||| 20 de março DE 2026 ||| 6ª FEIRA ||| dia internacional da felicidade ||| "Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade". (Carlos Drummond de Andrade) |||

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O Dia Internacional da Felicidade é comemorado anualmente em 20 de março. O International Day of Happiness, como é conhecido mundialmente, tem o objetivo de promover a felicidade e alegria entre os povos do mundo, evitando os conflitos e guerras sociais, étnicas ou qualquer outro tipo de comportamento que ponha em risco a paz e o bem-estar das sociedades. O Dia Mundial da Felicidade foi criado pela ONU (Organização das Nações Unidas), em junho de 2012.Origem do Dia Internacional da Felicidade A decisão de criar um dia dedicado à felicidade surgiu durante uma reunião geral das Nações Unidas, sob o tema "Felicidade e Bem-Estar: Definindo um Novo Paradigma Econômico", em abril de 2012. Mas, o "pontapé inicial" da iniciativa foi do Butão, um pequeno país asiático, que se orgulha de possuir uma das populações "mais felizes do mundo". Com aprovação total dos 193 países-membros, a proposta de Butão foi aceita e o Dia Internacional da Felicidade passou a incorporar o calendário oficial da ONU em 20 de março. Assim, em 2013 o mundo comemorou pela primeira vez o Dia Internacional da Felicidade. Desde 1972, Butão adota uma postura de "felicidade bruta e absoluta", fazendo com que a "Felicidade Nacional Bruta" seja prioridade acima do Produto Interno Bruto (PIB) do país.


Lev Nikoláievitch Tolstói, também conhecido em português como Liev, Leão, Leo ou Leon Tolstói (Governorado de Tula, 9 de setembro de 1828 – Astapovo, 20 de novembro de 1910) foi um escritor russo, amplamente reconhecido como um dos maiores e mais influentes autores de todos os tempos.[1][2] Nascido em 1828, em uma família aristocrática, Tolstói é conhecido pelos romances Guerra e Paz (1869) e Anna Karenina (1877), muitas vezes citados como verdadeiros pináculos da ficção realista. Ele alcançou aclamação literária ainda jovem, primeiramente com sua trilogia semiautobiográfica, Infância, Adolescência e Juventude (1852-1856) e por suas Crônicas de Sebastopol (1855), obra que teve como base suas experiências na Guerra da Crimeia. A ficção de Tolstói inclui dezenas de histórias curtas e várias novelas como A Morte de Ivan Ilitch (1886), Felicidade Conjugal (1859), "Guerra e Paz" (1869) e Hadji Murad (1912). Ele também escreveu algumas peças e diversos ensaios filosóficos. {}


domingo, 5 de outubro de 2008

O mundo não esquece Paul Newman!

Pensei que a morte de Paul Newman passasse rapidamente pelo noticiário. Afinal de contas a velocidade e o volume de informações que surgem a cada hora, neste mundo globalizado pela Internet, é cruel com o luto, até, dos maiores ídolos. Não há tempo para os prantos prolongados. Aliás, não há tempo alongado para nada. As notícias ficam "velhas" minutos depois de publicadas.
No caso da morte de Paul Newman esta "verdade" está sendo desmentida. Quase todos os dias, em algum veículo da mídia formal (em todo o planeta) ou pela via dos blogs - atualmente uma mídia importante, também, a ser considerada - é publicada alguma homenagem ao magnífico ator, ao cidadão exemplar e principalmente ao homem que Newman foi em todos os níveis. Fiz-lhe a minha homenagem, de coração (leia o post Paul Newman morreu... Sou mais um dos seus milhões de órfãos mundo afora.), porque, repito, ele representou para mim (e a minha geração) um momento nobre e feliz de nossas jovens vidas. Era mais que um simples ator de sucesso.
A revista Época, traz essa semana mais uma homenagem a Paul Newman. Lindo texto que copiei em forma de imagem, via Photobucket, e compartilho neste post com vocês. Sinceramente, espero que as menções a ele não se encerrem tão cedo.
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