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A data foi instituída pela Lei nº 12.116/2009 e tem como objetivo conscientizar a população sobre a doença, seu tratamento e, principalmente, sobre a sua prevenção. O câncer de mama é uma doença causada pela multiplicação desordenada de células da mama. Esse processo gera células anormais que se multiplicam, formando um tumor. Há vários tipos de câncer de mama. Por isso, a doença pode evoluir de diferentes formas. Alguns tipos têm desenvolvimento rápido, enquanto outros crescem mais lentamente. Esses comportamentos distintos se devem às características próprias de cada tumor. O câncer de mama também acomete homens, porém é raro, representando apenas 1% do total de casos da doença.


Clarice Lispector, nascida Chaya Pinkhasivna Lispector OMC (Chechelnyk, 10 de dezembro de 1920 – Rio de Janeiro, 9 de dezembro de 1977), foi uma escritora e jornalista de origem russo-judaica (asquenazita). Radicada no Brasil desde a primeira infância, naturalizou-se brasileira em 1943. Autora de romances, contos e ensaios, é considerada uma das escritoras brasileiras mais importantes do século XX. Sua obra está repleta de cenas cotidianas simples e tramas psicológicas, reputando-se como uma de suas principais características a epifania de personagens comuns em momentos do cotidiano. Quanto às suas identidades nacional e regional, declarava-se brasileira e pernambucana. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Clarice_Lispector)

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sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Eliane Cantanhêde, certeira como sempre.

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Depois de ler o texto de Eliane Cantanhêde, publicado na Folha de São Paulo de hoje, você vai entender porque a considero a melhor colunista da imprensa escrita, no Brasil. Nem vou falar sobre essa tremenda jornalista. Os leitores habituais do blog já sabem que sou sócio, permanente, do seu fã-clube.
O artigo trata da decisão do STF que, recentemente, condenou o uso de algemas (?) nos presos pelas operações da Polícia Federal e certamente por todas as outras forças policiais. A jornalista capta, com a sensibilidade dos mestres, o desgosto da opinião pública com a medida do Supremo.
Deixo de comentá-la mesmo porque seria "chover no molhado" tantas foram as manifestações a favor e contra. A propósito, não concordo - como cidadão - com a decisão do STF, mas é a decisão dos ministros da mais alta corte de justiça do Brasil e deve ser obedecida. Todavia, não consigo me livrar da sensação de que esta decisão nos conduz a três perguntinhas básicas:
  1. Será que se os últimos presos (Daniel Dantas et caterva) não fossem quem são, o STF teria se apressado, após aquele "affaire" entre o ministro Gilmar Mendes - presidente da casa - e o Juiz Federal Fausto de Sanctis, a deliberar e decidir tão rapidamente sobre a questão das... algemas?
  2. Quem dará as garantias para que as algemas não serão usadas apenas nos ricos e poderosos?
  3. Se o critério (sempre subjetivo) para seu uso continua sendo dos agentes policiais, em ação, como fiscalizar o cumprimento da lei para não torna-la inócua.

Enfim, acho que foi uma bola fora do Supremo. Certamente assuntos mais importantes devem estar na pauta para deliberações por aquela ilustre corte de magistrados. A Eliane Cantanhêde coloca isto tudo sob o foco correto.

PRESUNÇÃO ETERNA

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