||| 11 de maio DE 2026 ||| 2ª feira ||| Dia da Integração do Telégrafo no Brasil ||| "Uma discussão prolongada significa que ambas as partes estão erradas" . (Voltaire) |||

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O Dia da Integração do Telégrafo no Brasil é celebrado em 11 de maio e relembra a importância do telégrafo para a integração territorial e o desenvolvimento das comunicações no país. A data homenageia um dos momentos mais importantes da história da comunicação brasileira: a expansão das linhas telegráficas pelo interior do território nacional. O que era o telégrafo? O telégrafo foi um dos primeiros sistemas de comunicação à distância da história moderna. Por meio de sinais elétricos transmitidos por fios, era possível enviar mensagens rapidamente entre cidades e regiões distantes. Antes do telefone e da internet, o telégrafo revolucionou a forma como as informações circulavam. A importância do telégrafo no Brasil No Brasil, o telégrafo teve papel fundamental na integração nacional, especialmente em áreas isoladas do interior. A instalação das linhas telegráficas ajudou a: aproximar regiões distantes; melhorar a comunicação entre estados; fortalecer a administração do território; facilitar operações militares e governamentais; impulsionar o desenvolvimento econômico e social. telégrafo Marechal Rondon e a expansão das comunicações A história do telégrafo no Brasil está diretamente ligada ao trabalho do militar e sertanista Cândido Rondon, conhecido como Marechal Rondon. Entre o final do século XIX e o início do século XX, Rondon liderou importantes expedições responsáveis pela instalação de milhares de quilômetros de linhas telegráficas em regiões remotas do país, especialmente no Centro-Oeste e na Amazônia. O seu trabalho foi essencial para integrar o interior brasileiro ao restante território nacional. O Código Morse e as mensagens As mensagens telegráficas eram transmitidas principalmente através do Código Morse, sistema que utilizava combinações de pontos e traços para representar letras e números. Apesar de parecer simples hoje, esta tecnologia foi considerada revolucionária na época. [https://www.calendarr.com/brasil/dia-da-integracao-do-telegrafo-no-brasil/]


Sir Charles Spencer "Charlie" Chaplin, Jr. KBE (Londres, 16 de abril de 1889 – Corsier-sur-Vevey,[1] 25 de dezembro de 1977) foi um ator, comediante, cineasta, compositor, roteirista, produtor, editor e músico britânico. É considerado um ícone do cinema mundial, sendo conhecido como um dos maiores nomes do cinema mudo e notabilizado pelo uso de mímica e da comédia pastelão, bem como por seu personagem mais famoso O Vagabundo (em inglês: The Tramp), conhecido como Charlot na Europa e Carlitos no Brasil. Durante uma carreira que abrangeu 75 anos, Chaplin apareceu em mais de 80 filmes. Sua vida pública e privada, bem como suas posições políticas, também foram alvo de admiração e controvérsia ao longo das décadas. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Charlie_Chaplin}


segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Crise Econômica: é a vez da Europa? E o resto do mundo?

Não fiz, até agora, nenhum comentário (que pretensão!) sobre a crise econômica que assola o planeta. Se nem os especialistas se entendem ou compreendem o que está se passando, quem sou eu para me arriscar. Seria no mínimo ridículo (eu acho...).
Entretanto, para que os "curiosos" possam falar sobre o que não entendem, a sociedade - inteligentemente - criou o instituto da... opinião. Desta forma podemos todos, principalmente os bloggers (entre os quais me incluo) dar nossas opiniões sobre o que quisermos, sem a preocupação com a exatidão dos especialistas. Atenção porque também não quer dizer que podemos sair falando asneiras a torto e a direito na blogosfera. Dito isto, vou opinar sobre a crise econômica, cada vez mais presente em nossa realidade. Tenho lido tudo que posso a respeito da dita cuja. Certamente já dá para ter uma idéia do conjunto da obra.
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Cheques sem fundos
Meu raciocínio sobre a crise é simplório (assumo), mas é a forma que tenho para entendê-la. Vou por metáforas.
Fico imaginando duas imagens; a primeira é a da "corrente do cheque sem fundo". Os americanos (sob a complacência do governo de George Bush) passaram milhões de "cheques" (bilhões de dólares) sem fundo que os bancos de lá aceitaram, em garantia, como se fosse papeis com lastro para seus empréstimos e garantias imobiliárias. Teve gente ganhando US$ 2.000, 00 por mês que comprou casa de U$ 500.000,00 financiada em 30 anos. Estas "garantias" foram utilizadas nas transações com outros bancos, corretoras, seguradoras e o que aparecesse ao redor do mundo, nas bancas da grande feira em que se transformou o mercado imobiliário americano. Estes "títulos" foram repassados e trocados durante anos organizações financeiras dos EUA, Europa e Ásia (principalmente). Quando o mercado caiu na real, na hora de receber as dívidas, os credores descobriram que os papeis não tinham fundo. Eram "irmão" dos famosos "cheques voadores" tão conhecidos dos brasileiros. Não havia dinheiro para pagar e nem o que executar como garantias líquidas.
Começaram os desesperos e as quebras de instituições financeiras nos EUA. Gigantes, de repente tornaram-se anões. O governo norte-americano montou o pacote de 700 bilhões de dólares que, para ser aprovado, foram transformados em 850 bilhões (vejam só o número: US$ 850.000.000.000,00). Pois bem, não deu nem para saída. Segundo as más línguas o pacote só atendeu aos bancos onde os "big shots" norte-americanos tinham suas aplicações. Fofoca, claro. Mas a verdade é que a crise não parou; pelo contrário. Hoje atingiu o mercado europeu e não vai parar por ai. Isso até os curiosos, como eu, entendem. Além da crise instalou-se o pânico generalizado e ai, ninguém controla. É o que os especialistas chamam de "efeito manada". Onde vai parar? Ninguém sabe.
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Fogo morro abaixo?
A segunda imagem é a do "incêndio na casa do vizinho". Imaginem que o apartamento ou a casa de um dos seus vizinhos está pegando fogo e ninguém consegue apagá-lo. Você se preocuparia com a sua casa? Claro! É isto que está acontecendo no mundo todo pela via dos mercados financeiros. Assim sendo e atendendo aos "princípios da minha ignorância" acho que ainda vamos assistir ao "choro e ranger de dentes" durante bastante tempo.
Quem puder se prepare. Quem não puder, reze. Vem ai uma enorme falta de dinheiro para tudo e para todos. E isto implica que os investimentos públicos e privados vão ser travados (aliás, já estão) e a conseqüência são os juros altos e o consumo reduzido no mundo inteiro. Muito desemprego, muitas falências e outras coisas que nem ouso pensar, quanto mais dizer.
Apesar dos discursos "tranqüilizadores" do governo brasileiro - neste momento que escrevo o ministro da Fazenda e o presidente do Banco Central estão dando entrevista - eles não convencem. E não o conseguem porque também não sabem precisar o fim dessa caverna tenebrosa por onde o capitalismo mundial enveredou.

Quem vai pagar a conta?
Como sempre acontece quem vai pagar a conta mais amarga é o conjunto dos cidadãos comuns, no mundo inteiro. A classe média principalmente. Quanto tempo vai durar? Também ninguém sabe. Eu opino. Ah! Como é bom opinar! Acho (de "achismo" mesmo) que só termina quando o "tsunami chegar à praia" (terra firme) e provocar aquela devastação (uso apenas uma forma figurada) que já vimos nas imagens recentes desse flagelo, na Ásia. Por enquanto ele ainda está em curso e como vimos hoje, na Europa, ainda com grande força e velocidade.
Não acredito que nenhum lugar do mundo esteja imune ou blindado contra a essa onda que se agiganta a cada dia. Vem junto a ela uma nuvem de gases asfixiantes. Onde existirem bancos que de uma forma ou de outra foram contaminados pela orgia da economia norte-americana, ai estará um foco desse vírus que se espalha de forma mais avassaladora do que o da AIDS, nos primeiros anos de sua descoberta, quando a ciência foi surpreendida. Ou seja, onde existir o dólar como moeda forte, ai estará a crise. Na verdade, isto, que os especialistas dizem parece que é verdade, a crise é monetária, do dólar.
Que tipo de medicina será usada para combatê-la? Pelo que tenho lido ninguém ainda está, sequer pensando nisso, tal o estupor que acometeu os experts ao redor do planeta. A fase atual é, unicamente, a de apagar os focos de incêndios que pipocam entre os vizinhos e parceiros da jogatina que deu origem ao maior colapso que o mundo moderno já vivenciou. É a luta contra o "fogo de monturo"
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Procuram-se líderes...
Ah! Esqueci de citar algo muito importante. Olhe em volta e - não fique trêmulo - veja quem são os líderes, os "campeões", que a humanidade dispõe para enfrentar este "Godzilla".
A partir do epicentro dacrise, os senhores Barack Obama e John McCain que nunca administraram, sequer, uma carrocinha de cachorro quente. Na Europa? Nicolas Sarkosi é o grande líder. Ugh! Na Rússia o grande caçador de tigres,Vladimir Putin. Na Ásia? Ninguém. Na África? O grande vazio de Nelson Mandela. Na América do Sul? Hugo Chávez, Cristina (e Néstor) Kirchner e (meu Deus!) Evo Morales e Rafael Correa.
Nesse item, pelo menos, o Brasil está mais bem servido com o presidente Lula. É um líder que tem a confiança dos brasileiros. Entretanto não passou, ainda, pelo dissabor de um abalo como este. Pelo menos, por aqui, as coisas ainda estão sob controle e o presidente dispõe de um ministro como Henrique Meirelles, que conta com a confiança da sociedade.
A minha percepção é que os líderes internacionais e seus especialistas não poderão manter a crença nos canones atuais da economia se quiserem sobreviver, com dignidade, ao furacão que ainda varre a superfície do planeta.
Se eu fosse um filósofo (que beleza está ficando esse comentário...) me arriscaria a dizer que estamos vendo o início do fim de uma época sem saber, direito, como será a próxima. Recorro a Joel Barker para afirmar que estamos vendo, sob nossos olhos, às quebras de paradigmas que as corporações, financeiras e políticas, consagraram no último século. Qual ou quais serão os próximos paradigmas? Quem souber a resposta vai em vôo direto para Estocolmo receber o Prêmio Nobel de Economia pelos próximos dez anos.
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NOTA - Se algum leitor - profissional no tema - chegou até aqui, na leitura, que me desculpe se escrevi algum, digamos, disparate. Mas é assim que vejo o panorama da crise. E, pelas conversas que tenho com meus camaradas, não está longe da compreensão deles e de seus amigos, também. Quem se habilitar, fique à vontade para as correções.
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PS - Clique nos links abaixo para se atualizar com as notícias sobre a crise, nesta segunda feira negra:

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