||| 03 de setembro DE 2026 ||| 5ª feira ||| setembro das campanhas e cores (ver imagem abaixo) ||| *Reflexão: “A descoberta consiste em ver o que todo mundo viu e pensar o que ninguém pensou.” — Jonathan Swift . |||

 

Bem vindo

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O mês de setembro é marcado por várias campanhas de conscientização em saúde, sendo conhecido por reunir diversas cores.Principais Campanhas de SetembroAmarelo: Prevenção ao suicídio e valorização da vida (campanha mais difundida, com o Dia Mundial em 10 de setembro).Verde: Incentivo à doação de órgãos e tecidos, além da prevenção ao câncer de intestino e conscientização sobre pessoas com deficiência.Vermelho: Prevenção, conscientização e tratamento de doenças cardiovasculares.Dourado: Conscientização e diagnóstico precoce do câncer infantojuvenil.Roxo: Conscientização sobre a Fibrose Cística e a Doença de Alzheimer.Azul: Divulgação da cultura e dos direitos da comunidade surda (Setembro Azul).

pensamento dia

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Frase

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Jonathan Swift (Dublin, 30 de novembro de 1667 – Dublin, 19 de outubro de 1745) foi um escritor anglo-irlandês, panfletário político (primeiro para os Whigs, depois para os Tories), poeta e clérigo que depois se tornou reitor da Catedral de São Patrício, em Dublin. Swift é conhecido por suas obras, entre as quais: As Viagens de Gulliver; A história de um tonel; Argumentos contra a abolição do cristianismo; e Uma Modesta Proposta. Ele é considerado pela Encyclopædia Britannica o principal satirista de prosas da língua inglesa, e não tão conhecido por suas poesias. Swift originalmente publicou todas suas obras assinadas por pseudônimos — como Lemuel Gulliver, Isaac Bikerstaff, the Drapier — ou anonimamente.[1] Seu estilo irônico de escrita, gerou o termo em inglês "Swiftian" ou "swiftiniano" em português, usado para denominar sátiras que carregam estilo tão particular.[https://pt.wikipedia.org/wiki/Jonathan_Swift]

 

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Pergunte ao Max - Adaptação ao Emprego.



Passei por vários empregos, e não consegui me adaptar a nenhum. Gosto de dar sugestões, de ser participativo, e fico deprimido quando percebo que meu potencial não está sendo aproveitado. Será que estou idealizando um emprego que não existe? (Fábio)
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Responde Max Gehringer: "O emprego que você tem em mente existe, Fábio. Neste momento, milhões de pessoas estão em empregos assim, embora qualquer profissional sempre ache que está participando menos do que poderia ou deveria. Há, entretanto, algo que você deve levar em conta. Nenhuma dessas pessoas já entrou dando sugestões, remexendo em estru­turas ou alterando processos existentes. Para ter uma carreira de acordo com seu potencial, você deve fazer como o bambu, uma planta que parece frágil, mas não é. Antes de brotar, o bambu leva vários anos construindo uma rede subterrânea de raízes. Quando ele desponta, está firme e sólido. Ê isso que está lhe faltando, Fábio. Você já quer começar pela superfície, antes de criar as raízes da confiança. A cada mudança que você faz, você se replanta e volta ao ponto zero. Seja mais paciente, lembrando que ser paciente não é ser acomodado."
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Sou formada em Geologia, mas, como não encontrei oportunidades em minha área, venho trabalhando como recepcionista em um hospital. Não gosto do que faço, mas não posso fazer o que gosto. Tenho 25 anos. Devo insistir ou desistir? (Clara)

Responde Max Gehringer: Você pode ser tanto uma beneficiária quanto uma vítima das chamadas "profissões que encantam". Elas se caracterizam pela sonoridade dos nomes e pela possibilidade de uma carreira diferente. No Brasil, porém, o número de vagas ofe­recidas para as profissões que encantam é bem inferior ao número de formandos. Muitos pais estimulam os filhos a fazer as próprias escolhas, o que pode ter ocorrido em seu caso. Isso é ótimo, sem dúvida. Só que, muitas vezes, a escolha é feita sem que sejam respondidas algumas indispensáveis per­guntas prévias: qual é o mercado de trabalho nessa área?; em que parte do país estão as melhores vagas?; conheço alguém da área que possa me indicar? Você provavelmente não fez essa investigação, Clara. Não estou afirmando que você fez o curso errado, apenas estou enfatizando que não se deve estudar quatro ou cinco anos e transferir o momento da verdade - a busca de um emprego - para depois que o diploma já estiver na mão. Sem dúvida, Clara, você deve insistir. Mas estabeleça também um plano alternativo, caso não surja nenhuma oportunidade nos próximos 12 meses. Se for o caso, faça outro curso, um que ofereça mais opções de emprego. Aos 25 anos, você ainda tem décadas de vida profissional pela frente.
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Este texto foi copiado da Revista Época de 18/02/2008. São duas consultas do tipo "perguntas/respostas", extraídas da coluna "Nossa Carreira" que o Max Gehringer assina naquela publicação semanal.

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