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Aldous Leonard Huxley (Godalming, 26 de julho de 1894 – Los Angeles, 22 de novembro de 1963) foi um escritor inglês e um dos mais proeminentes membros da família Huxley. Mais conhecido pelos seus romances, como Admirável Mundo Novo e diversos ensaios, Huxley também editou a revista Oxford Poetry e publicou contos, poesias, literatura de viagem e guiões de filmes. Passou a última parte de sua vida nos Estados Unidos, vivendo em Los Angeles de 1937 até sua morte, em 1963. No final de sua vida, Huxley foi amplamente reconhecido como um dos principais intelectuais de sua época. Ele foi nomeado para o Prêmio Nobel de Literatura sete vezes e foi eleito Companheiro de Literatura pela Royal Society of Literature em 1962. Huxley era humanista e pacifista. Ele cresceu interessado no misticismo filosófico e universalismo, abordando esses temas com obras como A Filosofia Perene (1945) - que ilustra semelhanças entre misticismo ocidental e oriental - e As Portas da Percepção (1954) - que interpreta sua própria experiência psicodélica com mescalina. Em seu romance mais famoso Admirável Mundo Novo (1932) e seu último romance A Ilha (1962), ele apresentou sua visão de distopia e utopia, respectivamente. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Aldous_Huxley}

 

sábado, 11 de outubro de 2008

Cartola, samba de 100 anos.

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Cartola não foi só um sambista. Foi, antes de tudo, um poeta. Talvez seja melhor dizer que ele foi um trovador e à moda antiga. O samba era, apenas, o veículo que ele usava para exercer o seu dom.
É quase inacreditável que um homem sem cultura formal, como ele era, tenha produzido uma obra (clique aqui) tão repleta de encantos e primores. Essa é a marca dos gênios; romper com os preconceitos e repaginar o mundo os novas compreensões, novos discernimentos e julgamentos. Foi isso que Cartola provocou no seu universo, o da música popular.
Pessoalmente, considero "As rosas não falam" a obra síntese de sua criação. Sua letra é tão simples na poesia que encerra que chega a ser comovente.
As Rosas não falam
Bate outra vez
Com esperanças o meu coração
Pois já vai terminando o verão, enfim
Volto ao jardim
Com a certeza que devo chorar
Pois bem sei que não queres voltar para mim
Queixo-me às rosas, mas que bobagem
As rosas não falam
Simplesmente as rosas exalam
O perfume que roubam de ti, ai
Devias vir
Para ver os meus olhos tristonhos
E, quem sabe, sonhavas meus sonhos
Por fim.
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Coloquei abaixo uma dose tripla de vídeos. O primeiro é a interpretação, primorosa, de Beth Carvalho - grande amiga e madrinha artística de Cartola - "As Rosas Não Falam"; O segundo é uma reportagem da Rede Globo sobre o centenário de Cartola (dia 11 de outubro); o terceiro vídeo - do YouTube - é um resumo feito por um fã, da obra mais conhecida do compositor.

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