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O Dia Nacional do Parkinsoniano é comemorado anualmente em 4 de abril no Brasil, com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre essa doença que afeta diretamente o sistema nervoso central. O que é Parkinson? Parkinson é uma doença neurológica que prejudica a coordenação dos movimentos musculares e o equilíbrio, sendo mais frequente em pessoas a partir dos 60 anos. Entre os sintomas mais comuns estão: tremores involuntários, principalmente nas mãos; rigidez muscular; lentidão dos movimentos; instabilidade postural, aumentando o risco de quedas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), há cerca de 4 milhões de pessoas no mundo com essas doença, o que evidencia sua relevância como questão de saúde pública. mãos idosas amparando outras mãos Importância da conscientização O Dia Nacional do Parkinsoniano não serve apenas para alertar sobre a doença, mas também para: Divulgar informações corretas sobre os sintomas e formas de cuidado; Compartilhar avanços no tratamento, que podem melhorar a qualidade de vida e até aumentar a expectativa de vida dos pacientes; Apoiar pacientes e familiares, incentivando a compreensão, o respeito e a inclusão social; Estimular pesquisas e políticas públicas voltadas para o acompanhamento médico e terapias de reabilitação. Causas e tratamentos A doença ocorre devido à redução significativa da dopamina, um neurotransmissor responsável por transmitir sinais entre as células nervosas. A dopamina é fundamental para que os movimentos voluntários do corpo aconteçam de forma automática, ou seja, sem que precisemos pensar em cada ação dos músculos. Quando essa substância está em falta, especialmente em uma pequena área do cérebro chamada substância negra, o controle sobre os movimentos fica comprometido, surgindo os sintomas típicos da doença. Embora a doença não tenha cura, existem tratamentos medicamentosos, terapias físicas e ocupacionais que ajudam a controlar os sintomas, melhorar a mobilidade e manter a independência dos pacientes.




sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

O Corpo Fala - Os discursos (dos outros) nas vidas das autoridades...

Da série "O Corpo Fala"

Esta imagem está fácil de "traduzir".
Imaginem quantos discursos - chatérrimos - uma autoridade como o Presidente da República é obrigado a ouvir durante o seu dia de trabalho. Na foto o presidente Lula está ao lado do ministro da saúde ouvindo um discurso da presidente da UNE.
Esta série de posts foi criado por mim para homenagear o Dr. Pierre Weil (recentemente falecido), autor do best seller "O Corpo Fala" e criador da Universidade da Paz.
Vamos à imagem? Observem, detidamente, as expressões corporais dos "atores" desta cena.
Como tenho procurado fazer, quando apresento as imagens para análises das linguagens corporais, apenas provoco os leitores para que façam as suas próprias "leituras". Comecemos pelo presidente Lula:
  1. O Presidente está com a mão no relógio e olhar impaciente para a oradora. O que ele estava pensando?
  2. Ministro da Saúde, Temporão, não aguentou. Simplesmente relaxou. A expressão fechada demonstra o "prazer" que ele está sentindo por estar ali, naquele momento.
  3. O Secretário Nacional da Juventude, Beto Curi, está em outro local, menos ali, na mesa. Vejam a expressão facial dele. Se alguém perguntar, depois do discurso, o que disse a Presidente da UNE, será que saberá dizer?
  4. E finalmente a oradora, Lucia Stumpf. Para quem ela está discursando? Vejam a expressão de pura felicidade no seu rosto. Afinal está fazendo um discurso para o Presidente da República. Estará ela preocupada em passar a mensagem da sua fala?
  5. O que vocês diriam? Ela está no começo, no meio ou no final do discurso. Ou será que já passou da hora de terminar e ela - na "euforia" do momento - não percebeu?

O que chamo a atenção é para a quantidade de informações que um observador atento pode extrair de uma simples foto com quatro personagens. Imagine, então, se este mesmo observador - dominando a leitura da linguagem corporal - esteja participando de uma negociação importante ou de uma reunião fundamental para sua vida ou da sua empresa. Que tipo de vantagem competitiva ele terá sobre um interlocutor "analfabeto" na interpretação dos sinais (inconscientes) que nossos corpos enviam? Esta é a importância que destaco ao procurar despertar e aperfeiçoar esta habilidade entre os interessados.


LULA NA UNE

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