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O Dia Nacional do Parkinsoniano é comemorado anualmente em 4 de abril no Brasil, com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre essa doença que afeta diretamente o sistema nervoso central. O que é Parkinson? Parkinson é uma doença neurológica que prejudica a coordenação dos movimentos musculares e o equilíbrio, sendo mais frequente em pessoas a partir dos 60 anos. Entre os sintomas mais comuns estão: tremores involuntários, principalmente nas mãos; rigidez muscular; lentidão dos movimentos; instabilidade postural, aumentando o risco de quedas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), há cerca de 4 milhões de pessoas no mundo com essas doença, o que evidencia sua relevância como questão de saúde pública. mãos idosas amparando outras mãos Importância da conscientização O Dia Nacional do Parkinsoniano não serve apenas para alertar sobre a doença, mas também para: Divulgar informações corretas sobre os sintomas e formas de cuidado; Compartilhar avanços no tratamento, que podem melhorar a qualidade de vida e até aumentar a expectativa de vida dos pacientes; Apoiar pacientes e familiares, incentivando a compreensão, o respeito e a inclusão social; Estimular pesquisas e políticas públicas voltadas para o acompanhamento médico e terapias de reabilitação. Causas e tratamentos A doença ocorre devido à redução significativa da dopamina, um neurotransmissor responsável por transmitir sinais entre as células nervosas. A dopamina é fundamental para que os movimentos voluntários do corpo aconteçam de forma automática, ou seja, sem que precisemos pensar em cada ação dos músculos. Quando essa substância está em falta, especialmente em uma pequena área do cérebro chamada substância negra, o controle sobre os movimentos fica comprometido, surgindo os sintomas típicos da doença. Embora a doença não tenha cura, existem tratamentos medicamentosos, terapias físicas e ocupacionais que ajudam a controlar os sintomas, melhorar a mobilidade e manter a independência dos pacientes.




quinta-feira, 5 de março de 2009

Metrô do Rio é inaugurado após 9 anos de construção (1979).


5 de março de 1979 — A primeira viagem do metrô do Rio

Jornal do Brasil: Metrô é inaugurado
O primeiro trecho do metrô, com 5,1 quilômetros de extensão, ligando a Glória à Praça 11, foi entregue à população, que a usou gratuitamente até meados de março. O metrô iniciou suas operações com cinco estações – Praça 11, Central, Presidente Vargas, Cinelândia e Glória. Quatro trens de quatro vagões cada um circulavam das 9h as 15h, em intervalos de 8 minutos.

As pessoas receberam aos gritos de contentamento a chegada do primeiro trem à plataforma. Cinco minutos depois, as composições estavam superlotadas e o trem partiu sob grande euforia dos passageiros. No fim da linha, quando todos eram obrigados a saltar, a maioria se dirigia para o lado contrário da plataforma para fazer a viagem de volta.

Estima-se que 10 mil pessoas viajaram de graça no primeiro dia de funcionamento do sistema metroviário. Ao todo foram 16 viagens, nos dois sentidos. O horário de maior movimento foi das 13h as 14h30. O embarque foi tumultuado na Cinelândia onde centenas de pessoas se aglomeravam na estação.

Durante a cerimônia de inauguração, o presidente Geisel também sobrevoou as obras da rede provisória básica, da Pavuna ao Estácio, com 37 quilômetros, e conheceu o protótipo do trem do metrô de superfície.

Rede foi contruída em 9 anos
A partir do dia 15 de março, o metrô passou a cobrar Cr$ 4 pelo bilhete unitário. Com a proximidade das festas de fim de ano, em dezembro, o horário de funcionamento foi ampliado para as 23 horas.
A construção da rede foi iniciada em 1970, na Praça Paris, no bairro da Glória. Um ano depois, as obras foram paralisadas por falta de recursos e retomadas somente em 1975. Nessa época, São Paulo já contava com a sua primeira linha em funcionamento.
O metrô do Rio é a segunda rede mais extensa do país, com 42 quilômetros distribuídos em duas linhas e 38 estações, menor apenas que o de São Paulo.


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