||| 20 de julho DE 2026 ||| 2ª feira ||| dia do amigo e dia internacional da amizade ||| *Reflexão: “O egoísmo é a fonte de todos os vícios, como a caridade é a fonte de todas as virtudes.” ― Allan Kardec |||

 

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O Dia do Amigo e Internacional da Amizade é comemorado em 20 de julho. Esta data foi primeiramente adotada em Buenos Aires, na Argentina. Desde 1999, ela é comemorada de forma oficial neste país, onde é uma das celebrações mais festejadas. O argentino Enrique Ernesto Febbraro (1924-2008) é o responsável pela criação do Dia do Amigo e Internacional da Amizade. A ideia surgiu com a chegada do homem à Lua, em 20 de julho de 1969, pois este fato significava que juntos, os povos poderiam conseguir superar desafios quase impossíveis. Para o criador da data, a chegada à Lua representava um símbolo de união entre todos os seres humanos. Através das campanhas de divulgação realizadas por Febbraro, aos poucos, o Dia do Amigo e Internacional da Amizade passou a ser comemorado em outras partes do mundo, e hoje quase todos os países festejam esta data.

pensamento dia

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Frase

Frase
Hippolyte Léon Denizard Rivail (Lyon, 3 de outubro de 1804 – Paris, 31 de março de 1869) foi um educador, autor e tradutor francês. Sob o pseudônimo de Allan Kardec, notabilizou-se como o codificador do espiritismo (neologismo por ele criado). Foi discípulo do reformador educacional Johann Heinrich Pestalozzi e um dos pioneiros na pesquisa científica sobre fenômenos paranormais (mais notoriamente a mediunidade), assuntos cuja investigação costumava ser considerada inadequada. Conforme o seu próprio depoimento, publicado em Obras Póstumas, foi em 1854 que o Prof. Rivail ouviu falar pela primeira vez do fenômeno das "mesas girantes", bastante difundido à época, através do seu amigo Fortier, um magnetizador de longa data. Sem dar muita atenção ao relato naquele momento, atribuindo-o somente ao chamado magnetismo animal do qual era estudioso. Durante este período, também tomou conhecimento da psicografia. Ele então teria tido contato com um "espírito familiar", que supostamente teria passado a orientar os seus trabalhos. O pseudônimo "Allan Kardec" foi escolhido porque esta entidade teria revelado que ambos haviam vivido juntos, em uma vida passada, entre os druidas do povo celta, na região da Gália (atual França). A Doutrina Espírita transforma completamente a perspectiva do futuro. A vida futura deixa de ser uma hipótese para ser realidade. O estado das almas depois da morte não é mais um sistema, porém o resultado da observação. Ergueu-se o véu; o mundo espiritual aparece-nos na plenitude de sua realidade prática; não foram os homens que o descobriram pelo esforço de uma concepção engenhosa, são os próprios habitantes desse mundo que nos vêm descrever a sua situação. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Allan_Kardec)

 

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Pesquisa mostra que o governo pode administrar melhor gastos

- "A sociedade brasileira é a fa­vor da extinção da CPMF e pre­fere que o governo compense essa perda com a melhor admi­nistração dos seus gastos do que com o corte puro e simples.

A conclusão consta da pes­quisa Pulso Brasil, que é reali­zada mensalmente pela Fiesp /
Ciesp em parceria com o Ipsos Public Affairs, abrangendo mil entrevistas com pessoas físicas. A coleta foi feita entre os dias 23 e 30 de janeiro em 70 cida­des e 9 regiões metropolitanas. A margem de erro é de 3% para mais ou para menos.

O objetivo da pesquisa foi avaliar a percepção do consu­midor brasileiro em relação ao fim da cobrança da CPMF. De acordo com o trabalho, 60% dos entrevistados disseram ser a favor da extinção da cobrança da CPMF, 22% foram contra e 17% não souberam ou não res­ponderam.

Por classe social, a favor da extinção, 72% são da classe AI B, 61% da C e 56% da D/E. Nes­ta última classe, 20% foram contra e 24% não souberam ou não responderam.

Sobre a adequação orçamen­tária do governo para compen­sar o fim da CPMF, 36% espe­ram que o governo corte gastos desde que não seja nas áreas de saúde, educação ou projetos so­ciais, 32% desejam que o gover­no controle seuS gastos, sem necessariamente cortá-Ios, au­mentando a eficiência e dimi­nuindo os desperdícios, 10% apóiam o corte de gastos, 20% consideram que o foco deve ser o combate à sonegação, 5% acham que se deve aumentar a
base de arrecadação e apenas 3% concordam com algum tipo de aumento de imposto.

O diretor do Departamento de Estudos e Pesquisas Econô­micos da Fiesp, Paulo Francini, chama a atenção para o fato de que são maiores as expectativas quanto à melhora do gasto pú­blico (78%) do que quanto ao aumento da arrecadação (38%), o que indica que a carga tributáriajá está muito elevada.

O impacto do fim da CPMF é sentido de maneira bastante di­ferente entre os consumidores: 21% acham que os preços cai­rão, 18% apostam no aumento darencla, 28% consideram irre­levante o acréscimo na renda e 33% não sabem responder.

A pesquisa também mostra que 64% dos entrevistados consideram que, para reduzir impostos, é importante que o governo administre melhor seus gastos, enquanto que para 36% o corte nos gastos é inevi­tável. Ao comparar a alternati­va de controle de gastos com a ampliação da base de arrecada­ção, a proporção é de 77% a 22% a favor do primeiro.
Avaliando a relação entre controle de gastos e redução da carga tributária, a pesquisa mostra que 62% dos entrevis­tados acham que a redução de impostos é que obriga o gover­no a controlar seus gastos. Para 38%, é o controle de gastos que leva à redução da carga tributá­ria.

"A pesquisa mostra que a po­sição defendida pela Fiesp de não aprovar a prorrogação da CPMF era correta", diz Paulo Francini."

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Esta é a transcrição integral do artigo que o jornalista Guilherme Barros (guilherme.barros@uol.com.br) escreveu na Folha de São Paulo de hoje (17 fev), para seção "Mercado Aberto", assinada por ele nesse jornal. Coloquei o artigo no blog para chamar a atenção sobre o que a sociedade acha sobre a forma como o governo está aplicando seus recurso. É uma demonstração de que a população cada vez mais ira cobrar a qualidade nos conceitos de gestão pública que estão sendo, cada vez mais, olvidados pelos executivos do governo (de todos os governos, diga-se de passagem). Veja com atenção a imagem que faz parte do artigo.

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