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O Dia Nacional do Parkinsoniano é comemorado anualmente em 4 de abril no Brasil, com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre essa doença que afeta diretamente o sistema nervoso central. O que é Parkinson? Parkinson é uma doença neurológica que prejudica a coordenação dos movimentos musculares e o equilíbrio, sendo mais frequente em pessoas a partir dos 60 anos. Entre os sintomas mais comuns estão: tremores involuntários, principalmente nas mãos; rigidez muscular; lentidão dos movimentos; instabilidade postural, aumentando o risco de quedas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), há cerca de 4 milhões de pessoas no mundo com essas doença, o que evidencia sua relevância como questão de saúde pública. mãos idosas amparando outras mãos Importância da conscientização O Dia Nacional do Parkinsoniano não serve apenas para alertar sobre a doença, mas também para: Divulgar informações corretas sobre os sintomas e formas de cuidado; Compartilhar avanços no tratamento, que podem melhorar a qualidade de vida e até aumentar a expectativa de vida dos pacientes; Apoiar pacientes e familiares, incentivando a compreensão, o respeito e a inclusão social; Estimular pesquisas e políticas públicas voltadas para o acompanhamento médico e terapias de reabilitação. Causas e tratamentos A doença ocorre devido à redução significativa da dopamina, um neurotransmissor responsável por transmitir sinais entre as células nervosas. A dopamina é fundamental para que os movimentos voluntários do corpo aconteçam de forma automática, ou seja, sem que precisemos pensar em cada ação dos músculos. Quando essa substância está em falta, especialmente em uma pequena área do cérebro chamada substância negra, o controle sobre os movimentos fica comprometido, surgindo os sintomas típicos da doença. Embora a doença não tenha cura, existem tratamentos medicamentosos, terapias físicas e ocupacionais que ajudam a controlar os sintomas, melhorar a mobilidade e manter a independência dos pacientes.




segunda-feira, 23 de março de 2009

India e Paquistão vivem às turras desde as priscas eras (1956)

23 de março de 1956 — A República Islâmica do Paquistão

Jornal do Brasil: Hostilidades entre a Índia e o Paquistão
O Paquistão acusou a Índia de abrir fogo contra soldados paquistaneses na cidade de Carachi. Cinco pessoas morreram no confronto. O governo da Índia alegou que um efetivo das forças armadas do Paquistão tentou ocupar uma faixa de terra na fronteira, que pertencia aos indianos. 
O território paquistanês fazia parte da Índia, que por sua vez, era uma colônia britânica. Com a retirada das tropas inglesas, o Paquistão, com população de maioria muçulmana, separou-se da Índia, de maioria hindu, e ambos os países tornaram-se independentes em 1947. 

O Paquistão foi um Dominum na Comunidade Britânica de Nações até 1956 quando ser proclamada a República Islâmica do Paquistão. 

Em 1971, ocorreu nova divisão: O Paquistão Oriental apoiado pela Índia separou-se da República Islâmica, dando origem a Bangladesh. A guerra civil deixou mais de 2 milhões de mortos.
Desde a sua criação, o país disputa a posse da região da Cachemira com a Índia.

O território paquistanês já foi invadido por gregos, persas, árabes, afegãos, turcos e mongóis. Os muçulmanos de origem sunita, que são a maioria, vivem em conflito com a minoria xiita.

Paquistão, em urdu, a língua oficial, significa país dos puros e cada letra que forma o seu nome, Pakistan, em inglês, refere-se a uma das regiões que o compõe. Assim, a letra P é de Punjab, o A é de Afegânia, o K é de Kachemira, o S é de Sind e as três últimas letras (TAN) referem-se à área meridional do país, conhecida como Baluquistan. 

Situado no centro-sul da Ásia, o Paquistão fez parte da Rota da Seda, trilhada na Idade Média por caravanas que iam da Turquia até a China e levavam a seda para a Europa.

O território é muito montanhoso e abrange parte da cordilheira do Himalaia, onde está o segundo pico mais alto do mundo, o K-2. O clima é árido e há desertos nas fronteiras com a Índia, com o Irã e com o Afeganistão. A maior parte da população habita o vale do rio Indo, região de terra fértil onde são cultivados algodão e trigo.
pa. 


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