||| 15 de outubro DE 2026 ||| 5ª FEIRA ||| DIA DO PROFESSOR || # Reflexão: “Somente os tolos nunca mudam suas mentes.” ― Jorge Luis Borges . |||

 

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O Dia dos Professores é comemorado no Brasil em 15 de outubro, data dedicada a homenagear os profissionais que contribuem diariamente para a educação e a formação de novas gerações. A escolha do dia remonta a 1827, quando Dom Pedro I assinou uma lei que determinava a criação das Escolas de Primeiras Letras no país, estabelecendo diretrizes para o ensino elementar. Décadas depois, a data passou a ser celebrada em homenagem aos professores e foi oficializada nacionalmente como feriado escolar em 1963. História do Dia dos Professores A escolha do dia 15 de outubro remonta a 1827, quando Dom Pedro I, então imperador do Brasil, assinou uma lei que estabelecia a criação das chamadas Escolas de Primeiras Letras. A determinação previa que cidades, vilas e outros povoados tivessem escolas destinadas ao ensino elementar. A lei também tratava da organização dessas instituições, das matérias que seriam ensinadas, da remuneração dos professores e dos critérios para sua contratação. Apesar da importância da iniciativa, o acesso à educação ainda era bastante limitado naquela época. A comemoração do Dia dos Professores, porém, só começou mais de um século depois. Em 1947, na cidade de São Paulo, o educador Salomão Becker e outros três professores organizaram uma pausa nas atividades escolares para celebrar a profissão e discutir os rumos do ano letivo. A iniciativa foi bem recebida e acabou inspirando outras escolas a adotarem a comemoração. Em 14 de outubro de 1963, a data foi oficializada nacionalmente pelo Decreto Federal nº 52.682, assinado pelo presidente João Goulart. A medida declarou o dia 15 de outubro feriado escolar e determinou a realização de solenidades para valorizar a função dos professores na sociedade, com a participação de alunos e famílias. O decreto estabeleceu: "Para comemorar condignamente o Dia dos Professores, os estabelecimentos de ensino farão promover solenidades, em que se enalteça a função do mestre na sociedade moderna, fazendo participar os alunos e as famílias". professora dando aula a crianças Dia dos Professores é feriado nacional? Embora o decreto de 1963 tenha instituído o dia 15 de outubro como feriado escolar, isso não significa que a data seja um feriado nacional para todos os trabalhadores. A aplicação da suspensão das atividades depende das regras e dos calendários escolares adotados pelas instituições e redes de ensino. Dia Mundial dos Professores Em âmbito internacional, o Dia Mundial dos Professores é celebrado em 5 de outubro. A data foi estabelecida pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) e passou a ser comemorada em 1994. A celebração internacional recorda a adoção, em 1966, de uma recomendação conjunta da UNESCO e da Organização Internacional do Trabalho (OIT) sobre a situação dos professores, incluindo seus direitos, responsabilidades e condições de trabalho. Além de homenagear esses profissionais, a iniciativa chama a atenção para a importância de valorizar e apoiar a carreira docente. Saiba mais no site da UNESCO.

pensamento dia

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Frase

Frase
Pedro II (nome completo: Pedro de Alcântara João Carlos Leopoldo Salvador Bibiano Francisco Xavier de Paula Leocádio Miguel Gabriel Rafael Gonzaga[nota 1]; Rio de Janeiro, 2 de dezembro de 1825 – Paris, 5 de dezembro de 1891), cognominado "o Magnânimo", foi o segundo e último monarca do Império do Brasil, reinando por 58 anos (1831–1889). Filho mais novo do imperador Pedro I do Brasil e da imperatriz consorte Maria Leopoldina da Áustria, integrou o ramo brasileiro da Casa de Bragança. Nascido no Palácio Imperial de São Cristóvão, tornou-se imperador ainda criança, após a abdicação de seu pai e a partida deste para Portugal, em 1831. Em meio às instabilidades do período regencial, teve a maioridade decretada para assumir o governo e preservar a unidade do Império. Durante seu reinado, o Brasil consolidou um regime de monarquia constitucional com práticas parlamentaristas, notabilizando-se, no contexto regional, por maior estabilidade institucional e continuidade administrativa. Em seu governo, o país participou de três grandes conflitos internacionais — a Guerra do Prata, a Guerra do Uruguai e a Guerra do Paraguai — além de enfrentar tensões internas e disputas diplomáticas, preservando sua integridade territorial. Reconhecido como erudito e incentivador das artes, da cultura e das ciências, Pedro II cultivou ampla rede de contatos intelectuais e recebeu o respeito de estudiosos e escritores de seu tempo, sendo citado como admirado por figuras como Graham Bell, Charles Darwin, Victor Hugo e Friedrich Nietzsche, além de manter relações com nomes como Richard Wagner, Louis Pasteur e Henry Wadsworth Longfellow. Deposto com a Proclamação da República em 1889, recusou-se a apoiar medidas de força para reverter sua remoção e não endossou tentativas de restauração monárquica por meio de guerra. Viveu os últimos anos em exílio na Europa, falecendo em Paris. Após sua morte, sua imagem pública foi gradualmente reavaliada, e seus restos mortais foram trasladados para o Brasil décadas depois, em cerimônias de grande repercussão. Sua influência também é associada ao estímulo institucional à pesquisa e à divulgação científica, com ênfase em seu interesse pela astronomia. Em razão disso, desde a lei n.º 13 556/2017, o dia 2 de dezembro — data de seu nascimento — é celebrado como o Dia Nacional da Astronomia no Brasil.[https://pt.wikipedia.org/wiki/Pedro_II_do_Brasil]

 

sexta-feira, 28 de março de 2008

Erro de liderança em dois atos (Parte 2)

Vamos retomar o estudo do nosso "case" sobre a "demissão" e a "readmissão" do Deputado Federal Alberto Fraga no cargo de Secretário de Transportes do GDF. Quem não conhece os antecedentes é só "linkar" em Erro de liderança em dois atos (Parte 1) para se atualizar.
Como "dever de casa", naquele post, deixei as seguintes questões, para "esquentar" o exame do caso:

(Imagem do artista Dan Tero da GettyImages)

Especular sobre quais os erros cometidos?

Quem os terá cometido?

Houve acertos?

Quais as previsões sobre os desdobramentos do episódio?

O caso está encerrado?

Abaixo listo os itens da minha análise. Concordem ou discordem. Complementem-na ou censurem-na, mas recomendo, aos jovens executivos ou estudantes que aproveitem o caso real para se manifestar nos comentários e refletir sobre o que fariam se estivessem em qualquer dos papeis desta "ópera bufa".

  1. A origem da crise: o Governador José Roberto Arruda errou ao não prevenir o seu secretário e presumido "homem de confiança" sobre a decisão de exonerar o Cmte. Geral da Polícia Militar, amigo e afilhado político daquele seu auxiliar direto. Afinal de contas foi o secretário Fraga quem o indicou para o importante cargo. Em consequência, O Governador diminuiu o "status percebido" do seu auxiliar mais poderoso (até então) e o desmereceu perante sua corporação (Polícia Militar). Para quem está na arena do jogo político sabe-se que nada disso é feito sem premeditação. A intenção do Governador foi clara.
  2. Obviamente o Secretário Fraga cometeu um outro grave erro de avaliação ao pedir a exoneração intempestivamente. Não se mostrou com o equilíbrio suficiente para exercer função estratégica no primeiro círculo de um poder executivo. Um Secretário de Estado é um "ministro" no nível da unidade federativa, tem responsabilidades políticas, programáticas e gerenciais bem determinadas. Não pode, por qualquer aborrecimento político ou pessoal, pedir para abandonar o barco. É uma atitude que compromete a maturidade gerencial de qualquer executivo.
  3. Todavia, já que preferiu ficar ao lado da sua corporação e romper os compromissos com o governo ao qual servia, teria que ter sustentado sua decisão. Apesar do gesto precipitado, ele estava mais de acordo com sua imagem de "coronel" da PM, esquentado e leal aos amigos do que o retorno - rápido e fagueiro - às delicias do cargo.
  4. Ao aceitar o retorno à função, simplesmente passou uma borracha em tudo que disse e fez dias antes quando se demitiu (?????). Qual o líder que age com essa... oscilação e ainda mantém sua liderança? Não conheço nenhuma história que confirme isto.
  5. Quaisquer que sejam os argumentos e justificativas - não revelados - do deputado para o seu retorno ao governo e certamente devem ter sido muitos e convincentes, o que vale para a opinião pública é o que é público. Pode ser redundante, mas é a verdade.
  6. O Governador, por seu turno errou, novamente, ao promover a volta do seu ex-novo-auxiliar. Não mais terá a seu lado o Secretário de Estado, decidido e entrosado que estava brilhando na equipe antes da crise. Recebe agora um executivo com enorme desgaste e enfraquecido na sua imagem. A rigor, o secretário que volta ao cargo não é mais o mesmo que estava no governo. Volta menor do que a função que deixara dias antes.
  7. O caso está encerrado? Respondo: negativo! Longe de finalizado, está apenas começando. Estou seguro de que voltarei a postar no blog contando as crises, que serão geradas pela "nova presença" do Cel. Alberto Fraga na Secretaria de Transportes.

Lembrando antigos preceitos das minhas leituras e seminários de "Análise Transacional", diria que os dois personagens - Governador e seu Secretário - entraram na "dança" de um dos famosos "Jogos da Vida", que Eric Berne consagrou nas décadas de 50 e 60 do século passado com seus estudos, ainda plenamente aplicáveis. E esse tipo de "jogo" - em função dos temperamentos dos envolvidos - só tem um desfecho possível que é o rompimento final.

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PS - Além de acompanhar a carreira do Deputado Alberto Fraga há alguns anos, votei nele nas três últimas eleições que participou. Revelo isso para - de alguma forma - não dar a impressão de má vontade política com o Secretário de Transportes na análise, técnica, que faço no blog, sobre o case da sua demissão/readmissão.


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