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John Ronald Reuel Tolkien, conhecido mundialmente como J. R. R. Tolkien (Bloemfontein, 3 de janeiro de 1892 – Bournemouth, 2 de setembro de 1973), foi um escritor, professor universitário e filólogo britânico, nascido na atual África do Sul, que recebeu o título de doutor em Letras e Filologia pela Universidade de Liège e Dublin, em 1954. É autor das obras como O Hobbit, O Senhor dos Anéis e O Silmarillion. Em 28 de março de 1972, Tolkien foi nomeado Comendador da Ordem do Império Britânico pela Rainha Elizabeth II. As suas obras foram traduzidas para mais de cinquenta idiomas, vendendo mais de 200 milhões de cópias e influenciando continuadamente gerações e gerações. Em 2008, The Times listou Tolkien como o sexto entre os maiores escritores Britânicos desde 1945. Em 2009, a revista Forbes listou as 13 celebridades mortas que mais lucraram no respectivo ano. Tolkien alcançou a quinta posição, com ganhos estimados em 50 milhões de dólares.[https://pt.wikipedia.org/wiki/J._R._R._Tolkien]


quarta-feira, 2 de julho de 2008

Decisão da Libertadores de hoje: não é o melhor futebol que vai ganhar o jogo.

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Antes de continuar a ler clique aqui (e depois no play) para ver um vídeo, de hoje, transmitido pela SporTV . O que achou? Veja a foto (de Fábio Motta, da Agencia Estado), publicada no Estado de São Paulo de ontem e a manchete. Pois é, estou muito desconfiado de que poderemos ter, no jogo de logo mais à noite, entre Fluminense e a LDU (Liga Deportiva Universitária) do Equador, uma frustração semelhante àquela que o Flamengo sofreu contra o America do México, lembram?
É claro que torço pelo Flu, apesar do Renato Gaucho (em outro momento eu explico). Ocorre que - apesar do foguetório e da animação - alguns sinais, ocultos, estão indicando, exatamente, o estado de espírito e o ânimo, mais indesejáveis para o grupo de atletas do Fluminense. Percebo, e já tenho alguma experiência nisso, um clima do conhecido "já é campeão" entre os torcedores do clube, na mídia, nas ruas do Rio de Janeiro e no Brasil do futebol. Até ai tudo bem. Torcida é assim mesmo e não vai mudar nunca.
Então, qual é o problema? Porque estou escrevendo este texto com tanta reserva em relação à esperada vitória do Fluminense e a conseqüente conquista da cobiçada Taça Libertadores da América? Simples; por tudo que estamos assistindo e pelo que já vimos (vide o primeiro tempo do jogo, lá, no Equador) este conjunto de atletas do Fluminense não é um grupo confiável quando as pressões chegam - como agora - ao ponto máximo.
Como agravante, estão esquecendo que o time do Equador, a LDU, está assistindo tudo isso concentrado. Atendendo à secular Terceira Lei de Newton, cada ponto a mais no nível de otimismo e confiança exagerada de um lado (Fluminense), corresponde um ponto a mais no nível de motivação e concentração extras do outro (LDU).
O que veremos em campo, sob o ponto de vista do comportamento humano? Sim, porque ninguém se engane. O que acontecerá hoje à noite, com o Maracanã lotado, será tudo, menos um simples jogo de futebol. Serão muitos os duelos a serem travados ali, no "tapete verde", como gostam de dizer os narradores de futebol. O maior deles, e decisivo para sair com a vitória e o título, será o confronto das vontades de vencer (ganas como diriam os espanhóis).
Que coisa mais evidente estou escrevendo? Mas é isso mesmo, parece ser óbvio, mas não é. O que vai entrar em campo, com cada protagonista, serão disciplina, superação e resolução pessoais e coletivas. Será a resultante deste conjunto de forças (22 vetores) quem determinará o vencedor da peleja. Infelizmente, não vejo o grupo do Fluminense à altura de suportar as pressões a que está sendo submetido e que chegará ao clímax durante o jogo.
Do outro lado, um grupo - os equatorianos - que chegou ao ponto mais alto da historia, não só do clube que defendem, mas do esporte em seu país. Chegaram à final com uma grande vantagem (dois gols) e não estão sendo respeitados pelo seu adversário e pela torcida brasileira. Estão se referindo à LDU como um time de terceiro mundo porque é do Equador. Preconceito explícito.
Como vocês acham que está o ânimo coletivo deste grupo de atletas (ou deveríamos chamá-los de... guerreiros?).
É minha opinião que a vantagem da LDU só fez aumentar, depois que venceram por 4 a 2 lá, no Equador e chegaram aqui, ao Brasil. O mais provável e que o desenrolar do jogo seja exatamente o inverso de tudo que a torcida - apaixonada - do Fluminense está pensando.
Quando a bola correr serão as emoções quem vão comandar os comportamentos e as atitudes dos 22 atletas em campo. E para dobrar a vontade de um grupo - a LDU - que está "mordido" e auto-motivado pelo menosprezo do seu adversário, não basta apenas ter jogadores de melhor qualidade. É preciso ter elã, bravura, arrebatamento. Estes serão os componentes da disputa. Quem possuir mais, vai ganhar. Eu acho que, neste quadrante, a vantagem, também, está com a LDU.
Amanhã voltaremos ao assunto para analisar o que aconteceu. Boa sorte para o Fluminense e para o futebol brasileiro, que está precisando e muito.
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Um comentário:

  1. Pow gostei mto do post, Hebert.

    E no fim, não é que deu LDU mesmo hehehe...

    O título disse tudo. O Flu foi totalmente superior no jogo...mas paciência né?
    "Nem sempre o melhor futebol vence"

    Abraços

    Victor

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