||| 16 de outubro DE 2026 ||| 6ª FEIRA ||| dia da coluna vertebral || # Reflexão: "Não espere por uma crise para descobrir o que é importante em sua vida". -- Platão . |||

 

Bem vindo

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O Dia Mundial da Coluna celebra-se a 16 de outubro. Neste dia realizam-se atividades com o objetivo de prevenir lesões na coluna vertebral. Estima-se que mais de 70% da população portuguesa já sofreu ou sofre com dores na coluna vertebral. As doenças da coluna representam mais de 50 por cento das causas de incapacidade física em idade laboral e são uma das principais causas de ausência no trabalho. Segundo a OMS, 1 em 4 adultos e mais de 80% dos adolescentes não são ativos o suficiente. Dores nas costas Além de limitar bastante os movimentos, a dor nas costas pode ser uma dor incapacitante. Hábitos de vida como o sedentarismo, a obesidade, a falta de exercício físico têm bastante influência no agravamento das dores nas costas. O que fazer para atenuar as dores costas? Ter uma postura corporal correta ao longo do dia, seja a dormir, a comer, a andar, no computador, a subir escadas, etc. Praticar exercício físico regularmente. Receber massagens. Dobrar pernas ao levantar pesos do chão. Espreguiçar a coluna. Doenças da coluna Algumas das principais doenças da coluna são a escoliose, a hérnia discal, a doença discal degenerativa, a espondilartrose entre outras. As lesões da coluna devido a traumatismo são comuns, principalmente as que resultam de de acidentes de trânsito e quedas de altura. A coluna pode também ser afetada por tumores benignos ou malignos, necessitando de intervenção cirúrgica.

pensamento dia

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Frase

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Abraham Lincoln (pronúncia em inglês: (Hodgenville, 12 de fevereiro de 1809 — Washington, D.C., 15 de abril de 1865) foi um político norte-americano que serviu como o 16° presidente dos Estados Unidos, posto que ocupou de 4 de março de 1861 até seu assassinato, em 15 de abril de 1865. Lincoln liderou o país de forma bem-sucedida durante sua maior crise interna, a Guerra Civil Americana, preservando a integridade territorial do país, abolindo a escravidão e fortalecendo o governo nacional. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Abraham_Lincoln}

 

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Ronaldinho e a sueca que pisou na bola

Além de ter uma imagem bonita, Ruth de Aquino é antes de tudo competente. Ninguém chega ao cargo de diretora da sucursal da revista Época, no Rio de Janeiro, se não for (muito) capaz e muito hábil como líder e gerente. E se isso não fosse suficiente, ainda escreve maravilhosamente bem. Leio seus artigos todas as semanas na última página de Época.
Este texto, que lhes apresento agora, "peguei" do site da revista no link dos colunistas e foi publicado hoje. Interessei-me pelo conteúdo porque fala da perdição do sucesso. Ronaldinho Gaúcho é um exemplo bem acabado dessa síndrome que - invariavelmente - acomete a maciça maioria dos nossos "superstars" do futebol. Ele é a bola da vez para amargar o ostracismo. Falta-lhe foco para manter o nível de dedicação e profissionalismo que o levou ao topo da corporação do futebol por duas vezes. Hoje é uma sombra pálida dos (recentes) tempos dourados
Guardadas as proporções também acontece muito aqui. Sim, aqui na terra, na vida real, fora dos espaços siderais em que vivem os astros como o Ronaldinho. Cá, no mundo corporativo, também algumas "estrelas" são acometidas da "perdição do sucesso" e de um momento para outro perdem o foco, mais preocupados com as "luzes e câmeras do que com a ação"
É este tema que a colunista da Época aborda com o brilhantismo do seu texto. Confiram e não percam a oportunidade de pensar a respeito
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Ronaldinho e a sueca que pisou na bola
Ruth de Aquino
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."Já fui muito fã de Ronaldinho Gaúcho. Eu o entrevistei para a Playboy em 2002, na França, quando jogava no Paris Saint-Germain. Ele morava num subúrbio da capital francesa, junto ao campo do clube, tinha um cachorrinho de olhos verdes chamado Tiger. Ronaldinho me recebeu ao som de pagode, e desceu a escada quase dançando, com cabelo molhado e cheiro de condicionador.
Tinha 22 anos, e os dentes, como hoje ainda, não o deixavam fechar a boca. Por isso, parecia sempre estar rindo. Naquela época, já sonhava com um futuro na Itália. Estava feliz na casa de cinco quartos, no alto de uma colina, vivendo com uns 10 parentes. Feliz por ser pentacampeão mundial. Só o incomodava o ódio dos gremistas, por ter trocado o clube gaúcho pelo PSG.
Na infância no Rio Grande do Sul, Ronaldinho driblava os móveis, a mãe, Dona Miguelita, e o cachorro, o tempo todo. Era uma covardia. Não caminhava sem uma bola nos pés.
Gargalhada, ginga, pagode, isso é Ronaldinho. Houve uma tragédia em sua vida: quando tinha oito anos, seu pai se afogou na piscina da casa que o outro filho, Assis, também jogador de futebol, ganhara do Grêmio. Por sua alegria no campo e fora dele, Ronaldinho virou uma espécie de mascote dos mais velhos. Romário o chamava de um dos últimos românticos do futebol brasileiro. Foi na Europa que Ronaldinho deixou crescer a juba – como ele mesmo chama – e perdeu a inocência de garoto simpático e simples. Um de seus símbolos sexuais era a Daniella Sarahyba, há seis anos. Dizia que sexo antes do jogo, um sexo tranqüilo, só ajuda. Também prometia casar de branco e ter um monte de filhos, “a negada correndo pela casa”. Chamava a si mesmo de “neguinho maloqueiro”.
Toda essa introdução aí em cima é para dizer duas coisas. Gosto menos do Ronaldinho Gaúcho de hoje. Tanto no gramado quanto fora. É curioso, mas o deslumbramento com a Europa e a fortuna que ganham não costumam fazer bem à personalidade de nossos craques. Há exceções, claro. Mas, o atual visual superstar do gaúcho é brega, exagerado, com aqueles óculos de barata, os brilhos todos, e brinquinho de diamante, trancinhas, colares em profusão, crucifixos, anéis de prata, boina. Ronaldinho virou refém de seu personagem.
Não fez nada nas Olimpíadas além de dar autógrafos. Foi consolado pelo Maradona. Eu nem consegui acreditar nas suas lágrimas após a derrota humilhante para a Argentina. A ira de Marta com a medalha de prata me convenceu muito mais. Pareceu-me mais autêntica.
A segunda coisa que eu queria dizer tem a ver com a jogadora sueca de futebol Johanna Almgren, de 24 anos, que resolveu se promover em cima do brasileiro. Só porque o Ronaldinho Gaúcho fez o que todo latino faz, a brincadeira manjada da cantada do altar - “e aí, quer casar comigo?” -, a tal da Almgren saiu por aí dando uma de boazuda, dizendo aos jornais que recusou pedido de casamento do brasileiro, feito por um intérprete... Dá um tempo.
Essas suecas podem até entender os filmes do Bergman, mas não têm o menor senso de humor. Nem jogo de cintura. Deve ser cultural. Johanna diz que tem seu “Adam” (o namorado) em casa e espera que ele não fique com ciúme por ela ter ido ao quarto do hotel de Ronaldinho em Shenyang, durante as Olimpíadas. Será que ela levou a sério o Ronaldinho e o pedido de casamento na China? “Ele olhou em meus olhos, pegou a minha mão e beijou-a. Fiquei um pouco tonta”.Francamente, Johanna, você é bonita, mas pisou na bola."(Publicado em 26/08/2008 - 11:53 - Atualizado em 26/08/2008 - 11:55)
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