações Exteriores; só que com muito mais poder e influência. Pessoalmente, acho que ter Hillary Clinton na equipe é um ganho de muitos pontos para a futura administração Obama. Todavia, a indicação dela abre um interessante "case" para estudos corporativos. 

Acho que nem precisa explicar muito. A senadora foi adversária ferrenha (e às vezes cruel) de Obama durante as primárias democratas. Deu seu apoio, não muito abnegado, à indicação dele, pelo partido, como candidata derrotada. É uma força poderosa dentro da agremiação do Partido Democrata, dominando com liderança e competência uma ala que conta com o prestígio do ex-presidente Clinton. Ou seja, todos os ingredientes para um fascinante "Jogo de Poder" que, tão certo como o sol nasce e se põe, será desencadeado em algum momento da era Barack Obama. 

Até que ponto o presidente Obama conseguirá "submeter" uma estrela como Hillary Clinton à sua liderança? E logo no sensível comando da política externa americana. Tanto ele como ela estarão disputando um jogo de altíssimo risco. Se a senadora, agora ministra, não conseguir saídas diplomáticas concretas para os enormes problemas da política externa americana será trucidada por Obama e sua equipe que a responsabilizarão pelo fracasso. Mas, se ao contrário, tiver sucesso... Ah! Senhores preparem-se para assistir uma luta de titãs na indicação do próximo candidato à presidência norte-americana. É ou não é um case sensacional para se acompanhar? 

Os exemplos anteriores não são favoráveis a Hillary. Dificilmente um choque de estrelas de um mesmo partido em um mesmo governo dá certo e vence quem tem o poder da caneta. Para citar um exemplo, recente, aqui mesmo no Brasil, lembro do episódio Presidente Lula e seu ex-ministro José Dirceu. Procurem outros na mémoria - seja na história ou na sua empresa - para saber como este episódio vai acabar.

Apostas abertas...

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01/12/08 - 13h44 - Atualizado em 01/12/08 - 19h19

Obama confirma nomeação de Hillary Clinton como secretária de Estado

Presidente eleito também manteve Robert Gates à frente do Pentágono.
Janet Napolitano, governadora do Arizona, vai para a Segurança Interna.

Do G1, com agências internacionais


O presidente eleito dos EUA, Barack Obama, anunciou nesta segunda-feira (1) a nomeação da senadora Hillary Clinton como secretária de Estado, principal cargo da diplomacia norte-americana.

 

A nomeação dela e de outros membros da equipe de Segurança do futuro governo foi confirmada em comunicado seguido de entrevista coletiva em Chicago, quartel-general da equipe de transição.

 

Foto: AP

Barack Obama fala durante a entrevista em que confirmou Hillary Clinton como secretária de Estado do futuro governo democrata, em Chicago, nesta segunda-feira (1). (Foto: AP)

"Há muito a fazer, de evitar a proliferação de armas nucleares no Irã e na Coréia do Norte, passando por buscar uma paz duradoura entre Israel e os palestinos, até fortalecer as instituições internacionais", disse Obama ao apresentar Hillary. 

Após a nomeação, a ex-primeira-dama assegurou que "dará tudo de si" no cargo e que voltará a priorizar a negociação no trato com outros países. 

Hillary, senadora por Nova York e ex-rival de Obama durante as acirradas prévias do Partido Democrata neste ano, vai substituir Condoleezza Rice. Ela será a terceira mulher a ocupar o cargo, que já havia sido de Madeleine Albright.

 

Nesta segunda, antes da confirmação da nomeação de Hillary, Rice elogiou sua sucessora (assista ao lado)

Segundo Rice, Hillary vai trazer "energia, intelecto e habilidade" para o cargo, e, sobretudo, "um grande amor pelos Estados Unidos e seus valores".

 

Saiba mais sobre Hillary Clinton

 

Leia também: EUA 'estarão em boas mãos' com Hillary, diz Bill Clinton

 

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