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O Dia do Cozinheiro ou Dia da Cozinheira é comemorado anualmente no Brasil em 10 de Maio. A data celebra o profissional (ou não) que se dedica a preparar refeições deliciosas! Com técnica e dedicação, os cozinheiros são responsáveis por fazer maravilhas gastronômicas na cozinha. Os cozinheiros podem atuar em restaurantes, hospitais, empresas ou em escolas, que aliás possuem uma data comemorativa exclusiva - Dia do Merendeiro (a) Escolar, celebrado em 30 de Outubro. Os cozinheiros não precisam ser grandes chefs ou trabalhar em algum lugar para ser reconhecido neste dia. O cozinheiro do lar, que faz as maravilhas que você come todos os dias em casa, também merece os parabéns pelo seu esforço e carinho ao preparar os pratos! cozinheira trabalhando sorridente Origem do Dia do Cozinheiro Não se sabe ao certo o motivo para o Dia do Cozinheiro ser comemorado em 10 de maio. No entanto, um grande motivo para comemoração é a aprovação do Decreto de Lei nº 6.049, de 2005, do deputador Alex Canziani, que regulamenta e oficializa a profissão de cozinheiro no Brasil.


Ernest Miller Hemingway (Oak Park, 21 de julho de 1899 — Ketchum, 2 de julho de 1961) foi um escritor norte-americano, amplamente reconhecido como um dos maiores escritores do século XX e um dos principais expoentes da geração perdida. Seus livros são inspirados nas suas experiência pela Europa e Cuba e na suas atividades como motorista de ambulância durante a Primeira Guerra Mundial e correspondente de guerra durante a Guerra Civil Espanhola. Sua obra foi agraciada com diversos prêmios em vida, como o Prêmio Pulitzer em 1953 e o Nobel de Literatura em 1954. Tomado por diversos problemas de saúde, cometeu suicídio com uma espingarda, calibre 12, em 02 de julho de 1961, aos 61 anos. [https://pt.wikipedia.org/wiki/Ernest_Hemingway]


terça-feira, 26 de agosto de 2008

Profissional, veterano, mas despreparado não evolui.

.......... Estou com este vídeo armazenado há muito tempo sem achar oportunidade para postá-lo. Fiquei em dúvida se seria um (bom) exemplo de uma má ação profissional. Por identificar figuras públicas - no caso o jornalista Marcelo Rezende (acho que, atualmente, está trabalhando na rede TV) - em situações constrangedoras meu led da ética começou a piscar. Por isso esperei.
.......... Publico-o hoje - claro - porque superei minha auto-restrição
(o led apagou). Afinal de contas o procedimento do jornalista foi público e não serei eu a ter pruridos de utilizá-lo para ilustrar um post de orientação.
O que verão a seguir é uma conduta muito comum nas pessoas que não estão preparadas para exercer o poder, seja em que situação for. Qualquer tipo de poder. Vamos ver o vídeo e voltamos ao comentário.
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(continuação)
.......... O que o jornalista fez, no comando de um programa de reportagens, ao vivo, foi antes de tudo um ato de pessoa mal educada. Como chefe - naquele momento - foi arrogante e praticou um ato explícito e público de assédio moral. Constrangeu - com postura ameaçadora - um jovem subordinado que, visivelmente, estava em processo de aprendizado (erro de quem o escalou para aquele trabalho).
.......... Poderíamos desfiar um rosário de desqualificações para o case, mas o que predomina aqui é a covardia de quem detém o poder e humilha o interlocutor com o peso de sua posição hierárquica. Normalmente a vítima é um subordinado (claro, ai se identifica a covardia) ou dependente, sem chance de defesa, no mesmo nível, sob risco de ser punido (às vezes até com a demissão).
.......... Já vi muitas vezes, e - até um determinado ponto da minha trajetória profissional - também fui vítima de assédio moral. É uma abominação sob qualquer prisma que se examine. Se existe algo que posso afirmar, com toda tranqüilidade, é que nunca - vou repetir, nunca - pratiquei ação que pudesse ser classificada como assédio moral. Vontade, confesso - algumas vezes - não faltou (o sangue ferve e quem não está preparado se descontrola mesmo),
mas simplesmente escolhi não agir dessa forma por percebê-la, como dise, covarde, desumana e absolutamente cruel. Ao longo do tempo a atitude vira comportamento e o "sangue não ferve mais". Entra o treinamento, os valores morais e éticos e a temperança que vem com a experiência.
.......... Deixo a mensagem. Principalmente para quem está situado em um nível de poder inicial ou aqueles que ascendem na carreira com muita rapidez. Normalmente descuidam do próprio preparo comportamental, psicológico e cultural; avançam na trilha sem aprender a utilizar as ferramentas e os manuais que acompanham o que chamo de "kit-poder". Metem os pés pelas mãos e suas trajetórias, a partir de um certo momento começam a andar para trás sem que percebam a tempo de corrigir os defeitos.
.......... Sem entrar no detalhe, porque não o conheço, lembro que este jornalista - Marcelo Rezende - já foi um repórter de prestígio na Rede Globo, comandou um programa importante em horário nobre e a partir de uma época saiu da Rede Globo (nunca soube porque) e começou a aparecer, aqui e ali, em várias outras empresas de comunicação. Sua evidente decadência profissional (em que pese ser um repórter de primeira linha) terá sido pelo temperamento que demonstrou no vídeo acima? Especulações liberadas.
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