26 de janeiro DE 2026 ||| 2ª feira ||| dia da gula ||| "aquele que não perdoa, destrói a ponte sobre a qual, ele mesmo, deve passar” (George Herbert) |||

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O Dia da Gula é celebrado anualmente em 26 de janeiro. A gula é um dos sete pecados capitais, de acordo com a algumas doutrinas religiosas, estando relacionada com a condição de egoísmo do ser humano, quando este deseja ou obtém algo para além do necessário, apenas pelo prazer de possuir tal coisa. O Dia da Gula, no entanto, não tem nenhuma conotação religiosa, mas serve para alertar sobre um grave distúrbio alimentar que acomete as pessoas que consomem grandes quantidades de comida como uma compensação por se sentirem sozinhas, incompletas ou fracassadas em alguma outra área de suas vidas. Neste caso, a gula pode desencadear vários problemas de saúde, como a obesidade e o aumento do colesterol que, por sua vez, podem provocar problemas cardíacos e respiratórios, por exemplo. As pessoas que sofrem de gula devem seguir algumas regras para tentar evitar o instinto guloso, como: Evitar jejuns prolongados; Não fazer refeições com muita fome; Refeições saudáveis a cada três horas; Evitar rodízios e self-services; Ficar atento ao consumo de guloseimas; Praticar exercícios físicos regularmente; Ingerir fibras e proteínas; Manter-se sempre hidratado.


Mariano José Pereira da Fonseca, primeiro e único visconde com grandeza e marquês de Maricá (Rio de Janeiro, 18 de maio de 1773 – Rio de Janeiro, 16 de setembro de 1848), foi um escritor, filósofo e político brasileiro (https://pt.wikipedia.org/wiki/Mariano_Jos%C3%A9_Pereira_da_Fonseca)


segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Londres em chamas. Será uma "Marcha da Insensatez"?

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Assistam ao vídeo abaixo e reflitam muito sobre essas explosões de violência que estão ocorrendo, hoje em Londres e em outras importantes cidades britânicas, mas também em muitos outros países no mundo. 
Os motivos são diversos, mas todos guardam um ponto em comum. Estas manifestações de Londres, por exemplo, se iniciaram em protesto contra ações da polícia em um bairro pobre da cidade (Tottenham) e que se espalharam rapidamente. Londres continua sendo alvo de multidões de jovens enfurecidos que praticam todos os atos de vandalismo que lhes dá na cabeça, principalmente ateando fogo a tudo que possam. Entretanto as revoltas já atingiram cidades como Birmingham, Liverpool e Manchester.
As manifestações na Espanha são de indignação contra as autoridades, o desemprego e a pobreza que tomou conta da rica península ibérica. O mesmo se dá em Portugal e na Grécia. Será só por conta da crise econômica?
Já nos países árabes os protesto sangrentos que já custaram centenas de vidas são contra os governos tirânicos que há anos atormentam seus povos.
Volto a perguntar se não está visível um ponto de convergência, mesmo que pequeno, nesse conjunto de manifestações raivosas das comunidades, normalmente compostas de  pobres, jovens e desempregados em sua maioria, mas sempre carregadas de muito ódio, muita indignação coletiva e principalmente de violência contra a ordem, as autoridades e os sistemas de governo.
Será que os pensadores de plantão, os filósofos, os antropólogos, os cientistas não estão vendo? Percebendo? Há, na minha modesta visão, um fenômeno social claramente em curso. A História está sendo alterada sob nossos olhos. Novos paradigmas parecem estar sendo construídos sobre os escombros dos antigos, mas as sociedades - aquelas privilegiadas e não atingidas - estão mantendo os mesmos costumes, elegendo os mesmo líderes políticos e mantendo seus hábitos de consumo como se nada estivesse acontecendo. Mas está!
Quem tem olhos para ver que veja. As massas de desempregados e excluidos estão sendo facilmente mobilizadas e (provavelmente manipuladas) por falsos líderes para protestos violentos e estridentes. Os seus motivos certamente são justos, mas o ódio e a revolta são instrumentos fáceis para tranformar a indignação coletiva em massa de manobra. 
A história do mundo registra muitos, inúmeros episódios semelhantes. O mais importante deles foi na Alemanha após a 1ª Guerra Mundial que jogou o mundo na 2ª Guerra, no nazismo, no Holocausto, na Guerra Fria, na Guerra do Vietnã e tantas outras que a história registra. Saiu tudo do mesmo caldeirão que novamente está sendo aquecido.
http://www.bahianoticias.com.br/fotos/editor/Image/FOTOS%20NOVAS/Londres_AP_Photo_Lewis_Whyld_600.jpgSerá necessário ser um "cientista político" ou um "vidente" para perceber isso? Estarei no caminho de algum "profeta do apocalipse"? 
O movimento mais recente foi o de 1968 que provocou grandes transformações (leia também no blog "1968 - Um ano de transformações - (1)" e no YouTube).
Londres e a Inglaterra - este é o fato - estão em ebulição pelo terceiro dia consecutivo e as autoridades não conseguem controlar as multidões que se incorporam cada vez mais aos protestos praticando saques, colocando fogo em prédios, veículos e arrasando tudo por onde passam. É uma "Marcha da Insensatez" como várias que o mundo já viu e que continuam ocorrendo. Vide o chamado "Tea Party" nos EUA. Como é comum as multidões vão se cansar e de repente esse protesto chega ao fim, mas quando e aonde será o próximo, e o próximo, e o próximo?



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