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"A presença feminina no mundo atual não ocupa apenas espaços; ela redefine fronteiras. As mulheres são a inteligência que inova, a sensibilidade que lidera e a força que sustenta o progresso de uma sociedade em constante transformação."


Rabindranath Tagore (Calcutá, 7 de maio de 1861 – 7 de agosto de 1941), alcunha Gurudev, foi um polímata bengali. Como poeta, romancista, músico e dramaturgo, reformulou a literatura e a música bengali no final do século XIX e início do século XX. Como autor de Gitânjali, que em português se chamou oferenda Lírica" e seus "versos profundamente sensíveis, frescos e belos", sendo o primeiro não-europeu a conquistar, em 1913, o Nobel de Literatura. As canções poéticas de Tagore eram vistas como espirituais e mercuriais; no entanto, sua "prosa elegante e poesia mágica" permanecem amplamente desconhecidas fora de Bengala. Ele é às vezes referido como "o Bardo de Bengala". Tagore foi talvez a figura literária mais importante da literatura bengali. Foi um destacado representante da cultura hindu, cuja influência e popularidade internacional talvez só poderia ser comparada com a de Gandhi, a quem Tagore chamou 'Mahatma' devido a sua profunda admiração por ele. {}


segunda-feira, 17 de março de 2008

Questão da Amazônia: o que pensam do Brasil.

Recolhi este post do blog argentino Gloria Mundi, do jornalista e cartunista Robert Bobrow (já destacado na Oficina pelo post O Site do Dia - Gloria Mundi). Apesar de estar em espanhol dá para perceber a crítica carregada de fina ironia com a posição - realmente indeterminada - do governo brasileiro em relação à questão amazônica. Será que o Brasil não vai perceber este risco (real) que corremos de perder a governança plena da Amazônia em nome da preservação ambiental do planeta? Espero não estar vivo para ver essa vergonha acontecer.
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. "A medida que el mundo se concientiza más y más del riesgo de calentamiento global, aparecen voces proclamando la preocupación internacional por el curso actual de deforestación de la Amazonía. Ciapuscio recuerda la irónica respuesta del presidente de Brasil (”¿están dispuestos a pagar por su preocupación, entonces?”) y destaca los esfuerzos de la comunidad científica brasileña por ayudar a resolver los problemas por delante."
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