||| 07 de agosto DE 2026 ||| 6ª feira ||| cores das campanhas de agosto (laranja, dourado, lilás e verde claro - veja imagem abaixo) ||| *Reflexão: "Inteligência sem ambição é um pássaro sem asas". – Salvador Dalí. |||

 

Bem vindo

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Agosto chegou e, com ele, um arco-íris de campanhas que visam alertar, informar e mobilizar a população sobre questões fundamentais de saúde e cidadania. As cores associadas a essas causas tornam-se símbolos visuais poderosos, facilitando a identificação e o engajamento social. Neste mês, quatro campanhas se destacam por sua importância e urgência: Laranja pela Esclerose Múltipla A cor laranja ilumina a luta contra a esclerose múltipla, uma condição neurológica crônica que afeta o sistema nervoso central. A campanha busca derrubar o desconhecimento e o estigma, incentivando o diagnóstico precoce e o acesso ao tratamento adequado. Mais que alertar para os sintomas — como fadiga, visão turva e dificuldade motora — o Agosto Laranja reforça a importância do acolhimento às pessoas que convivem com a doença. Verde Claro pelo Enfrentamento ao Linfoma O Agosto Verde Claro traz à tona a conscientização sobre os linfomas, um grupo de cânceres que acometem o sistema linfático. Os sintomas podem passar despercebidos ou ser confundidos com infecções comuns, por isso a campanha foca no alerta aos sinais — como febre persistente, sudorese noturna e inchaço de gânglios. A iniciativa reforça que a detecção precoce salva vidas e apoia os avanços da ciência no combate a esse tipo de câncer. Dourado para Valorizar a Amamentação A amamentação é celebrada com a cor dourada, que representa seu valor inestimável para o desenvolvimento infantil e a saúde materna. O Agosto Dourado destaca os benefícios do leite materno — nutrição ideal, proteção imunológica e fortalecimento do vínculo mãe-bebê — além de levantar a bandeira de políticas públicas que apoiem as mães em sua jornada de amamentação, seja em casa, no trabalho ou em espaços públicos. Lilás contra a Violência Doméstica O lilás, símbolo histórico da luta pelos direitos das mulheres, colore o mês com um chamado urgente: combater a violência doméstica e familiar. A campanha Agosto Lilás promove ações de sensibilização sobre os diferentes tipos de violência (física, emocional, sexual, patrimonial e moral), reforça os canais de denúncia como o Disque 180, e estimula a construção de uma sociedade mais justa, segura e igualitária para todas.

pensamento dia

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Frase

Frase
Jean de La Fontaine (Château-Thierry, 8 de julho de 1621 — Paris, 13 de abril de 1695) foi um poeta e fabulista francês. Biografia Um dos poetas franceses mais lidos do século XVII. Ele é conhecido acima de tudo por suas Fábulas, que forneceram um modelo para fabulistas subsequentes em toda a Europa e inúmeras versões alternativas na França, bem como nas línguas regionais francesas.[1] Após um longo período de suspeita real, ele foi admitido na Academia Francesa e sua reputação na França nunca desapareceu desde então. Evidência disso é encontrada nas muitas fotos e estátuas do escritor, representações posteriores em medalhas, moedas e selos postais.[2] Está sepultado no cemitério Père-Lachaise, em Paris, ao lado do dramaturgo Molière (https://pt.wikipedia.org/wiki/Jean_de_La_Fontaine)

 

sexta-feira, 28 de março de 2008

Erro de liderança em dois atos (Parte 2)

Vamos retomar o estudo do nosso "case" sobre a "demissão" e a "readmissão" do Deputado Federal Alberto Fraga no cargo de Secretário de Transportes do GDF. Quem não conhece os antecedentes é só "linkar" em Erro de liderança em dois atos (Parte 1) para se atualizar.
Como "dever de casa", naquele post, deixei as seguintes questões, para "esquentar" o exame do caso:

(Imagem do artista Dan Tero da GettyImages)

Especular sobre quais os erros cometidos?

Quem os terá cometido?

Houve acertos?

Quais as previsões sobre os desdobramentos do episódio?

O caso está encerrado?

Abaixo listo os itens da minha análise. Concordem ou discordem. Complementem-na ou censurem-na, mas recomendo, aos jovens executivos ou estudantes que aproveitem o caso real para se manifestar nos comentários e refletir sobre o que fariam se estivessem em qualquer dos papeis desta "ópera bufa".

  1. A origem da crise: o Governador José Roberto Arruda errou ao não prevenir o seu secretário e presumido "homem de confiança" sobre a decisão de exonerar o Cmte. Geral da Polícia Militar, amigo e afilhado político daquele seu auxiliar direto. Afinal de contas foi o secretário Fraga quem o indicou para o importante cargo. Em consequência, O Governador diminuiu o "status percebido" do seu auxiliar mais poderoso (até então) e o desmereceu perante sua corporação (Polícia Militar). Para quem está na arena do jogo político sabe-se que nada disso é feito sem premeditação. A intenção do Governador foi clara.
  2. Obviamente o Secretário Fraga cometeu um outro grave erro de avaliação ao pedir a exoneração intempestivamente. Não se mostrou com o equilíbrio suficiente para exercer função estratégica no primeiro círculo de um poder executivo. Um Secretário de Estado é um "ministro" no nível da unidade federativa, tem responsabilidades políticas, programáticas e gerenciais bem determinadas. Não pode, por qualquer aborrecimento político ou pessoal, pedir para abandonar o barco. É uma atitude que compromete a maturidade gerencial de qualquer executivo.
  3. Todavia, já que preferiu ficar ao lado da sua corporação e romper os compromissos com o governo ao qual servia, teria que ter sustentado sua decisão. Apesar do gesto precipitado, ele estava mais de acordo com sua imagem de "coronel" da PM, esquentado e leal aos amigos do que o retorno - rápido e fagueiro - às delicias do cargo.
  4. Ao aceitar o retorno à função, simplesmente passou uma borracha em tudo que disse e fez dias antes quando se demitiu (?????). Qual o líder que age com essa... oscilação e ainda mantém sua liderança? Não conheço nenhuma história que confirme isto.
  5. Quaisquer que sejam os argumentos e justificativas - não revelados - do deputado para o seu retorno ao governo e certamente devem ter sido muitos e convincentes, o que vale para a opinião pública é o que é público. Pode ser redundante, mas é a verdade.
  6. O Governador, por seu turno errou, novamente, ao promover a volta do seu ex-novo-auxiliar. Não mais terá a seu lado o Secretário de Estado, decidido e entrosado que estava brilhando na equipe antes da crise. Recebe agora um executivo com enorme desgaste e enfraquecido na sua imagem. A rigor, o secretário que volta ao cargo não é mais o mesmo que estava no governo. Volta menor do que a função que deixara dias antes.
  7. O caso está encerrado? Respondo: negativo! Longe de finalizado, está apenas começando. Estou seguro de que voltarei a postar no blog contando as crises, que serão geradas pela "nova presença" do Cel. Alberto Fraga na Secretaria de Transportes.

Lembrando antigos preceitos das minhas leituras e seminários de "Análise Transacional", diria que os dois personagens - Governador e seu Secretário - entraram na "dança" de um dos famosos "Jogos da Vida", que Eric Berne consagrou nas décadas de 50 e 60 do século passado com seus estudos, ainda plenamente aplicáveis. E esse tipo de "jogo" - em função dos temperamentos dos envolvidos - só tem um desfecho possível que é o rompimento final.

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PS - Além de acompanhar a carreira do Deputado Alberto Fraga há alguns anos, votei nele nas três últimas eleições que participou. Revelo isso para - de alguma forma - não dar a impressão de má vontade política com o Secretário de Transportes na análise, técnica, que faço no blog, sobre o case da sua demissão/readmissão.


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