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O Dia Nacional da Imprensa é comemorado no dia 01 de junho. A data foi escolhida em 1999 para homenagear o dia em que começou a circular pelo Brasil a primeira publicação do periódico Correio Brazilienze, em 1808, criado pelo jornalista Hipólito José da Costa. O Correio Brazilienze era impresso mensalmente em Londres, mas foi o primeiro jornal a exercer a atividade jornalística e formar opinião pública no Brasil. Antes disso, até o governo de Fernando Henrique Cardoso, o Dia Nacional da Imprensa era comemorado no dia 10 de setembro, data em que começou a circular o jornal Gazeta do Rio de Janeiro, também no ano de 1808.

pensamento dia

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Frase

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Mohandas Karamchand Gandhi (Porbandar, 2 de outubro de 1869 — Nova Deli, 30 de janeiro de 1948), mais conhecido como Mahatma Gandhi ("Venerável Gandhi", sendo Mahatma um título), foi um advogado estadista, líder espiritual e ativista indiano. Considerado também um líder religioso, além de nacionalista, anticolonialista e especialista em ética política indiana. Ficou conhecido por ter empregado a resistência não violenta para liderar a campanha bem-sucedida pela independência da Índia do Reino Unido e, por sua vez, por inspirar movimentos pelos direitos civis e pela liberdade em todo o mundo. O título honorífico Mahātmā (do sânscrito: "de grande alma", "venerável"), aplicado-lhe pela primeira vez em 1914 na África do Sul, é agora usado em todo o mundo. O aniversário de Gandhi, 2 de outubro, é comemorado na Índia como Gandhi Jayanti, um feriado nacional e em todo o mundo como o Dia Internacional da Não Violência. Gandhi nasceu e foi criado em uma família hindu no litoral de Guzerate, oeste da Índia, e se formou em Direito no Inner Temple, Londres, Inglaterra. É comumente — embora não formalmente — considerado o Pai da Pátria indiana, também chamado de Bapu (Guzerate: carinho por pai, papa). Seguia o princípio da não violência incorporado à desobediência civil, e empregou pela primeira vez a desobediência civil não violenta como advogado expatriado na África do Sul, na luta da comunidade indiana pelos direitos civis. Após seu retorno à Índia em 1915, começou a organizar camponeses, agricultores e trabalhadores urbanos para protestar contra o imposto sobre a terra e a discriminação excessiva. Assumindo a liderança do Congresso Nacional Indiano em 1921, Gandhi liderou campanhas nacionais para várias causas sociais e para alcançar o Swaraj ou o autogoverno. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Mahatma_Gandhi}

 

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segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Aleksandr Soljenitsin, morreu o homem, vive o ícone.






As pessoas da minha geração - e "proximidades" - não devem ter esquecido quem foi e o que representou para a História a figura de Alexandre Soljenitsin (Aleksandr, para os russos).
Num momento da história do mundo, quando Rússia e Estados Unidos travavam os piores confrontos da "guerra fria", foi publicado o livro "Arquipélago Gulag" de um escritor russo. desconhecido fora dos meios literários. Era Alexandre Soljenitisin.
Foi pior do que um míssil norte-americano explodindo em plena Praça do Kremlin. Soljenitisin, denunciou os horrores das prisões políticas do regime soviético na Sibéria, das quais ele próprio foi "hospede" durante 8 anos.
O regime russo ficou desmoralizado porque escondia do mundo as condições daquelas prisões e procurava mostrar um lado civilizado do seu regime que ruiu por terra. Soljenitisin foi expulso da sua pátria quando o livro foi publicado e passou muitos anos no exílio. Mas esta história está contada em todos os sites do mundo, hoje, quando se pranteia sua morte e sé lembrado o legado que deixou para o mundo livre. Foi um homem corajoso, nacionalista exacerbado e que amou a sua terra acima de tudo e de todos.
Leiam o texto abaixo - do site A Voz da Rússia (link ao final do post) - que foi melhor resumo encontrado por minha pesquisa, no Google, sobre o assunto.
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.O eminente escritor russo Aleksandr Soljenitsin faleceu em Moscou
"Aleksandr Soljenitsin, eminente escritor russo, laureado do premio Nobel de literatura, faleceu em Moscou, na noite do domingo para segunda-feira. Faltaram-lhe apenas seis meses para completar noventa anos de vida. O nosso comentarista Viacheslav Soloviov apresenta pormenores do evento.
Aleksandr Soljenitsin granjeou uma grande fama graças a suas obras literárias, em que abordou temas políticos mais agudos. O seu caminha da vida, — muito espinhoso, — começou numa das frentes de batalha da Segunda Guerra Mundial, em que ele comandava uma bateria. Aqui mesmo ele foi preso em 1945 e condenado a 8 anos de campos de concentração por ter criticado o regime stalinista. Depois da reabilitação, dedicou-se à atividade literária, baseada em recordações sobre a permanência nos campos de concentração e exílio, que se seguiu. Aliás, na União Soviética daquela época foram publicados apenas alguns contos curtos do escritor. A seguir, as obras de Soljenitsin passaram a ser publicadas no chamado “samizdat”, isto é, por editoras clandestinas e no estrangeiro. Na década de 60 Aleksandr Soljenitsin começou a redigir o seu livro mais famoso – “O Arquipélago de GULAG” – uma enciclopédia de vida nos campos de concentração. Em 1970 o escritor foi agraciado com o prêmio Nobel de literatura e quatro anos depois, — quando o primeiro volume do “Arquipélago do GULAG” foi publicado no Ocidente, — foi expulso da União Soviética. Seguiram os longos vinte anos de vida no exílio. A seguir, o retorno triunfal já para a Rússia nova e um trabalho ininterrupto até o último dia de vida.
Quero esperar que os materiais históricos, quadros de vida e personagens da época cruel e angustiosa que o nosso país viveu, apresentados aos leitores, fiquem na consciência e na memória dos meus compatriotas. Esta experiência nacional amarga vai advertir-nos e fará evitar falhas funestas.
A sua esposa Natalia Soljenitsina recorda os últimos anos e dias da vida do escritor.
Aleksandr Soljenitsin jamais esperou que a sua vida fosse tão longa. O Senhor deu-lhe muitos anos, embora ele estivesse pronto de há muito que a sua vida se interrompesse qualquer dia. A sua mãe faleceu na cidade de 49 anos e o pai, na idade de 26. Por isso, recebia cada dia novo com um certo ar de surpresa. Sentia-se conforme à idade, — já não estava bem, — mas trabalhava todos os dias. Aleksandr Soljenitsin jamais temeu a morte, encarava-a com o máximo de tranqüilidade.
Já hoje pode-se afirmar com toda a certeza que Aleksandr Soljenitsin não foi apenas um clássico e o seu falecimento não é apenas a morte de um grande homem. É o fim de uma época, que ficou gravada de uma maneira enciclopédica, concentrada ao máximo, nos seus livros. O país e o mundo rendem homenagem ao grande escritor – uma das pessoas mais ilustres da Rússia." (transcrito do site da "Voz da Rússia" em português).
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