||| 01 de abril DE 2026 ||| 4ª feira ||| dia da mentira ||| "A amizade duplica as alegrias e divide as tristezas." (Francis Bacon) |||

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O Dia da Mentira é celebrado anualmente em 1º de abril. Também conhecido como o Dia dos Bobos, é uma data onde as pessoas contam leves mentiras e pregam peças em seus conhecidos por pura diversão. Comemorado por crianças e adultos, existem brincadeiras que persistem por vários anos! Algumas piadas e pegadinhas chegam a ser de humor negro, que são aquelas que ridicularizam e humilham as pessoas, mas, em geral, são brincadeiras saudáveis. Entre os ingleses, o Dia da Mentira é conhecido como April Fools’ Day, que significa literalmente “Dia dos Bobos de Abril”. Origem do Dia da Mentira: Há muitas explicações para que o dia 1º de abril esteja relacionado com o Dia da Mentira, uma delas diz que a brincadeira surgiu na França. De acordo com esta teoria, por volta do século XVI, o Ano-Novo era comemorado dia 25 de março, e as festas duravam uma semana e iam até dia 1º de abril. No ano de 1564, o Rei Carlos IX adotou oficialmente o calendário gregoriano, passando o Ano-Novo para o dia 1º de janeiro, porém muitos franceses resistiram à mudança e continuaram seguindo o calendário antigo. Assim, algumas pessoas começaram a fazer brincadeiras e a ridicularizar aqueles que insistiam em continuar a considerar o dia 1º de abril como Ano-Novo. Eram considerados bobos, pois seguiam algo que era sabido não ser verdadeiro. Origem do Dia da Mentira no Brasil: Entre os brasileiros, o Dia da Mentira começou a se popularizar em Minas Gerais, através do periódico “A Mentira”, que tratava de assuntos efêmeros e sensacionalistas do começo do século XIX. Este periódico teria lançado em 1º de abril de 1848 uma matéria que noticiava a morte do então imperador Dom Pedro II. Dois dias depois o jornal teve que desmentir a publicação, visto que muita gente realmente acreditou na notícia. Dom Pedro II nasceu em 1825 e faleceu em 1891.


Hippolyte Léon Denizard Rivail (francês: Lyon, 3 de outubro de 1804 – Paris, 31 de março de 1869) foi um educador, autor e tradutor francês. Sob o pseudônimo de Allan Kardec (francês: notabilizou-se como o codificador do espiritismo (neologismo por ele criado). Foi discípulo do reformador educacional Johann Heinrich Pestalozzi e um dos pioneiros na pesquisa científica sobre fenômenos paranormais (mais notoriamente a mediunidade), assuntos cuja investigação costumava ser considerada inadequada. [https://pt.wikipedia.org/wiki/Allan_Kardec]


domingo, 5 de outubro de 2008

O mundo não esquece Paul Newman!

Pensei que a morte de Paul Newman passasse rapidamente pelo noticiário. Afinal de contas a velocidade e o volume de informações que surgem a cada hora, neste mundo globalizado pela Internet, é cruel com o luto, até, dos maiores ídolos. Não há tempo para os prantos prolongados. Aliás, não há tempo alongado para nada. As notícias ficam "velhas" minutos depois de publicadas.
No caso da morte de Paul Newman esta "verdade" está sendo desmentida. Quase todos os dias, em algum veículo da mídia formal (em todo o planeta) ou pela via dos blogs - atualmente uma mídia importante, também, a ser considerada - é publicada alguma homenagem ao magnífico ator, ao cidadão exemplar e principalmente ao homem que Newman foi em todos os níveis. Fiz-lhe a minha homenagem, de coração (leia o post Paul Newman morreu... Sou mais um dos seus milhões de órfãos mundo afora.), porque, repito, ele representou para mim (e a minha geração) um momento nobre e feliz de nossas jovens vidas. Era mais que um simples ator de sucesso.
A revista Época, traz essa semana mais uma homenagem a Paul Newman. Lindo texto que copiei em forma de imagem, via Photobucket, e compartilho neste post com vocês. Sinceramente, espero que as menções a ele não se encerrem tão cedo.
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