||| 27 de setembro DE 2026 ||| domingo ||| Celebrações do dia: # Dia nacional da doação de órgãos # Dia Mundial do Turismo ||| # Reflexão: "O amigo novo é como um vinho novo. Deixe que envelheça um pouco. Então beba-o com deleite." --- (Autor Desconhecido) . |||

 

Bem vindo

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O Dia Nacional da Doação de Órgãos e Tecidos é celebrado em 27 de setembro, conforme estabelecido pela Lei nº 11.584, de 28 de novembro de 2007. A data tem como principal objetivo conscientizar a população sobre a importância da doação e incentivar o diálogo entre familiares sobre esse desejo. A doação de órgãos pode beneficiar pessoas que aguardam por um transplante como alternativa para tratar doenças graves. No Brasil, o processo é coordenado pelo Sistema Nacional de Transplantes (SNT), responsável por organizar e monitorar a doação e os transplantes realizados no país. Por que a doação de órgãos é importante? Milhares de pessoas aguardam um transplante no Brasil. Para esses pacientes, a disponibilidade de um órgão ou tecido compatível pode representar uma possibilidade de tratamento e, em muitos casos, de sobrevivência. Um único doador pode beneficiar várias pessoas, já que diferentes órgãos e tecidos podem ser destinados a transplantes. Entre eles estão rins, fígado, coração, pulmões, pâncreas, intestino, córneas, pele, ossos, tendões e válvulas cardíacas. Por isso, a conscientização é fundamental. Quanto mais pessoas conhecem o processo e conversam sobre o assunto com seus familiares, maiores são as chances de que a vontade do potencial doador seja conhecida e considerada pela família. Setembro Verde O mês de setembro é conhecido como Setembro Verde, período dedicado à conscientização sobre a doação de órgãos e tecidos. Durante o mês, diferentes instituições promovem campanhas, atividades educativas e ações de informação para estimular o diálogo sobre o tema. O próprio Ministério da Saúde inclui o Setembro Verde em seu calendário de campanhas de saúde. A cor verde tornou-se associada à esperança e à mobilização em favor da doação. coração entre mãe de doador e mão de médico O que é morte encefálica? A morte encefálica ocorre quando há perda completa e irreversível das funções do cérebro e do tronco encefálico. Quando o diagnóstico é confirmado de acordo com um protocolo médico rigoroso, a pessoa é considerada legalmente morta, mesmo que os batimentos cardíacos ainda sejam mantidos temporariamente por aparelhos. É justamente nesse contexto que pode ocorrer a doação de órgãos, desde que a família autorize. Em casos de morte por parada cardiorrespiratória, podem ser doados determinados tecidos, conforme as condições e os critérios estabelecidos pelo sistema de transplantes. Doação em vida A doação não acontece somente após a morte. Em determinadas situações, uma pessoa viva também pode ser doadora. É possível, por exemplo, doar um dos rins ou parte do fígado, entre outros casos previstos e avaliados pela equipe médica. Também existem situações envolvendo parte do pulmão e células da medula óssea. A possibilidade depende de rigorosa avaliação médica e das regras estabelecidas para proteger a saúde do doador. A segurança do doador é uma prioridade em todo o processo. O papel da família A autorização familiar é uma das etapas fundamentais da doação no Brasil. Por isso, falar sobre o assunto com antecedência pode fazer toda a diferença. Em uma situação de luto, a família precisará lidar com uma decisão difícil em pouco tempo. Conhecer previamente a vontade da pessoa ajuda a tornar esse momento mais claro. Uma simples conversa em família pode ser o primeiro passo para transformar uma intenção em uma possibilidade real de doação.

pensamento dia

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Frase

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sábado, 16 de agosto de 2008

Caymmi partiu... uma super estrela se apagou no firmamento artístico.

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Quando morre um artista como Dorival Caymmi é como se uma estrela linda e fulgurante - que esteve sempre presente em nosso céu particular - se apagasse. É um pedaço da nossa parte lúdica morresse também. Quem é da minha geração e vizinhanças certamente terá ouvido "Acalanto"(ouça com Simone) cantado pela mãe como canção de ninar e deve tela, também, sussurrado para os filhos e netos. Era Dorival Caymmi presente nas suas (nossas) vidas: "É tão tarde / A manhã já vem / Todos dormem / À noite também / Só eu velo / Por você, meu bem / Dorme anjo / O boi pega Neném / Lá no céu / Deixam de cantar / Os anjinhos / Foram se deitar / Mamãezinha / Precisa descansar / Dorme, anjo / Papai vai lhe ninar / "Boi, boi, boi, Boi da cara preta / Pega essa menina / Que tem medo de careta"
Quem não terá se apaixonado ao ouvir "Marina"? Ou se emocionado ao ouvir a "Suíte dos pescadores"? E ainda se divertido com " Maracangalha" e tantas, tantas outras. Algumas das mais marcantes são: A lenda do Abaeté, É doce morrer no mar, Não tem solução, João Valentão, Saudades de Itapoã, Doralice, Samba da minha terra, Lá vem a baiana, Sábado em Copacabana, Nem eu, Nunca mais, Saudade da Bahia, Dora, Oração da Mãe Menininha, Rosa morena, Eu não tenho onde morar, Das rosas. (links do site Cifrantiga)
Enfim, perdemos todos que amamos a música, a poesia, o lúdico... Dorival Caymmi foi daquelas personalidades que contrariam (ou são exceção) a regra do "ninguém é insubstituível". Quem ocupará seu lugar no panteão dos maiores nomes da história da música, no Brasil?
Postei abaixo dois vídeos exibidos no Jornal Nacional de hoje, com excelentes reportagens sobre esta estrela resplandecente - Dorival Caymmi - que se apagou, mas deixou-nos a luz do seu talento.
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