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||| 04 de abril DE 2026 ||| sábado ||| Dia Nacional do Portador da Doença de Parkinson - sábado de aleluia ||| "A amizade duplica as alegrias e divide as tristezas." (Francis Bacon) |||

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O Dia Nacional do Parkinsoniano é comemorado anualmente em 4 de abril no Brasil, com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre essa doença que afeta diretamente o sistema nervoso central. O que é Parkinson? Parkinson é uma doença neurológica que prejudica a coordenação dos movimentos musculares e o equilíbrio, sendo mais frequente em pessoas a partir dos 60 anos. Entre os sintomas mais comuns estão: tremores involuntários, principalmente nas mãos; rigidez muscular; lentidão dos movimentos; instabilidade postural, aumentando o risco de quedas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), há cerca de 4 milhões de pessoas no mundo com essas doença, o que evidencia sua relevância como questão de saúde pública. mãos idosas amparando outras mãos Importância da conscientização O Dia Nacional do Parkinsoniano não serve apenas para alertar sobre a doença, mas também para: Divulgar informações corretas sobre os sintomas e formas de cuidado; Compartilhar avanços no tratamento, que podem melhorar a qualidade de vida e até aumentar a expectativa de vida dos pacientes; Apoiar pacientes e familiares, incentivando a compreensão, o respeito e a inclusão social; Estimular pesquisas e políticas públicas voltadas para o acompanhamento médico e terapias de reabilitação. Causas e tratamentos A doença ocorre devido à redução significativa da dopamina, um neurotransmissor responsável por transmitir sinais entre as células nervosas. A dopamina é fundamental para que os movimentos voluntários do corpo aconteçam de forma automática, ou seja, sem que precisemos pensar em cada ação dos músculos. Quando essa substância está em falta, especialmente em uma pequena área do cérebro chamada substância negra, o controle sobre os movimentos fica comprometido, surgindo os sintomas típicos da doença. Embora a doença não tenha cura, existem tratamentos medicamentosos, terapias físicas e ocupacionais que ajudam a controlar os sintomas, melhorar a mobilidade e manter a independência dos pacientes.




domingo, 15 de março de 2009

Fissão Nuclear. O Brasil entra no clube com a Usina Angra 1 (1982)

15 de março de 1982 — Angra 1 começa a funcionar

Jornal do Brasil: Angra 1
A primeira fissão nuclear na Usina de Angra 1 ocorreu em 1982, mas a produção de energia em escala comercial só foi iniciada em 1985, com 657 MW de potência. Desde então a produção de energia foi equivalente ao consumo de uma cidade com um milhão de habitantes. Ao longo dos anos as operações da usina sofreram interrupções frequentes devido a uma série de problemas técnicos e administrativos.

A primeira usina nuclear brasileira opera com um reator do tipo PWR (reator a água leve pressurizada), desenvolvido pela empresa norte-americana Westinghouse. A construção de Angra 1 foi iniciada em 1972. Em 2000, entrou em operação a Usina de Angra 2, fruto do acordo nuclear Brasil-Alemanha. A usina opera com um reator alemão Siemens/KWU, com potência de 1.350 MW e poderia atender sozinha o consumo de uma cidade com 2 milhões de habitantes.

Esses dois reatores estão instaladas na Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto (CNAAA), em Angra dos Reis, um dos pontos mais bonitos do litoral do país. Os técnicos optaram por um local próximo ao mar porque, embora o combustível seja o urânio, é a água que, através de diferentes circuitos, movimenta o calor gerado e refrigera a usina. Outra vantagem da instalação da CNAAA em Angra dos Reis é a proximidade do município com grandes centros consumidores, como Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, o que evita as perdas de energia características das longas linhas de transmissão. O governo investe ainda na construção de Angra 3, que deve ficar pronta em 2013 e custará 3,7 bilhões de dólares.

O polêmico lixo atômico
O grande inconveniente do processo de fissão nuclear é o lixo atômico produzido no funcionamento da usina. Atualmente esses rejeitos são acondicionados em embalagens metálicas e transferidos, provisoriamente, para um depósito construído na própria central nuclear.

Já os elementos combustíveis usados, mais fortemente radioativos, são também embalados e colocados dentro de uma piscina no interior das usinas, enquanto esperam para serem exportados para reprocessamento. Segundo dados da CNAAA, Angra 1 produziu desde que entrou em operação 2.228 metros cúbicos de rejeitos de baixa e média atividades e Angra 2, 41,2 metros cúbicos do mesmo tipo de lixo atômico. O governo estuda a implantação de um sítio permanente para estocar lixo radioativo em algum ponto do território nacional.

  

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