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Bem vindo

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Joaquim José da Silva Xavier (Fazenda do Pombal, então sob jurisdição da Vila de São José del-Rei, batizado em 12 de novembro de 1746 – Rio de Janeiro, 21 de abril de 1792), conhecido como Tiradentes, foi um militar e ativista político do Brasil, notabilizado por sua participação na Inconfidência Mineira, conspiração de caráter separatista contra o domínio de Portugal. Atuante nas capitanias de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, destacou-se como um dos principais propagandistas das ideias emancipacionistas em um contexto marcado pela crise da economia mineradora e pelo aumento da pressão fiscal exercida pela Coroa portuguesa. Preso em 1789, foi julgado por crime de lesa-majestade e executado em 1792. Sua morte, inicialmente concebida como instrumento de repressão exemplar, foi posteriormente reinterpretada, sobretudo a partir da República, quando sua figura passou a ser associada ao martírio cívico e consolidada como símbolo político da nação brasileira. O dia de sua execução, 21 de abril, foi instituído como feriado nacional, e seu nome foi inscrito no Livro dos Heróis da Pátria. Sua trajetória e execução foram posteriormente reinterpretadas pela historiografia e pela memória política brasileira, que o consagraram como um dos principais símbolos da identidade nacional. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Tiradentes}




terça-feira, 29 de julho de 2008

A alegria perdeu um grande mensageiro.

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Deixei passar uns dias para registrar o falecimento de uma pessoa muito querida por minha família. Falo de Emivaldo Silva, o Mimi. Jornalista famoso, em Brasília, trabalhava há muitos anos no Jornal de Brasília. Era, além de competente fotógrafo e colunista social, uma pessoa respeitada profissionalmente, e acima de tudo, com muitos, muitos amigos. Eu o admirava exatamente por isso, a facilidade de construir amizades de todos os matizes, cores e partidos. Em Brasília isto é considerado uma proeza olímpica. Mimi conseguia.
A aproximação com minha família se deu por acaso. Minha mulher é empresária e tem loja em um shopping, aqui, em Brasília e a "Chez Mimi", loja dele era vizinha. A amizade deles foi natural e em decorrência a relação comigo. Nos encontrávamos com certa frequência nos eventos em que eu comparecia - acompanhando minha mulher - e lá estava ele, trabalhando, divertindo-se e aos amigos. Mimi era, ele mesmo, uma festa. Não éramos, pessoalmente, próximos, mas eu o admirava pela dedicação à profissão e pela sempre esfuziante presença.
Sua morte foi uma surpresa para a legião de admiradores e amigos. Já está próxima de completar 30 dias, mas a ficha ainda não caiu para quem estava sempre à sua volta. Sim, porque Mimi era daqueles personagens que as pessoas viviam em torno dele tal a sua presença, alegre e barulhenta, sempre com a máquina fotográfica à mão e um causo engraçado para contar.
Coloquei, na abertura do post, a foto de Mimi (que retrata exatamente a imagem que seus amigos vão guardar) na página que sua grande amiga - jornalista e colega de redação, no Jornal de Brasilia - Paula Santana, lhe dedicou. É uma bela ode à amizade e ao amigo dileto. Todos os amigos de Mimi traduziram seus sentimentos pelas palavras que Paula Santana - brilhante jornalista que é - escreveu na sua famosa coluna.
Transcrevo o trecho inicial: " Tão cedo. Hoje faz sete dias que Emivaldo Silva, o Mimi, nos deixou órfãos de sua alegria, irreverência, humor e principalmente, de sua lealdade. Aos 50 anos, Mimi passou metade de sua vida trabalhando no Jornal de Brasília. De todo esse tempo eu tive a felicidade de conviver com ele uma década. Anos intensos."
E encerro este post de homenagem com duas frases do próprio Mimi que eu achava a melhor expressão do seu estilo inconfundível: "Gente chic não quebra, trinca" e "Eu quero que meus amigos fiquem cada vez mais ricos. Eles são o meu patrimônio."

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4 comentários:

  1. Tenho prazer de dizer que meu tio emivaldo foi o melhor de todos, que saudade

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    1. Caro "Anônimo", fico feliz de receber seu comentário principalmente no post de homenagem ao Emivaldo. Realmente ele está fazendo uma falta enorme em Brasília. Seja como jornalista cujo espaço nunca foi preenchido, seja como pessoa humana com sua alegria esfuziante em todos os ambientes onde frequentava. Também nós, eu e minha esposa sentimos muito a falta dele. Um abraço e volte sempre por aqui.

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  2. Que linda lembrança! Mimi era pura alegria! Deixa muita saudade!

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    1. Obrigado pelo registro e pela visita; e por reviver a lembrança do Mimi. Lembrar dele é sentir, sempre, a falta que ele faz principalmente em tempos como estes em Brasília. Volte sempre.

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