26 de janeiro DE 2026 ||| 2ª feira ||| dia da gula ||| "aquele que não perdoa, destrói a ponte sobre a qual, ele mesmo, deve passar” (George Herbert) |||

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O Dia da Gula é celebrado anualmente em 26 de janeiro. A gula é um dos sete pecados capitais, de acordo com a algumas doutrinas religiosas, estando relacionada com a condição de egoísmo do ser humano, quando este deseja ou obtém algo para além do necessário, apenas pelo prazer de possuir tal coisa. O Dia da Gula, no entanto, não tem nenhuma conotação religiosa, mas serve para alertar sobre um grave distúrbio alimentar que acomete as pessoas que consomem grandes quantidades de comida como uma compensação por se sentirem sozinhas, incompletas ou fracassadas em alguma outra área de suas vidas. Neste caso, a gula pode desencadear vários problemas de saúde, como a obesidade e o aumento do colesterol que, por sua vez, podem provocar problemas cardíacos e respiratórios, por exemplo. As pessoas que sofrem de gula devem seguir algumas regras para tentar evitar o instinto guloso, como: Evitar jejuns prolongados; Não fazer refeições com muita fome; Refeições saudáveis a cada três horas; Evitar rodízios e self-services; Ficar atento ao consumo de guloseimas; Praticar exercícios físicos regularmente; Ingerir fibras e proteínas; Manter-se sempre hidratado.


Mariano José Pereira da Fonseca, primeiro e único visconde com grandeza e marquês de Maricá (Rio de Janeiro, 18 de maio de 1773 – Rio de Janeiro, 16 de setembro de 1848), foi um escritor, filósofo e político brasileiro (https://pt.wikipedia.org/wiki/Mariano_Jos%C3%A9_Pereira_da_Fonseca)


quarta-feira, 10 de março de 2010

Alexandre Magno. Conheça sua historia. (Blog Historia Militar)

Apresento-lhes o blog Historia Militar (clique no logotipo) que "descobri" nas andanças de pesquisas no Google. Gostei de cara. Além de abordar temas da Historia é especializado em Historia Militar.
Meus amigos e leitores sabem que sou fissurado por este assunto e a empatia foi imediata. Já me inscrevi na lista de seus seguidores e tomei a liberdade, sem perguntar pro dono, de "surrupiar" este post  do Carlos Daroz (autor) cujo perfil coloquei ao final do texto.  Ai meu amigo, "juntou a fome com a vontade de comer"... Historia Militar e Alexandre Magno é uma dose dupla de satisfação. Não resisti e trouxe o post para cá. 
Deixei um recadinho para o professor Carlos e espero que ele me visite para ver como ficou o seu post no meu blog. Acho que ele não vai achar ruim. Além do mais é conterraneo, lá de Pernambuco. Recomendo a visita para quem gosta do tema.


PERSONAGENS DA HISTORIA MILITAR - ALEXANDRE, O GRANDE


* 356 a.C., Macedônia
+ 13/06/323 a.C., Babilônia


Alexandre era filho de Filipe II da Macedônia, que se tornou rei em 338 a.C., dominando toda a Grécia, com exceção de Esparta. Aos treze anos de idade recebeu como preceptor ninguém menos que Aristóteles, um dos homens mais sábios de sua época e de todos os tempos. Com ele Alexandre aprendeu as mais variadas disciplinas: retórica, política, ética, ciências físicas e naturais, medicina, geografia; e conheceu as obras de autores como Eurípides e Píndaro.
Ao mesmo tempo, o príncipe se interessava pelas artes marciais e pela domesticação de cavalos. Na arte da guerra, Filipe II, militar experiente e corajoso, instruiu o filho com conhecimentos de estratégia e de comando. Alexandre, com 18 anos, pôde mostrar seu talento quando, à frente de um esquadrão de cavalaria, venceu o batalhão sagrado de Tebas, na Batalha de Queronéia, em 338 a.C.
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Depois do assassinato de seu pai, em 336 a.C., Alexandre assumiu o trono da Macedônia enfrentando resistência em algumas cidades gregas. Com o poder nas mãos, o jovem rei, que viria a ser conhecido como Magno (ou o Grande), deu início à expansão territorial do reino e ao seu ambicioso projeto de conquistar o Império Persa. Contava com um exército poderoso e organizado, dividido em infantaria, cuja principal arma eram lanças de grande comprimento, e cavalaria, que constituía a base do ataque rápido contra o inimigo.
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Em 334 a.C., Alexandre cruzou o Helesponto - o estreito de Dardanelos, na atual Turquia -, e, já na Ásia, avançou até o rio Granico, onde enfrentou os persas pela primeira vez e alcançou a vitória. Prosseguiu triunfante em sua jornada, arrebatando cidades aos persas, até chegar a Górdia. Diante das perdas, o rei da Pérsia, Dario 3º, foi ao encontro do inimigo. Na batalha de Isso, em 333 a.C., consumou-se a derrota dos persas e começou o ocaso do grande império.
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Mapa mostrando as campanhas militares de conquista empreendidas por Alexandre
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Em seguida, Alexandre empreendeu a conquista da Síria em 332 a.C. e entrou no Egito. Seu sonho, além de aumentar em poder e em glória, era unir a cultura oriental à ocidental. Respeitou os antigos cultos aos deuses egípcios e até se apresentou no santuário do Oásis de Siwa, onde foi reconhecido como filho de Amon e sucessor dos faraós. Mas a tendência à fusão das duas culturas gerou desconfianças entre seus oficiais macedônios e gregos, que temiam um excessivo afastamento dos ideais helênicos por parte de seu monarca.
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Em 332 a.C. fundou, no Egito, Alexandria cidade que viria a converter-se num dos grandes focos culturais da Antigüidade. Um ano depois, Alexandre enfrentou novamente Dario III na batalha de Gaugamela, cujo resultado determinou a queda definitiva da Pérsia em poder dos macedônios. Morto Dario, Alexandre foi proclamado rei e sucessor da dinastia persa em 330 a.C.
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No ano 328 a.C casou-se com Roxana, filha do governante da Bactriana, com quem teve um filho de nome Alexandre IV. Em 327 a.C. dirigiu suas tropas para a Índia, onde fundou colônias militares e cidades, entre as quais Nicéia e Bucéfala, às margens do Rio Hidaspe. Ao chegar ao Rio Bias, porém, suas tropas, exaustas, se negaram a continuar.
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Alexandre decidiu regressar à Pérsia, empreendendo uma viagem penosa, sob ataque de povos hostis, na qual foi ferido mortalmente e acometido de uma febre misteriosa, que nenhum de seus médicos soube curar. Alexandre morreu na Babilônia, a 13 de junho de 323 a.C., com apenas 33 anos de idade.
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O império que edificou, em doze anos, ia do rio Indo ao rio Nilo, com as culturas helênica e oriental se misturando e produzindo uma nova civilização que, talvez, tenha sido o maior legado de Alexandre à humanidade.
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O Império Macedônico em 323 a.C.
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Perfil do autor do blog: 


  • Carlos Daróz : Historiador, professor e pesquisador. Especialista em História Militar, Mestre em Operações Militares e sócio do Instituto de Geografia e História Militar do Brasil (IGHMB). Meu currículo: http://lattes.cnpq.br/6263305850710284

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