26 de janeiro DE 2026 ||| 2ª feira ||| dia da gula ||| "aquele que não perdoa, destrói a ponte sobre a qual, ele mesmo, deve passar” (George Herbert) |||

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O Dia da Gula é celebrado anualmente em 26 de janeiro. A gula é um dos sete pecados capitais, de acordo com a algumas doutrinas religiosas, estando relacionada com a condição de egoísmo do ser humano, quando este deseja ou obtém algo para além do necessário, apenas pelo prazer de possuir tal coisa. O Dia da Gula, no entanto, não tem nenhuma conotação religiosa, mas serve para alertar sobre um grave distúrbio alimentar que acomete as pessoas que consomem grandes quantidades de comida como uma compensação por se sentirem sozinhas, incompletas ou fracassadas em alguma outra área de suas vidas. Neste caso, a gula pode desencadear vários problemas de saúde, como a obesidade e o aumento do colesterol que, por sua vez, podem provocar problemas cardíacos e respiratórios, por exemplo. As pessoas que sofrem de gula devem seguir algumas regras para tentar evitar o instinto guloso, como: Evitar jejuns prolongados; Não fazer refeições com muita fome; Refeições saudáveis a cada três horas; Evitar rodízios e self-services; Ficar atento ao consumo de guloseimas; Praticar exercícios físicos regularmente; Ingerir fibras e proteínas; Manter-se sempre hidratado.


Mariano José Pereira da Fonseca, primeiro e único visconde com grandeza e marquês de Maricá (Rio de Janeiro, 18 de maio de 1773 – Rio de Janeiro, 16 de setembro de 1848), foi um escritor, filósofo e político brasileiro (https://pt.wikipedia.org/wiki/Mariano_Jos%C3%A9_Pereira_da_Fonseca)


sábado, 1 de março de 2008

Trabalho escravo está onde menos se espera.



Esta epidemia - o patrocínio do trabalho escravo - próprio da sub-raça humana teima em existir à nossa volta. É só observar atentamente. Veja o vídeo e visite o site da OIT que está neste link.
Trabalho escravo não existe só nas fazendas dos grotões na região Norte ou na Amazônia, que vez por outra aparecem sendo denunciadas nas reportagens de TV. É também a exploração da empregada doméstica em nossas casas; é o trabalho vil sem carteira assinada; é a negação dos direitos universais dos trabalhadores (férias, horas extras, aviso prévio); é, enfim, o salário irrisório e ridículo pago pelo esforço acima do normal em qualquer tipo de serviço.

Quem não vê este tipo de coisa acontecer diuturnamente na casa ao lado, no bar da esquina, na barraca da feira que frequntamos?

Há uma inconsciência nas pessoas que expõem seus semelhantes ao trabalho escravo. Muitas vezes são pessoas de reputações limpas, homens e mulheres que frequntam suas igrejas, respeitam as leis e (imaginam) os princípios humanitários. Permitem, entretanto, a exploração de trabalho escravo em suas próprias casas, em seus negócios, sítios ou chácaras. É preciso denunciar, esclarecer, constranger estas pessoas.

Aqui no blog da Oficina de Gerência estaremos sempre ao lado dessas campanhas na esperança de que as pessoas que nos visitam possam, também, espalhar este grito de alerta e de indignação. Com a força multiplicadora da Internet tenho certeza que algum benefício será conseguido. É com essa esperança que estou fazendo a minha parte. Façam as suas também. A humanidade agradece penhorada.



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